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Professor de História do CAEL é destaque no YouTube

 

Arão Alves, graduado e pós-graduado na FEUC, faz vídeos para a internet e ajuda estudantes de todo o Brasil a passar no vestibular

Por Gian Cornachini
gian@feuc.br

O fluxo de conhecimento compartilhado por um professor, geralmente, é paralisado por uma questão física: as aulas têm horário de início e fim, assim como o expediente da escola. Mas há quem consiga subverter isso de alguma maneira e ultrapassar esses limites físicos e temporais. Estamos falando do professor Arão Alves, que desde 2000 leciona História no CAEL.

Com bastante experiência em sala de aula, Arão está no CAEL desde 2000. (Foto: Gian Cornachini)

Com bastante experiência em sala de aula, Arão está no CAEL desde 2000. (Foto: Gian Cornachini)

Formado em Ciências Sociais e História pela FEUC, e também pós-graduado por nossa instituição, Arão faz parte de um grupo social que muitos não conseguiriam entrar: os desinibidos. Isso mesmo. Os “sem vergonha” — no bom sentido da expressão. Pronto para experimentar novos caminhos além dos tradicionais, o professor decidiu botar a cara na web e expandir suas aulas para a internet, podendo, assim, ajudar estudantes não só do CAEL, mas de todo o Brasil, a compreender melhor temas importantes de sua área do conhecimento.

O Blog do Professor Arão Alves já existia há 6 anos quando o docente ousou dar um passo além e criar conteúdo em vídeo para o YouTube. Primeiramente, em seu canal pessoal e, recentemente, em um espaço mais profissional chamado “História em Gotas: Sua dose de conhecimento”.

Canal do professor Arão no YouTube. (Imagem: Reprodução)

Canal do professor Arão no YouTube. (Imagem: Reprodução)

“Eu comecei a fazer um blog com o objetivo de passar material para os alunos. Aí eu tive a ideia de fazer vídeos mais curtos e mandava o link para os alunos, para complementar a aula”, conta Arão, que abraçou de vez a ideia de se tornar um professor “youtuber”: “O retorno dos alunos foi sendo muito legal, então eu comecei a aprender sobre edição de vídeo, para fazer melhor”.

O bom trabalho do professor tem rendido muitos depoimentos de pessoas elogiando a qualidade do material, que é capaz de ajudar até mesmo quem sonha em passar no vestibular para uma boa universidade.

Estudante relata experiência com o canal. (Imagem: Reprodução/YouTube)

Estudante relata experiência com o canal. (Imagem: Reprodução/YouTube)

“Você vê a felicidade de uma pessoa, e que foi você quem colaborou com isso. É muito emocionante. Quem é professor, sabe o valor de ajudar a realizar sonhos de pessoas, e que sequer você irá conhecê-las”, diz Arão.

Mas nem todo conhecimento compartilhado na internet é tão bom assim. O professor alerta que vivemos em uma sociedade que se preocupa mais com a estética do que com a qualidade do conteúdo. E isso pode ser bastante perigoso.

“As pessoas têm dificuldade em perceber onde tem qualidade e, às vezes, cai dentro de coisas que não são bem seguras. A internet está cheia de informação. Mas até que ponto essa informação é realmente conhecimento, tem base, ou é apenas uma opinião?”, alerta o professor.

Arão: "As pessoas têm dificuldade em perceber onde tem qualidade e, às vezes, cai dentro de coisas que não são bem seguras". (Foto: Gian Cornachini)

Arão: “As pessoas têm dificuldade em perceber onde tem qualidade e, às vezes, cai dentro de coisas que não são bem seguras”. (Foto: Gian Cornachini)

Segundo ele, o ideal na hora de procurar material online para complementar os estudos é verificar se quem compartilhou a informação é um especialista na área, principalmente porque, para Arão, vivemos um momento complicado de nossa História:

“A História no Brasil está sendo colocada para o canto, desvalorizada por interesses políticos. Aos poucos, é apresentada a nós uma História que agrada e que não tem base científica. E aí você constrói uma memória histórica extremamente problemática”, criticou ele.

