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Seletro aproxima estudantes do mercado de trabalho

A 6ª Semana dos cursos Técnicos em Automação Industrial e Eletrotécnica do CAEL trouxe temas relevantes e visão de mercado aos estudantes

Por Pollyana Lopes

Aconteceu, nos dias 13 e 14 deste mês, a 6ª Semana dos cursos Técnicos em Automação Industrial e Eletrotécnica do CAEL, a Seletro VI. O evento é mais uma das atividades desenvolvidas pela escola no sentido de debater temas atuais e relevantes para suas áreas de formação, e de aproximar os estudantes do mercado de trabalho. Nas palestras, foram discutidos temas como Sistemas de Posicionamento Dinâmico Offshore, Energias Alternativas e os Sistemas de Interface Homem Máquina.

Luiz Fernando Freire atualmente trabalha em um empresa de automação e falou sobre softwares de Sistemas de Supervisão e Aquisição de Dados. (Foto: Pollyana Lopes)

Luiz Fernando Freire atualmente trabalha em um empresa de automação e falou sobre softwares de Sistemas de Supervisão e Aquisição de Dados. (Foto: Pollyana Lopes)

O objetivo do evento, como explica o professor e coordenador do Técnico em Eletrotécnica, Diógenes Rocha, é apresentar, aos estudantes, a visão de profissionais experientes sobre o mercado. “O objetivo é justamente orientar, mostrar a vida profissional aos estudantes para que eles tenham uma noção do que eles vão encontrar lá fora, do que realmente faz aquele profissional, do que é exigido dele, quais atribuições ele recebe, e quais qualificações são importantes”.

A iniciativa é enaltecida pelos palestrantes. “Eu acho muito bacana essa troca de conhecimento, e deveria ser uma coisa constante. O aluno não precisa se deslocar para fazer uma orientação profissional com psicólogo se na escola ele tem uma semana em contato com diversos profissionais, de diversas áreas, para poderem orientar os jovens”, comentou Artur Cesar de Oliveira Ribeiro, engenheiro de Automação e Controle, que falou sobre Energias Alternativas.

Artur Cesar trouxe, para mostrar aos estudantes, o protótipo de placa de energia solar, que o professor Diógenes Rocha exibe orgulhoso. (Foto: Pollyana Lopes)

Artur Cesar trouxe, para mostrar aos estudantes, o protótipo de placa de energia solar, que o professor Diógenes Rocha exibe orgulhoso. (Foto: Pollyana Lopes)

Artur também defendeu a importância de sua área justificando que o país precisa diversificar a matriz energética para modos de produção com menos impactos ambientais. O tema despertou o interesse de estudantes como Erickson Rafael Villa de Oliveira, do 3º ano de Informática que, ao final da palestra, foi conversar com o palestrante sobre as placas de energia solar que ele viu em Campo Grande e sobre modos mais eficientes de utilizá-las. “Eu me interesso bastante pelo tema energia alternativa, ainda mais para analisar o aspecto político delas no Brasil”, declarou.

Mais um palestrante que aprova e estimula eventos como a Seletro é Luiz Antônio Pereira de Azevedo, que é engenheiro de Sistemas de Computação e trabalha em uma empresa petrolífera com ênfase em aplicações offshore e só este ano conseguiu um espaço na agenda para, enfim, aceitar o convite da professora Kattia Medeiros, Coordenadora dos Cursos Técnicos em Eletrônica e Automação. “Eu não tive, na minha época, essa oportunidade de alguém vir e fazer uma palestra sobre o mercado de trabalho. Então eu acho muito importante tentar passar um pouco da minha experiência, da minha vivência, para os alunos que estão prestes a entrar nesse mercado”, revelou.

Luiz Antônio destacou, em sua fala, a importância da postura profissional ética e pró-ativa dentro no ambiente corporativo. (Foto: Pollyana Lopes)

Luiz Antônio destacou, em sua fala, a importância da postura profissional ética e pró-ativa dentro no ambiente corporativo. (Foto: Pollyana Lopes)

Luiz Antônio também destacou um aspecto importante para os estudantes do CAEL: “A formação em nível técnico é fundamental. Na minha visão, hoje, o Brasil precisa de mais técnicos, não de muitos engenheiros”, avaliou.

