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Comissão convoca formação de chapas para assumir DCE

Chapa vencedora irá gerir o Diretório pelos próximos dois anos

Por Gian Cornachini
gian@feuc.br

A Comissão Eleitoral do Diretório Central dos Estudantes (DCE) da FEUC realizará amanhã, dia 20 de abril, às 11h30 e às 18h, no Auditório FEUC, uma assembleia geral com o objetivo de formalizar a inscrição das chapas candidatas a gerir o grupo. Além das eleições para o DCE, serão abordados no encontro temas de relevância para a comunidade estudantil e em discussão nacional, como o passe livre universitário, verbas para o FIES e o Prouni.

Para submeter uma chapa ao processo eleitoral do DCE é preciso reunir dez comprovantes de matrícula (que correspondem à quantidade de cargos e membros no grupo) e enviá-los para o e-mail da Comissão: comissaoeleitoralfeuc@gmail.com. O período de votação acontecerá nos dias 26 e 27 de abril, durante o dia todo. Urnas estarão espalhadas pelos espaços da FEUC para facilitar a participação massiva dos alunos nas eleições. O resultado será divulgado no dia 27, à noite, após o encerramento do período de votação. A posse da chapa vencedora está prevista para acontecer no dia 2 de maio, uma segunda-feira, e a permanência do grupo na gestão terá duração de dois anos.

Flávio Bento, da Comissão Eleitoral, já foi presidente do DCE e agora ajuda no processo para uma nova gestão. (Foto: Pollyana Lopes)

Flávio Bento, da Comissão Eleitoral, já foi presidente do DCE e agora ajuda no processo para uma nova gestão. (Foto: Pollyana Lopes)

Flávio Bento, estudante do último período de História nas FIC, membro da Comissão Eleitoral e ex-presidente do DCE da FEUC, explica a importância de manter o Diretório em funcionamento e de os estudantes participarem ativamente do processo eleitoral: “O movimento estudantil tem papel fundamental na organização da nossa universidade, pois é por ele que discutimos a qualidade do nosso ensino. Mas é por ele, também, que debatemos pautas nacionais, junto à UNE, como instrumentos de democratização do acesso à universidade, e lutamos à favor da Educação para conquistar direitos e qualidade de ensino”, ressalta Flávio.

Sobre empoderamento feminino

Evento organizado pelo DCE-FEUC lotou auditório para debater a condição da mulher na sociedade

Por Pollyana Lopes

O Encontro de Mulheres da Zona Oeste foi o primeiro evento do ano organizado pelo Diretório Central dos Estudantes da FEUC e marcou o Dia Internacional da Mulher com informação, debate, argumentos e diálogo. Em comum, todas as palestrantes se mostraram firmes nas premissas, reflexivas sobre consensos e empoderadas na presença. O encontro começou com a exibição do vídeo institucional produzido pela FEUC que homenageia a diversidade e singularidade das mulheres e de um segundo vídeo, feito pela UNE, de cobertura da passeata ocorrida no dia 8 de março, em São Paulo, em defesa de direitos das mulheres e contra a violência de gênero.

Gabriella, Meire, Thiago e Rosineide na mesa do auditório enquanto Domingas e Ingrid continuavam o debate em uma sala de aula. (Foto: Pollyana Lopes)

Gabriella, Meire, Thiago e Rosineide na mesa do auditório enquanto Domingas e Ingrid continuavam o debate em uma sala de aula. (Foto: Pollyana Lopes)

Entre os assuntos em pauta, ficou a cargo de Gabriella Dias, estudante do curso de História das FIC, falar sobre o feminismo de modo geral. A estudante explicou que se trata de um movimento social que luta pela igualdade de gênero, mas que dentro do feminismo existem vertentes que divergem na compreensão das causas da desigualdade, porém dialogam em muitos aspectos, pois têm um mesmo objetivo.