Quem quiser ficar por dentro de diversos temas de História, e com a chancela de qualidade de um especialista na área, basta seguir o canal História em Gotas no YouTube (clique aqui para acessá-lo), com vídeos novos todos os sábados, às 18h. E a melhor parte: é de graça e está pronto para ser visto e revisto a qualquer momento e de qualquer lugar.

FEUCTEC: Tecnologia Web é tema de semana acadêmica de computação

 

Estudantes de Bacharelado em Sistemas de Informação e Licenciatura em Computação se reúnem com profissionais do mercado em evento sobre programação para a internet

Por Gian Cornachini e Pollyana Lopes
emfoco@feuc.br

A 15ª FEUCTEC, semana acadêmica dos cursos de computação das FIC, foi realizada entre os dias 26 e 30 de outubro, e abordou nesta edição a “Tecnologia Web”. Entre palestras, oficinas e workshops, os estudantes puderam ouvir de profissionais atuantes no mercado dicas e estratégias, além de terem contato com ferramentas diversas para produzir tecnologia para a internet.

Luciano destacou a presença dos dados geográficos em programas e aplicativos que não tem isso como foco principal. (Foto: Pollyana Lopes)

Luciano destacou a presença dos dados geográficos em programas e aplicativos que não tem isso como foco principal. (Foto: Pollyana Lopes)

Tratamento de Dados Geográficos com Banco de Dados

Ocasionalmente você abre um site de determinada marca, empresa ou instituição, para saber onde encontrar endereços físicos, e depara-se com um mapa interativo no qual estão marcados os lugares que você procura. Essas informações geográficas foram empregadas e manipuladas pelos programadores para servirem a determinados interesses da empresa. Foi a partir dessa necessidade que a palestra “Tratamento de Dados Geográficos com Banco de Dados”, ministrada pelo diretor de informática na empresa Rádio Melodia FM 97,5 e diretor executivo na Larsoft Informágica, Luciano de Almeida Reis, abriu a FEUCTEC.

Ele explicou, em linhas gerais, como funciona a linguagem dos programas que fazem esse tipo de trabalho e destacou o uso das informações geográficas em aplicativos para dispositivos móveis do cotidiano, como Foursquare, Facebook e Google Maps: “O mercado para essa área de georreferenciamento está crescendo muito no nível de interesse pela informação geográfica como um adendo a um produto principal. O meu conselho é que programadores, da área de programação ou área de dados, não precisam saber o conceito dessas informações, mas devem saber o básico porque, se um cliente demandar, ele precisa estar preparado para fazer”.

Internet das Coisas

Já na palestra “Internet das Coisas: Integrando o mundo digital e físico”, o professor da UFRRJ e doutorando em Informática pela UFRJ Tiago Cruz de França falou sobre os desafios e possibilidades de conectar os objetos físicos ao ambiente virtual: “Tudo pode estar conectado. Sua imaginação sobre as possibilidades é o que define o limite”, comentou ele, explicando que a grande expectativa em torno do tema e as inúmeras possibilidades são alguns dos desafios da Internet of Things (IoT — sigla em inglês para “Internet das Coisas”): “Antes de pensar no volume de dados, quantidade de dispositivos, ainda falta criar mais aplicações concretas. Vocês aqui têm alguma ideia de aplicação? Como seria a interface?” provocou.

Tiago apresentou os princípios básicos da IoT e incitou os estudantes a pensarem aplicações possíveis. (Foto: Pollyana Lopes)

Tiago apresentou os princípios básicos da IoT e incitou os estudantes a pensarem aplicações possíveis. (Foto: Pollyana Lopes)

Tiago também comentou sobre as dificuldades técnicas envolvendo IoT: “Os desafios vão desde o nível técnico, o desenvolvimento de hardwares para diferentes aplicações, passam pela comunicação, quanto mais objetos diferentes você quiser conectar, mais protocolos de interconexão vão existir. São muitos dispositivos com poucos recursos computacionais, um chuveiro, por exemplo, entre outros”.