A Seletro VI contou, ainda, com um churrasco de confraternização animado e informal, como encerramento.

Química do CAEL ganha prêmio em evento científico regional

Estudantes levam trabalho apresentado na EXPO X de 2015 para outros encontros e conquistam reconhecimento

Por Pollyana Lopes

Todos os anos, a EXPO X desafia os alunos do CAEL a colocarem em prática o conhecimento adquirido em sala de aula, e também a criatividade, na produção de trabalhos originais e inovadores. Foi a partir desse incentivo que as alunas Gabriella Lucena, Ana Paula de Oliveira e Beatriz Farias realizaram o trabalho “Obtenção de insumos industriais a partir de alumínio reciclado: economia e sustentabilidade”, que foi classificado em primeiríssimo lugar na EXPO X de 2015. Com isso, conquistou uma vaga na tradicional Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace), realizada em São Paulo. Mas as meninas não pararam por aí e inscreveram o projeto – que descreve como extrair um sal inorgânico (o aluminato de sódio) de embalagens de alumínio descartadas, com a finalidade de utilizá-lo como um coagulante em estações de tratamento de água – no XV Encontro da Regional Rio de Janeiro da Sociedade Brasileira de Química, que aconteceu na UFRJ, em abril.

As estudantes exibem, orgulhosas, os certificados de participação na Febrace e o prêmio do Encontro Regional da Sociedade Brasileira de Química. (Foto: Pollyana Lopes)

As estudantes exibem, orgulhosas, os certificados de participação na Febrace e o prêmio do Encontro Regional da Sociedade Brasileira de Química. (Foto: Pollyana Lopes)

Empolgadas com o aceite do trabalho, elas participaram da feira nos dois dias, mas não ficaram para a premiação, que aconteceria apenas na parte da noite do último dia. Qual não foi a surpresa quando uma das alunas recebeu, em casa, algumas semanas depois, o Prêmio  ngelo da Cunha Pinto, entregue aos três melhores trabalhos apresentados.

“A gente participou da feira e tudo mais, mas como o evento aconteceu no Fundão, ficaria muito tarde para a gente voltar para Campo Grande. Aí, um mês depois chegou o prêmio na minha casa, do nada, eu nem acreditei. Liguei pra uma, liguei para a outra, a gente começou a gritar dentro de casa”, contou Ana Paula.

“Eu estava dormindo, achei que fosse algum cartaz, não conseguia entender direito o que ela estava falando. Só quando eu abri nosso grupo na internet, li as mensagens e vi as fotos do prêmio que eu entendi”, acrescentou Beatriz.

 O projeto das jovens foi escolhido entre os 279 trabalhos inscritos e foi um incentivo a mais para que elas, que hoje estão no 3º ano do Ensino Médio, investissem na área. Ainda em dúvida sobre qual graduação cursar, elas se dividem entre Química Industrial, Engenharia Química e Biomedicina. Enquanto o momento da escolha não chega, elas se preparam para levar o trabalho para mais um encontro científico, a IV Semana de Pesquisa, Tecnologia e Inovação da Reunião Anual de Iniciação Científica da UFRRJ (RAIC 2016), ainda este mês.

Fórum de Educação 2015 foi festival de eventos acadêmicos

Com o tema “Não há docência sem discência: Dialogicidade como princípio para construção docente”, evento reuniu graduação e pós-graduação em torno de pesquisas e debates

A Orquestra da FEUC e o Coral Ecos Sonoros abriram a noite do primeiro dia do evento. (Foto: Pollyana Lopes)

A Orquestra da FEUC e o Coral Ecos Sonoros abriram a noite do primeiro dia do evento. (Foto: Pollyana Lopes)