Para falar sobre a imagem da mulher negra, Ingrid Nascimento, também estudante de História nas FIC, apresentou exemplos da sexualização abusiva que atrizes e modelos negras passam com frequência. Ingrid apresentou casos de diferentes épocas, desde a Vênus Hotentote, mulher africana levada à Europa para ser exibida como um animal exótico, até a capa censurada do disco do músico Jonas Sá, que trazia apenas a região pélvica de uma negra nua.

Ao final do evento, mesmo com pouco tempo, as palestrantes comentaram e responderam questões levantadas pelo público. (Foto: Pollyana Lopes)

Ao final do evento, mesmo com pouco tempo, as palestrantes comentaram e responderam questões levantadas pelo público. (Foto: Pollyana Lopes)

Em uma das falas mais longas e contextualizadas, Meire Lucy Cunha, graduanda em Letras e bolsista do PIBID-FIC, apresentou o colorismo ou pigmentocracia, tipo de discriminação muito comum em países colonizados, em que as pessoas são mais excluídas e hostilizadas quanto mais escura for sua pele.

“Precisamos entender que em toda nação, todo povo que foi colonizado, as marcas da colonização vão permanecer. Porque a mais eficaz forma de colonização não é apenas territorial, não é apenas econômica. Ela se torna profundamente eficiente a partir do momento em que você convence aquele indivíduo que ele está incluído naquela condição que eu digo que ele está e, a partir daquele momento, ele acredita naquele papel e encarna aquela condição de dominação”, explicou a estudante.

Para falar sobre transfeminismo, Thiago da Silva Rodrigues, que é transexual, apresentou dados sobre a violência que mata travestis e transexuais cotidianamente e abordou a dificuldade de acesso ao mercado de trabalho por essas pessoas e as duas principais leis sobre pessoas trans: uma que tipifica e pune a discriminação, e outra que permite o uso do nome social em instituições de ensino.

“O Brasil é o país, no mundo, que mais mata pessoas trans. Estima-se que a expectativa de vida de uma travesti ou de uma pessoa trans, no Brasil, é de 30 anos de idade. Ao mesmo tempo, de acordo com uma pesquisa de um site pornográfico mundial, os usuários brasileiros são os que mais procuram por vídeos pornôs de mulheres trans. É o objeto sexual verdadeiro, mas não é objeto sexual declarado, é aquele objeto sexual da escuridão da noite, encoberto, que ninguém pode saber”, enfatizou.

Auditório da FEUC não suportou a quantidade de pessoas e o evento precisou ser dividido. (Foto: Pollyana Lopes)

Auditório da FEUC não suportou a quantidade de pessoas e o evento precisou ser dividido. (Foto: Pollyana Lopes)

Quem também contribuiu foi Domingas Mulenza, Diretora de Mulheres da UEE, que provocou os presentes com temas polêmicos como aborto e o projeto de lei do deputado Eduardo Cunha que dificulta, às mulheres, o acesso a políticas de saúde em caso de abuso sexual.

Por último, a professora das FIC Rosineide Cristina apresentou vídeos produzidos pela Casa da Mulher Trabalhadora (Camtra) sobre a violência contra a mulher, e provocou a reflexão dos presentes com questionamentos e exemplos.

A procura pelo evento foi tamanha que o auditório da FEUC não foi suficiente. Os presentes se dividiram entre o espaço e uma sala de aula, onde as mesmas palestrantes repercutiram o debate. Sobre a grande procura, inclusive de estudantes de outras universidades, Marcella Gouveia, diretora de cultura do DCE e uma das organizadoras do evento destaca:

“Mesmo que algumas pessoas tenham vindo apenas por causa das horas de atividades complementares, eles estavam aqui e participaram de um debate que é muito importante. Porque a gente precisa do debate para reafirmar e repensar certos conceitos que muitas vezes são adquiridos sem nenhum senso crítico, conceitos que vêm sendo construídos desde a infância, com brinquedos, em desenhos. O que não é discutido não é repensado, não tem visibilidade e não tem voz”.