Wellington Agapto, da Microsoft, sugeriu caminhos para ter êxito como profissional de TI em uma grande empresa. (Foto: Gian Cornachini)

Wellington Agapto, da Microsoft, sugeriu caminhos para ter êxito como profissional de TI em uma grande empresa. (Foto: Gian Cornachini)

Dicas para uma carreira de sucesso

Representante de uma das empresas mais prestigiadas na área de tecnologia, Wellington Agapto, Most Valuable Professional (MVP) na Microsoft — profissional ‘expert’ em determinada área da Microsoft, no caso, no Office 365 —, veio à FEUC para compartilhar dicas de como se tornar um profissional de TI de sucesso.

Em linhas gerais, ele explicou alguns passos para o êxito no trabalho: “O sucesso é relativo, e você precisa identificar o que te satisfaz, saber onde quer chegar e cumprir as metas. Trabalhar em equipe, ser autoditada e colaborativo são habilidades mínimas e essenciais. Não procrastinar, fazer um planejamento de carreira e aceitar novos desafios, que significam trazer novidades para a sua vida, e fugir dos ladrões de motivação”, disse. Sobre os ladrões de motivação, Wellington esclareceu: “São aquelas pessoas que insistem que você não é capaz, dizem que outras pessoas tentaram e não conseguiram. Elas são negativistas”.

Wellington também apontou que a área de TI é muito dinâmica, e por isso as dicas são muito bem-vindas para focar em uma carreira promissora: “O mercado espera que o profissional tenha todas essas habilidades e uma visão do que a empresa entrega para o mercado. Tem que entender do negócio e agregar valor à organização como um todo, não sendo limitado a conhecer apenas a tecnologia ou produto”, recomendou.

Bruno explica aos estudantes como fazer a dobradinha. (Foto: Pollyana Lopes)

Bruno explica aos estudantes como fazer a dobradinha. (Foto: Pollyana Lopes)

Linguagem cinematográfica

Uma das oficinas mais procurados foi a de “Cinema e Animação – Linguagem Cinematográfica na Realização de Curtas-metragens Animados”, oferecida por Bruno Nascimento, mestre e doutorando em informática pela UFRJ e professor das FIC. Na atividade, Bruno explicou, entre outras coisas, que animação é movimento, e que essa ideia é anterior aos programas/softwares modernos. Para exemplificar, ele apresentou e orientou os estudantes a fazerem uma dobradinha — técnica que utiliza apenas papel e caneta, ou lápis. “A animação já era utilizada muitos anos atrás. Quando você queria registrar alguma coisa que aconteceu com movimento, utilizava-se animação, obviamente, a partir dos meios tecnológicos da época. Por exemplo, o homem das cavernas utilizava animação quando desenhava, quadro a quadro, determinadas cenas que narravam uma história”.

Estudantes produziram, em pequenos grupos, dobradinhas: técnica de animação na qual são desenhados dois desenhos sequentes e, com um lápis ou caneta, é criada a ilusão de movimento. (Foto: Pollyana Lopes)

Estudantes produziram, em pequenos grupos, dobradinhas: técnica de animação na qual são desenhados dois desenhos sequentes e, com um lápis ou caneta, é criada a ilusão de movimento. (Foto: Pollyana Lopes)

Em um segundo momento, Bruno estimulou os estudantes a pensarem outras aplicações para a animação, e também apresentou os comandos básicos do programa Muan, Manipulador Universal de Animações, que é gratuito e pode ser baixado no site www.muan.org.br. “Eu estimulo vocês a pensarem em uma sala de aula, por exemplo, porque esse software e essas técnicas não servem apenas para cinema ou entretenimento. Elas também podem ser utilizadas em outros espaços, com outros propósitos, e um deles é a sala de aula. A animação é um processo criativo que envolve pessoas, é um processo social”, encorajou.