Por Gian Cornachini, Pollyana Lopes e Tania Neves
emfoco@feuc.br

Dois dias de intensa atividade acadêmica, entre palestras, comunicações de trabalhos científicos, oficinas e sessões culturais. Assim foi o XVIII Fórum de Educação, Ciência e Cultura, que este ano incorporou não apenas o II Seminário Institucional de Iniciação à Docência (PIBID-FIC), como ano passado, mas também o VII Encontro de Pós-Graduação e o III Encontro de Iniciação à Pesquisa. Reunir os quatro eventos na mesma ocasião, segundo a professora Célia Neves, uma das coordenadoras da programação, teve o objetivo de estreitar o diálogo entre os vários cursos e as produções científicas dos diversos programas, como PIBID e PIC. “Há uma efervescência muito grande de projetos e discussões que estão sendo feitas em cada área, cada curso, sobretudo os grupos do PIBID, que fazem um trabalho espetacular nas escolas de ensino fundamental. E mais os trabalhos da pós, as pesquisas para monografias. Enfim, consideramos que costurar um diálogo entre todos esses atores, inspirados em Paulo Freire e a dialogicidade como princípio educativo, traria grandes resultados”, diz Célia.

De fato, a mistura foi boa. Porém, como toda experiência inovadora, teve alguns problemas, como remanejamentos de última hora que provocaram mudança de salas e alguns contratempos para aqueles que procuravam as atividades em que se inscreveram. Nada que a atuante equipe de monitores não resolvesse com presteza.

Monitores: fundamentais para o sucesso do evento

Uma nota à parte – dez, nota dez! – tem que ser dada a esse grupo que cuidou da parte operacional do evento. Desde a preparação das pastas até a orientação dos inscritos para acharem as salas onde estavam acontecendo as atividades, os monitores estiveram sempre atentos aos detalhes. “É natural haver mudanças de última hora num evento tão amplo. A gente está aqui com a listagem atualizada orientando todo mundo. A maioria compreende, apesar da chateação”, disse a aluna Ana Paula de Souza Matos, do 3º período de Matemática, que atuava com os colegas na entrada do auditório – todos com sorriso no rosto.

Uma parte do grupo de monitores posa para foto, minutos antes de se espalharem para seus postos

Parte do grupo de monitores posa para foto, minutos antes de se espalhar para seus postos (Foto: Tania Neves)

Ana Cristina Cavalcante, do 3º período de Pedagogia, estava entusiasmada com sua segunda experiência na monitoria. O único ponto negativo, segundo ela, foi não poder acompanhar todas as atividades que queria, mas a vivência adquirida compensou. “Tive contato com professores de todas as áreas de ensino da instituição e absorvi tudo que pude no tempo que tive”, afirmou a aluna, completando: “Ressalto a importância desses fóruns na vida acadêmica dos alunos. Além de desenvolver competências necessárias no meio escolar, nos torna ativos e responsáveis dentro dos eventos propostos pela academia”.

Rosana Benatti em palestra sobre letramento: encantando alunos (Foto: Tania Neves)

Rosana Benatti em palestra sobre letramento: encantando alunos e alunas com sua fala (Foto: Tania Neves)

Maria Francicleide, do 4º período de Pedagogia, fez monitoria de manhã e participou dos eventos da noite. Como aluna e tiete! “Eu amo meus professores! Eles abrem leques de possibilidades para a gente pensar”, disse ela, durante a palestra sobre Práticas de Letramento, da professora Rosana Benatti: “Ela não é sensacional?”, derreteu-se a aluna. Lá na frente, Rosana encantava a plateia com seus exemplos sobre o papel do professor no processo de ensino e aprendizagem. “Eu preciso gostar de ler, se quero que meus alunos leiam. A mesma coisa vale para a família: se a criança vê o pai e a mãe lendo, ela será uma leitora”, pontuava a professora, compartilhando com os alunos a experiência acumulada em seus muitos anos de prática: “Não cabe ao professor ditar o que a criança deve fazer e puni-la se fizer errado. Você primeiro permite que ela produza, para então intervir. Se ela escreve cachorro com x, está no processo de aprender. Você reconhece isso e então explica que na nossa língua se escreve de outro modo, por tal e tal motivo, e assim vai monitorando o aprendizado dela”.