Já Zélia Lemos, diretora de mulheres do DCE e também organizadora do encontro, reforçou o compromisso da FEUC com a formação de professores:

“O que eu penso ser principal para a gente trazer esse debate é porque a gente está em uma faculdade que forma professores. Como a Meire disse durante a palestra, a gente tem que estar constantemente desconstruindo e construindo em cima do que a gente fala, fugir de certos paradigmas, principalmente porque somos professores. A gente vai influenciar pessoas e, mesmo sem querer, a gente pode excluir alguém no discurso”, argumentou.

Na plateia também estiveram presentes estudantes de outras instituições de ensino da Zona Oeste. (Foto: Pollyana Lopes)

Na plateia também estiveram presentes estudantes de outras instituições de ensino da Zona Oeste. (Foto: Pollyana Lopes)

O evento, que aconteceu no dia 10 de março, destacou a condição da mulher negra na sociedade. O tema foi lembrado e debatido por quatro das seis mulheres presentes na mesa, que eram negras. A sensação, principalmente para mulheres que assistiam à palestra (como a repórter que escreve este texto) foi inspiradora. Não é comum assistirmos a mulheres tão diferentes afirmarem suas identidades de forma tão veemente e esbanjarem autonomia em discursos inteligentes e articulados. Ao promover o Encontro de Mulheres da Zona Oeste, o DCE-FEUC cumpre um papel essencial para a promoção da igualdade de gênero e mostra, pelo exemplo, as consequências positivas do empoderamento feminino.

Movimento estudantil mostra a que veio

 

Grupo mantém diálogo com administração da FEUC e quer consolidar o movimento estudantil na instituição de ensino

Por Pollyana Lopes
emfoco@feuc.br

Desde que foi formado, o DCE da FEUC vem participando de diversos movimentos em defesa da Educação, como o Congresso da UNE, realizado em Goiânia, de onde partiram em caravana para se manifestar contra o projeto de redução da maioridade penal. “Foi um momento muito único para a gente, porque nós debatemos os rumos que a educação está tomando, falamos sobre o corte de verbas que a educação está sofrendo e tiramos qual seria a nossa pauta, nossa agenda de lutas”, explica Flávio Santana, presidente do DCE da FEUC.

Na ocasião, os estudantes foram recebidos pelo então ministro da Casa Civil, Aloízio Mercadante, e defenderam a manutenção do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID). “A gente acredita que o PIBID, aqui na faculdade, é uma forma de assistência estudantil e isso comprova que o governo pode investir em assistência estudantil em universidade privadas. Essa é uma das nossas principais bandeiras”, ressalta.

Representantes do DCE com o ministro Aloízio Mercadante. (Foto: Arquivo Pessoal/DCE FEUC)

Representantes do DCE com o ministro Aloízio Mercadante. (Foto: Arquivo Pessoal/DCE FEUC)

Mas o DCE não está ligado apenas nas questões macro do movimento estudantil, e também fomenta atividades e coletivos dentro da universidade. O grupo promoveu, em parceria com a União Estadual dos Estudantes, a roda de conversa “Juventude Negra e acesso à cidade”, que contou com a participação de estudantes de diferentes instituições, além dos alunos das FIC. O debate acalorado foi facilitado pela educadora do Departamento Geral de Ações Socioeducativas (Degase) Tania Mara Menezes e por TR, integrante do coletivo Embaixada Hip Hop da Cidade de Deus.

O evento foi o primeiro de um ciclo de debates sobre o assunto, e se realizou aqui não por acaso. “O nosso primeiro encontro desta série acontece aqui na Zona Oeste porque a juventude negra daqui é um dos principais alvos de ações que restringem o acesso à cidade como, por exemplo, a retirada de linhas de ônibus que vão para a Zona Sul”, explica Flávio.

O tema era o acesso à cidade por parte dos jovens negros, mas a discussão não se restringiu somente a este ponto, e percorreu assuntos como a redução da maioridade penal, a invisibilidade da mulher negra na sociedade, políticas afirmativas, a formação de professores, o preconceito e a discriminação sofridos pelas religiões de matrizes africanas, entre outros.