Criação de sites com o Materialize

Tiago Luiz Ribeiro, desenvolvedor e designer gráfico na Somar Comunicação, ministrou um workshop sobre construção de sites de forma rápida e prática. O objetivo, com a atividade, foi mostrar possibilidades de agilizar a criação de páginas na internet com o auxílio de tecnologias prontas, como o framework.

“Framework é quando uma pessoa de Deus acorda e resolve ajudar vidas no mundo. Ela cria regras no HTML, no CSS e compartilha com você”, explicou Tiago. “Se você leva três dias para fazer um site, você vai levar três horas”, completou ele, destacando que o indicado hoje é pensar um site primeiramente para dispositivos móveis: “As pessoas passam mais tempo no celular do que no computador. E se você apresentar um layout com a cara do que o Google faz, você está no caminho do sucesso. Por isso estou aqui ensinando o conceito do Materialize”.

Tiago Luiz Ribeiro coordenou oficina de criação de site com o framework Materialize. (Foto: Gian Cornachini)

Tiago Luiz Ribeiro coordenou oficina de criação de site com o framework Materialize. (Foto: Gian Cornachini)

O Materialize (http://materializecss.com/) é um framework baseado no que há de mais recente em termos de design para smartphones desenvolvido pelo Google — o Material Design. É possível copiar códigos prontos para inserir na página que você pretende criar. Assim, segundo Tiago, ela terá um layout responsivo (que se adapta às diferentes resoluções das telas) e moderno. Porém, é necessário ter conhecimentos de programação para realizar a tarefa.

Sábado de arte

Para encerrar a semana de tecnologia das FIC, no sábado, dia 31, aconteceu o Arte Total — evento da área de criação que contou com a participação de profissionais de altíssimo nível na área de marketing, fotografia, design, além de oficinas de tatuagem, escultura, desenho, silk, pintura, violão e VFX.

Nas palestras, temas e perguntas diversas como os efeitos da crise no mercado e a importância de cultivar o networking. Fernando Mendonça, da Combo Estúdio, vê o momento de aperto econômico que o Brasil passa como uma maneira de inovar: “A gente está bem melhor do que estivemos tempos atrás. E uma característica interessante do brasileiro é a criatividade. Diante de um problema, temos que criar uma alternativa diferente de trabalho. A gente usa um aspecto negativo para aprender com ele”, ressaltou Fernando.

Arte Total reuniu convidados de diferentes áreas de criação para debaterem sobre o cenário da indústria criativa. (Foto: Gian Cornachini)

Arte Total reuniu convidados de diferentes áreas de criação para debaterem sobre o cenário da indústria criativa. (Foto: Gian Cornachini)

Já o dublador Lucas Gama, também da Combo Estúdio, chamou a atenção para criar uma rede de contatos e cultivá-la de maneira sincera: “Acho que você não precisa criar um personagem. Você pode ser você mesmo, só não pode ser aquela pessoa que não passa verdade, porque a pior coisa é forçar a barra”, afirmou.

Coordenador avalia FEUCTEC

O professor Rodrigo Neves, coordenador dos cursos de computação da FEUC, comparou a edição deste ano da FEUCTEC com a anterior (em que foi abordada a temática dos jogos eletrônicos), e ressaltou ser um evento propositalmente voltado para quem é mais avançado na área de T.I.: “É um tema bem técnico, menos aberto ao público e mais voltado para os alunos complementarem a formação. Foi uma maneira de trazer profissionais externos para que os estudantes pudessem ter contato com ferramentas atuais do mercado de desenvolvimento web, que é uma área que tem absorvido muita gente”, destacou Rodrigo.

Professor cria site para pesquisar melhores preços entre supermercados

 

Disponível para internet e dispositivos móveis, o site “Facilista” ajuda consumidores a encontrar produtos mais baratos em redes de supermercados do Rio de Janeiro

Por Gian Cornachini
emfoco@feuc.br

“Uma boa ideia para criar e inovar”. Com essas palavras, Leonardo Cioti, professor de informática dos cursos de Sistema de Informação e Licenciatura em Computação da FEUC, define para seus alunos o que é ser empreendedor. Sua mais nova criação é o “Facilista”, um sistema online que varre os sites de supermercados e encontra os preços mais baixos de produtos anunciados. No ar há duas semanas, o site (http://www.facilista.com.br) promete ajudar os usuários a economizar nas compras, revelando, diariamente, os melhores preços em redes de supermercados do Rio.