Bolsistas do PIBID revelam seu diálogo com as escolas de ensino fundamental

Com a finalidade de mostrar um pouco dos projetos que os bolsistas têm desenvolvido em escolas públicas da região, o II Seminário Institucional de Iniciação à Docência foi além: revelou o quão importante é o programa para o desenvolvimento do aluno, como conta a coordenadora do PIBID/FIC, professora Maria Licia Torres: “O Governo está cortando verba e bolsas do PIBID, e a gente está mostrando que aqui na FEUC o trabalho está sendo feito, está dando certo. Os alunos amadureceram e estão colocando a mão na massa, aplicando jogos, praticando a teoria. É de um enriquecimento maravilhoso”, destacou a professora.

Allan lembrou que o PIBID coloca bolsistas em contado com professores há tempo longe da academia (Foto: Gian Cornachini)

Allan lembrou que o PIBID coloca bolsistas em contado com professores há tempo longe da academia (Foto: Gian Cornachini)

Durante os dois dias do evento, estudantes de diversos subprojetos apresentaram suas ideias, metodologias e resultados dos trabalhos desenvolvidos ao longo do ano. O bolsista Allan Felipe Santana Fernandes, do 6º período de História, apontou uma constatação com a experiência no colégio Raja Gabaglia: “O PIBID tanto beneficia os bolsistas quanto os professores, que muitas vezes não têm oportunidade de dar uma aula diferenciada por estarem há tanto tempo no colégio e longe do ambiente acadêmico”, relatou Allan.

Grupo trabalha com literaturas africanas e afrodescendentes (Foto: Gian Cornachini)

Grupo trabalha com literaturas africanas e afrodescendentes (Foto: Gian Cornachini)

Thiago da Silva Rodrigues, do 5º período de Letras-Inglês e bolsista do subprojeto Interdisciplinar, expôs com seu grupo a criatividade com que tem disseminado as literaturas africanas e afrodescendentes. Eles apresentaram uma fotonovela sobre o conto “Meu toque”, do escritor angolano Boaventura Cardoso, e um teatro com fantoches e cenários montados na própria roupa dos narradores sobre o livro “As tranças de Bintou”, da autora Sylviane Anna Diouf, oferecendo ao público a oportunidade de intervir no desfecho da história. “O mesmo processo que a gente sofreu com a colonização, a África também sofreu. Nós tratamos isso através da Literatura, com os contos sobre as histórias e tradições africanas, até para desmistificar o ideal que temos da África, aquele de pobreza, ebola, criança com fome e morte”, explicou Thiago.

Já o bolsista Willyan Peterson Borges Bispo, do 4º período de Matemática e recém-integrante do subprojeto de seu curso, testou com os estudantes um jogo de dominó matemático que será aplicado em breve nas séries iniciais do Ensino Fundamental, no colégio Baltazar Lisboa. “Eu quero mostrar que é possível adaptar qualquer tipo de jogo para ensinar as operações matemáticas de um modo mais divertido, para estimular a atenção da criança e fazer com que ela aprenda ao mesmo tempo em que se diverte”.

VII Encontro de Pós-Graduação foca na didática do ensino superior

Além de contribuir com um peso a mais no currículo do pós-graduando, o VII Encontro de Pós-Graduação foi aberto também aos graduandos e permitiu que os alunos das faculdades conhecessem os temas e metodologias dos cursos da Pós — que, inclusive, têm uma disciplina comum: “Didática do Ensino Superior”. Foi com o intuito de esclarecer a importância desta cadeira que o evento foi planejado, levantando a importância da didática no ensino superior em áreas específicas, como a formação continuada de gestores, pedagogos, pscicopedagogos e professores da educação básica.

"Falta aos professores o entendimento de uma didática do ensino superior”, explica a professora Gabriela Barbosa. (Foto: Pollyana Lopes)

“Falta aos professores o entendimento de uma didática do ensino superior”, explica a professora Gabriela Barbosa. (Foto: Pollyana Lopes)

A coordenadora de Extensão, Pós-Graduação e Pesquisa das FIC, professora Gabriela Barbosa, explica a relevância do tema para os futuros pós-graduados: “Muitas vezes o indivíduo entra para dar aula porque ele é especialista naquele assunto, mas não tem noção de didática, e ele, muitas vezes, acaba afastando o aluno de graduação do curso”, aponta ela, que tem uma preocupação particular com o assunto: “Sou oriunda de um curso que tem especificamente essas características, no caso, a Matemática. Os cursos de Matemática começam com turmas enormes e chegam ao fim com pouquíssimos alunos concluindo, mas por quê? Porque falta aos professores o entendimento de uma didática do ensino superior”, avalia.