Estudantes participaram do debate sobre juventude negra. (Foto: Pollyana Lopes)

Estudantes participaram do debate sobre juventude negra. (Foto: Pollyana Lopes)

A próxima atividade será mais um debate, desta vez sobre feminismo. Os próximos passos do grupo são fomentar grupos permanentes, como o feminista e um ligado à questão racial, além dos centros acadêmicos dos cursos. “O nosso principal objetivo nesse início é estruturar o movimento estudantil aqui na faculdade, fazer a cultura de movimento estudantil”, explica Flávio, que ressalta que o grupo tem tido boa receptividade na FEUC: “A universidade tem sido muito receptiva com a gente. Nós decidimos ter esse diálogo porque precisamos de conquistas, mas a gente vê que em outras universidades, principalmente nas privadas, não existe essa receptividade”.

Flávio está se formando e se preocupa com a continuidade do DCE. (Foto: Pollyana Lopes)

Flávio está se formando e se preocupa com a continuidade do DCE. (Foto: Pollyana Lopes)

DCE promove debate sobre juventude negra

Roda de conversa tratou de assuntos pertinentes ao cotidiano de jovens moradores da Zona Oeste

Por Pollyana Lopes

O Diretório Central dos Estudantes da FEUC promoveu, em parceria com a União Estadual dos Estudantes, seu primeiro evento na instituição. A roda de conversa sobre “Juventude Negra e acesso à cidade” contou com a participação de estudantes de diferentes instituições, além dos alunos das FIC. O debate acalorado foi facilitado pela educadora do Departamento Geral de Ações Socioeducativas (Degase) Tania Mara Menezes e pelo integrante do coletivo Embaixada Hip Hop da Cidade de Deus, TR.

Estudantes participaram ativamente e falaram de situações pelas quais passam cotidianamente. (Foto: Pollyana Lopes)

Estudantes participaram ativamente e falaram de situações pelas quais passam cotidianamente. (Foto: Pollyana Lopes)

O evento foi o primeiro de um ciclo de debates sobre o assunto, e aconteceu aqui não à toa. “O nosso primeiro encontro desta série acontece aqui na Zona Oeste porque a juventude negra daqui é um dos principais alvos de ações que restringem o acesso à cidade como, por exemplo, a retirada de linhas de ônibus que vão para a Zona Sul”, explica Flávio Santana, presidente do DCE da FEUC.

Maria Luiza, Amanda e Mateus vieram em busca de novos conhecimentos. (Foto: Pollyana Lopes)

Maria Luiza, Amanda e Mateus vieram em busca de novos conhecimentos. (Foto: Pollyana Lopes)

Antes de o evento começar, chegaram, timidamente, três estudantes do primeiro período de Ciências Sociais. Amanda Miranda e Mateus dos Santos foram levados por Maria Luiza Sovat, que ficou sabendo do debate por meio de uma amiga que cursa História. “Eu estou aprendendo muito nesse curso, coisas que eu era bem alienada e agora estou começando a abrir os olhos para perceber o que realmente acontece à nossa volta. Eu espero que esse debate abra novas portas de conhecimento, novos caminhos. Estou aqui para isso”, disse Maria Luiza.

O tema era o acesso à cidade por parte dos jovens negros, mas a discussão não se restringiu somente a este ponto e percorreu assuntos como a redução da maioridade penal, a invisibilidade da mulher negra na sociedade, políticas afirmativas, a formação de professores, o preconceito e a discriminação sofridos pelas religiões de matrizes africanas, entre outros.

Tania Mara fez questão que o público se colocasse em círculo. “A roda diz que todos estão incluídos, todos são participantes e estão percebendo o debate”. (Foto: Pollyana Lopes)

Tania Mara fez questão que o público se colocasse em círculo. “A roda diz que todos estão incluídos, todos são participantes e estão percebendo o debate”. (Foto: Pollyana Lopes)

Tania Mara, que trabalha diretamente com jovens menores de idade que cometeram algum tipo de infração legal, faz questão de ressaltar que a violência que eles praticam é, em sua grande maioria, uma resposta ao histórico de violência e abandono que eles sofrem. E destaca: “Para alegria de vocês, e minha, muitos meninos e muitas meninas conseguem romper e mudar a lógica que eles vinham seguindo. Eu já assisti histórias belíssimas daqueles que conseguiram uma oportunidade, foram trabalhar, já construíram família e hoje seguem suas vidas”.