Professor e empreendedor, Leonardo Cioti teve a ideia de criar o sistema de busca a partir de sua rotina corrida. Foto: Arquivo pessoal

Professor e empreendedor, Leonardo Cioti teve a ideia de criar o sistema de busca a partir de sua rotina corrida. Foto: Arquivo pessoal

A ideia da página surgiu a partir dos próprios problemas diários de Leonardo: “Minha rotina é um corre-corre violento. Não dá para ficar indo de mercado em mercado pesquisando preços”, disse ele. “Então, decidi criar um sistema que apontasse os produtos mais baratos e que fosse simples para todos usarem”, conta.

O “Facilista” trabalha por meio de inteligência artificial. O professor se dedicou nove meses ao projeto — que ainda está em fase beta, ou seja, de desenvolvimento e testes — e ainda vem alterando-o para aperfeiçoá-lo e deixá-lo mais funcional. Ele também conta com apoio de estudantes contratados como estagiários para ajudá-lo no aperfeiçoamento do buscador. Para o professor, o “Facilista” é uma obra de arte da programação: “Ele tem uma complexidade mestre: atualização automática, banco de dados e uma programação completa”, afirma Leonardo.

Todos os dias, o “Facilista” busca nos mais de 40 mil produtos catalogados o preço mais baixo de cada tipo. Se o usuário pesquisar, por exemplo, por “leite integral”, o site apontará o leite que está mais barato no dia de sua pesquisa e o supermercado no qual é possível comprá-lo. Ainda é possível criar uma lista de compras e deixar que o site agrupe, automaticamente, os produtos de sua lista por supermercado. Isso facilita que o usuário vá a um determinado supermercado comprar apenas o que está mais barato naquela loja. É possível, também, fazer uma lista de compras e comparar o valor final em cada supermercado. Para utilizar o “Facilista”, não é necessário fazer cadastro.

Segundo o professor Leonardo, todas essas funcionalidades têm o objetivo, como o próprio nome do site diz, de facilitar a vida do consumidor: “Não existe um supermercado mais barato, só produtos mais baratos. Todos oferecem promoções, e somos bombardeados com esse excesso de informação. Nós, consumidores, ficamos confusos e, por isso, decidi tratar essas informações e deixar o usuário esclarecido: ele saberá, de verdade, onde encontrar o produto em promoção”, explica o professor.

Economia no bolso

A busca por melhores preços possibilita diminuir consideravelmente o valor final da compra, conforme constatou Leonardo durante uma “pechincha” no Natal passado: “Minha esposa foi comprar um fiesta e quatro garrafas de refrigerante de 3,3 litros. Ela estava em um supermercado e achou o preço dos produtos muito caros. Então, ela ligou para mim e pediu que eu pesquisasse no ‘Facilita’ onde é que estariam mais baratos aqueles produtos. No outro supermercado, o preço final caiu quase pela metade”, relata Leonardo.

Em primeiras estimativas, o professore afirma que é possível economizar cerca de 40% seguindo as sugestões do “Facilita”.

Versão para dispositivos móveis

O “Facilista” já esta disponível, também, em aplicativo para dispositivos móveis (smartphones e tablets) com Android. É possível baixá-lo gratuitamente no Google Play, a loja de aplicativos do Google, no próprio dispositivo ou através desse link: https://play.google.com/store/apps/details?id=com.facilista&feature=nav_result.

Em breve, uma atualização do aplicativo permitirá que o usuário encontre o supermercado mais próximo dele que oferece o produto ou valor final da lista de compra com preços mais baixos.

 

Assista ao vídeo promocional do “Facilista”