A aplicabilidade da didática não se restringe à sala de aula, como explica a professora Célia Maria Pacheco Cruz, que ministrou palestra voltada para os profissionais ligados à gestão de pessoas, de negócios, sistema de informação e gestão educacional: “Eu tento mostrar às pessoas que, se tem alguém ensinando e tem alguém aprendendo, há didática! Isso acontece em qualquer nível, em qualquer segmento, em qualquer profissão desse mundo. Então, por que não perceber e usar a didática na gestão? Na parte administrativa de uma empresa? Por que acreditar que didática é algo acadêmico e não está em outros segmentos?”, questiona.

Já a professora Sônia Ferreira Folena, que falou sobre o papel da didática no ensino superior na formação de professores da educação básica, destacou a necessidade de não se perder seu uso quando se ensina a jovens ou adultos: “A minha discussão, hoje, é no sentido de reforçar a preocupação que a gente precisa ter, em todas as esferas da educação, com o processo de ensino e aprendizagem. Porque se o processo de ensino não desembocar num processo de aprendizagem, ele se torna vazio”.

III Encontro de Iniciação à Pesquisa mostrou trabalhos realizados na Zona Oeste

Também integrado ao Fórum de Educação, Ciência e Cultura, o III Encontro de Iniciação Científica proporcionou aos bolsistas a oportunidade de apresentarem suas pesquisas. Atualmente há três projetos em andamento, sendo dois deles com um bolsista cada, e o terceiro com quatro bolsistas. Um deles é o “Rural-Urbano no entorno do Parque Estadual do Mendanha”, que tem orientação da professora Rosilaine Silva e o objetivo de buscar compreender o modo como se dá a ocupação do parque por moradores e agricultores, e a relação que eles mantêm com o território e com os aparatos estatais, além da história de ocupação da área, a agricultura familiar em vigor e a questão agrária envolvida.

Luiz Alexandre, Raquel e Cesar apresentaram o trabalho que estão desenvolvendo no projeto "Rural-Urbano no entorno do Parque Estadual do Mendanha". (Foto: Pollyana Lopes)

Luiz Alexandre, Raquel e Cesar apresentaram o trabalho que estão desenvolvendo no projeto “Rural-Urbano no entorno do Parque Estadual do Mendanha”. (Foto: Pollyana Lopes)

A pesquisa foi apresentada por três dos quatro bolsistas do projeto, e o aluno Luiz Alexandre Monteiro Alves, do 4º período de Geografia, resumiu o trabalho: “Lemos artigos e livros sobre agricultura familiar, questões agrárias e a urbanização na Zona Oeste. Depois entramos na parte da história oral, das entrevistas, e entrevistamos o gestor do parque para saber o lado do ambientalista; e também os moradores, para conhecer melhor o lado deles”, conta Luiz. “Eles estão tendo problemas na área porque, antigamente, quando as famílias deles foram pra lá, o parque ainda não havia sido implantado e eles podiam plantar qualquer cultivo, podiam ter suas criações, o que se tornou um problema com a institucionalização do Parque Estadual do Mendanha, em 2013”, relata.

A apresentação das pesquisas demonstrou a importância do PIC-FIC para a comunidade acadêmica. “Existem alunos que, por questões de trabalho, ou por outras questões pessoais, não podem ser contemplados com bolsas do governo. Então, aquela bolsa de 20% da FEUC, que parece tão pouco se comparada ao PIBID, para algumas pessoas tem uma função. Além do mais, os projetos que a gente tem hoje são mais de pesquisa específica em determinada área do conhecimento, e já fogem um pouco da discussão da docência”, explica a professora Gabriela Barbosa, que coordena o PIC-FIC.