 

DCE tem participado de várias atividades estudantis

Desde que foi formado, no fim do primeiro semestre, o DCE da FEUC vem participando de diversos movimentos em defesa da Educação, como o Congresso da UNE, realizado em Goiânia. De lá, os representantes foram a Brasília com a  Caravana da UNE se manifestar contra o projeto de redução da maioridade penal, que estava em votação. Na ocasião, foram recebidos pelo então ministro da Casa Civil, Aloízio Mercadante, e defenderam a manutenção do Programa Institucional de Bolsas de  Iniciação à Docência (PIBID).

Amplo e aconchegante como coração de mãe

 

Recém-criado, Diretório Central de Estudantes das FIC empossa na diretoria os 28 integrantes da chapa eleita, com objetivo de pulverizar ações e estimular participação de toda a galera

Por Tania Neves
emfoco@feuc.br

Flávio Santana é o presidente do recém-criado Diretório Central de Estudantes das FIC, e tem a auxiliá-lo na diretoria um grupo com nada menos que 27 pessoas — menor que o ministério Dilma Rousseff, é verdade, mas por ele poderia até ser maior: “Todos que se inscreveram na chapa estão na diretoria. Nosso objetivo é que todo mundo participe, e não aquela coisa de apenas alguns diretores decidindo. Então os cargos nas diretorias são múltiplos, com várias pessoas dividindo as atribuições”, esclarece o estudante.

Conversamos com seis integrantes do grupo no dia 3 de junho, quando alguns deles estavam de malas prontas para o 54º Congresso da UNE, que aconteceria dias depois em Goiânia. Gracielle Vicente, de Pedagogia; Paulo Vítor Medeiros, de Geografia; Flávio, Juan Pablo, Marcella Gouveia e Alano Vieira, todos de História, contaram um pouco sobre a criação da entidade e seus objetivos.

Flávio, Juan, Marcella e Graciele: malas prontas para a UNE. (Foto: Tania Neves)

Flávio, Juan, Marcella e Graciele: malas prontas para a UNE. (Foto: Tania Neves)

A ideia surgiu a partir de uma visita de Thiago José, aluno da UFF e então diretor de Comunicação da UNE, que veio convidar os estudantes a eleger um representante para ir em março ao 63º Conselho Nacional de Entidades Gerais (Coneg), fórum que reúne DCEs, Federações e Executivas de Cursos de todo o Brasil. Eles se empolgaram com a participação e a pauta do movimento — luta contra a precarização do ensino e o contingenciamento das verbas da Educação — e depois decidiram organizar uma eleição para o DCE. Fizeram propaganda de sala em sala, convocaram a participação dos colegas e conseguiram atrair 247 eleitores para o pleito. A chapa única teve 246 votos, o outro foi nulo. “Somente uma chapa se inscreveu, e consideramos que para uma primeira eleição era válido. Queremos primeiro nos unir, fazer o movimento, criar a cultura de DCE. As divergências, se surgirem depois, serão bem-vindas”, diz Flávio.

A pauta do grupo é promover o diálogo coletivo entre os alunos e a instituição, e lutar em conjunto com outras entidades estudantis por melhorias na Educação, como explica o presidente: “Por exemplo, nossa faculdade tem Prouni e Fies, que estão ameaçados com o corte de verbas. Vamos brigar pela continuidade desses programas. Reconhecemos que houve avanços na Educação nesses últimos governos, e não podemos perder isso de uma hora para outra”.

Os representantes que foram ao Congresso da UNE planejam realizar uma assembleia na FEUC para compartilhar com os colegas o que foi discutido e decidido por lá.