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Próxima parada: Febrace e Mostratec

 

Dois trabalhos de estudantes do CAEL para a Expo X garantiram espaço em mostras técnicas de feiras em São Paulo e Rio Grande do Sul

Por Gian Cornachini
emfoco@feuc.br

A Expo X contou com duas novidades este ano: a primeira foi a antecipação do evento de novembro para o final de outubro. Assim, aconteceu simultaneamente e em clima de muita tecnologia e inovação com a FEUCTEC, a semana dos cursos de Licenciatura em Computação e Sistemas de Informação das FIC. A segunda foi a inserção do Colégio não só na Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace) — como vinha acontecendo nos anos anteriores — mas também na Mostra Brasileira de Ciência e Tecnologia (Mostratec), uma feira internacional que acontece anualmente em Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul. E isso graças à qualidade dos projetos apresentados pelos estudantes, como explica Carlos Vinícius Nascimento, coordenador do Ensino Técnico do CAEL: “Do ano passado para cá, os níveis dos projetos foram ainda melhores que nos anos anteriores. Teve grupos que estavam há três anos aprimorando seus trabalhos. Isso possibilitou que a gente conseguisse escolher mais de um projeto para participar nas duas feiras”, destaca ele.

A Febrace é da Química

Matheus Calixto, Aymée Ninck e Gabriel Moreira, ambos estudantes do 3º ano de Química, saltaram do 3º lugar do curso na Expo X de 2013 para o 1º nesta edição. E não pararam aí. O projeto “Fármaco à base de urucum” foi escolhido o melhor para representar o CAEL na mostra da   Febrace em março de 2015. O trabalho consiste em utilizar o urucum (fruto que origina o colorau) para fabricar um pesticida que repele os insetos, em vez de matá-los, e um remédio natural para o controle do mau colesterol. O grupo já tinha utilizado o urucum na Expo X do ano anterior para fazer tintas não tóxicas, e desta vez acabou aprimorando os estudos com a planta para a criação de novos produtos.

Aymée, Matheus e Gabriel irão à Febrace apresentar seus fármacos elaborados com urucum

Aymée, Matheus e Gabriel irão à Febrace apresentar seus fármacos elaborados com urucum

“As substâncias extraídas da casca do urucum mostraram-se tóxicas, e com elas nós elaboramos o pesticida. Já com as sementes, conseguimos extrair um líquido e deixá-lo secar até obter um pó, que pode se tornar um comprimido ou ser utilizado como tempero”, detalha Matheus. “Não altera o sabor da comida, só agrega cor e ajuda a reduzir o LDL, que é o mau colesterol”, afirma.

Se vencer na Febrace, o projeto garantirá uma vaga na Intel ISEF, feira internacional de ciências e engenharia realizada pela Intel, nos Estados Unidos, e destinada a estudantes que ainda não chegaram à graduação. Em 2003, 2006 e 2012, alunos do CAEL conseguiram alcançar uma vaga na feira norte-americana com projetos dos cursos de Edificações, Eletrônica e Química.

A Mostratec é da Eletrônica

“O projeto é fantástico e de altíssima relevância”. Assim define Diógenes Rocha, coordenador de Eletrônica, o projeto “Energia Alternativa Seebeck” (E.A.S.) dos estudantes Rodrigo Paiva e Thaylan de Oliveira, do 3º ano do curso. Apesar de a ideia ter sido concebida apenas em julho, em três meses a dupla conseguiu desenvolver um protótipo voltado para a área de energia alternativa e, ainda, garantir uma vaga na Mostratec. O “fantástico” dito pelo professor Rocha se resume na proposta do projeto: gerar energia elétrica a partir do calor dissipado por máquinas como caldeiras e fornos.

Thaylan e Rodrigo tiveram o projeto de energia alternativa escolhido para ir à Mostratec. (Foto: Gian Cornachini)

Thaylan e Rodrigo tiveram o projeto de energia alternativa escolhido para ir à Mostratec. (Foto: Gian Cornachini)

Em testes utilizando quatro pastilhas de conversão de calor submetidas à temperatura de 200º C, Rodrigo e Thaylan conseguiram gerar 7,7 volts — tensão suficiente para ligar pequenas lâmpadas. O próximo passo é submeter as placas a temperaturas ainda mais altas para gerar tensão e armazenar energia que mantenha, por exemplo, salas de indústrias com lâmpadas e ventiladores ligados. “Temos uma sequência de testes a fazer ainda para poder apresentar os resultados na Mostratec. A gente não quer ir para uma feira internacional e fazer feio. Estamos focados em trabalhar para fazer o melhor”, ressalta Rodrigo, que valoriza a dedicação de estudantes aos trabalhos para a Expo X: “Os projetos fazem você se empenhar e estdudar mais. Não é só para passar de ano, mas para aprender, disputar e ganhar”.

Ainda que o CAEL tenha o direito de enviar dois projetos para as feiras por ser associado a elas, alguns estudantes estão competindo por fora. É o caso de Phelipe Lima, Gabriel Freitas e Daniel Ferreira, do 3º ano de Eletrônica, que tentam uma vaga na Febrace com a “Central de Monitoramento de Águas”, protótipo de um sistema que checa o abastecimento hídrico de residências e gera um alerta, inclusive via internet, do nível da água a fim de economizá-la. “Nosso projeto nasceu em 2012 e cresceu bastante este ano. Mandamos o resumo para a Febrace e estamos ansiosos. Queremos representar o CAEL lá e dar visibilidade à nossa ideia”, conta Phelipe, animado e esperançoso.

Daniel, Phelipe e Gabriel esperam aceite da Febrace para projeto de Eletrônica. (Foto: Gian Cornachini)

Daniel, Phelipe e Gabriel esperam aceite da Febrace para projeto de Eletrônica. (Foto: Gian Cornachini)

Em pauta, as ousadias necessárias à educação

 

Encontro acadêmico interdisciplinar do dia 1º de novembro foi rico em reflexões e trabalhos apresentados por alunos, professores e convidados

Por Tania Neves
emfoco@feuc.br

O tema “Educação e ousadia: teoria e prática em projetos emancipatórios”, do XVII Fórum de Educação, Ciência e Cultura, teve o mérito não apenas de proporcionar palestras e apresentações de altíssimo nível, mas também o de reunir um público atento e interessado em discutir as delicadas questões que cercam o fazer pedagógico – e que são, naturalmente, instigantes e envolventes.

Na palestra de abertura, a doutora em Educação Daniela Patti – que foi coordenadora de Pedagogia das FIC entre 2005 e 2008 e hoje é vice-diretora da Faculdade de Educação da UFRJ – elencou uma série de ousadias indispensáveis nesse campo, entre elas a de defender uma educação democrática, pública, laica, inclusiva e ética. Alunos e alunas participaram ativamente do bate-papo, levando dúvidas e exemplos de seu dia a dia como professores ou estagiários, de modo geral sintonizados com a mensagem positiva da palestrante: “Quem escolhe ser professor vai ser afetado pela realidade do aluno e vai também afetar. O cenário é difícil, mas é importante deixar claro ao aluno que ‘eu me importo’, embora essa relação afetiva não implique em deixar de ter critério e um certo distanciamento crítico”, ensina.

Dividindo a mesa com ela, Leandro Tartaglia, mestre em Geografia pela UFF, abordou um exemplo concreto de ousadia em educação: as oficinas de grafite que desenvolve com alunos do Colégio Pedro II, onde leciona. É a partir desse mapeamento da arte urbana presente nas paredes e muros da cidade que o professor captura a atenção de seus alunos para discussões mais profundas sobre território, uso cultural e político do espaço urbano e outros temas da disciplina: “A escola tem esse papel, de estimular a discussão sobre cidadania”.

A tarde foi reservada para apresentações de vivências e trocas de experiências. Na Sala de Vídeo da Biblioteca, alunos e alunas falaram de suas pesquisas de Iniciação Científica em andamento e os projetos que começam a desenvolver no PIBIB. E no Auditório aconteceram as “Práticas pedagógicas para uma nova formação docente”, com relatos de resultados de projetos realizados tanto por estudantes e professores da casa quanto por convidados (cobertura completa no link http://migre.me/nb7Ip).

 

Revista Khora - FEUCESPAÇO RESERVADO PARA A PRODUÇÃO CIENTÍFICA

Texto Box:  Após breve reformulação em seu projeto inicial, a Khóra: Revista Transdisciplinar já está novamente no ar, e foi apresentada ao público pelo professor Flávio Pimentel. A publicação científica eletrônica dos cursos de Ciências Sociais, Geografia, História e Pedagogia tem periodicidade semestral e pode ser acessada em http://www.site.feuc.br/khora/index.php/vol. Está aberta a submissões de artigos inéditos; sinopses e resenhas; capítulos de teses, dissertações e monografias; entrevistas, relatos e projetos, entre outros textos científicos. O número de estreia contém dois dossiês temáticos: “Perspectivas da educação pública do RJ: construindo caminhos para além da educação como mercadoria” e “Transformações sócio-territoriais em Campo Grande”.

 

Mergulhado em estudos sobre território e manifestações culturais no campo da música, o ex-aluno de Geografia Demetrius Silva Gomes apresentou no Fórum o seu trabalho “O pagode da década de 90, um estudo sobre a imagem do negro na mídia”, feito este ano para a Semana da Cultura do Cefet, onde ele cursa o mestrado em Relações Étnico-Raciais. O tema da dissertação de Demetrius, porém, é outro: “Diálogos entre Milton Santos e Os Racionais”, em que traça um paralelo entre a produção artística do grupo musical e os ensinamentos do geógrafo sobre o diálogo entre o local e o global, mostrando que o lugar sempre reproduz o que acontece no mundo: “Apresentei os dois temas para a Semana Cultural, o da minha pesquisa de mestrado e o outro sobre o pagode, mas preferiram que eu desenvolvesse o do pagode”, conta Demetrius.

Formado em Geografia pelas FIC, Demetrius leciona em dois colégios do Estado e cursa o mestrado no Cefet-RJ. (Foto: Gian Cornachini)

Formado em Geografia pelas FIC, Demetrius leciona em dois colégios do Estado e cursa o mestrado no Cefet-RJ. (Foto: Gian Cornachini)

O interesse, ele percebeu, teve a ver com o ineditismo da proposta: ao iniciar a pesquisa, constatou não haver trabalhos acadêmicos relacionando a presença do negro na mídia com os ritmos musicais que entram e saem de moda, como foi o pagode nos anos 90. “Houve uma avalanche midiática explorando a imagem dos negros: por exemplo, quatro periódicos se dedicavam exclusivamente ao pagode e todo programa de TV com atrações artísticas sempre tinha um grupo de pagode e muitos convidados negros. Foi o pagode perder protagonismo e os negros sumiram da TV de uma hora para a outra”, diz Demetrius, que pensa em adotar o tema num futuro doutorado.

Já a pesquisa de mestrado, relacionando Milton Santos e Os Racionais, Demetrius conta que surgiu de sua monografia de fim de curso nas FIC, orientada pela professora Regina Celi Pereira. “Saí daqui com um projeto redondinho e passei em primeiro lugar para o mestrado no Cefet”, lembra o ex-aluno, não economizando elogios à orientadora e aos demais professores de seu curso: “A Regina foi fantástica, e toda a formação que recebi aqui em nada fica a dever às grandes universidades. Sei disso porque convivo com os egressos delas no mestrado e em outros ambientes”.

FEUC inspirou o tema do pós-doc

Daniela Patti conta que matutava um tema para desenvolver em seu pós-doutorado, em 2010, quando “caiu a ficha” de algo que esteve o tempo todo na sua frente, no período em que atuou na FEUC: a criação do Programa Universidade para Todos (ProUni). “Como esta política pública teria impactado na vida dos primeiros bolsistas após o término de seus cursos?” – ela se perguntou. E saiu em busca de respostas.

Foi assim que a professora definiu sua pesquisa de pós-doc na Fundação Getúlio Vargas, na linha de Políticas para o Ensino Superior – “O ProUni e o acesso ao Ensino Superior: estudo introdutório sobre os usuários do programa na Zona Oeste do município Rio de Janeiro” – com  o objetivo de avaliar os impactos daquela política pública voltada para a inclusão no ensino superior privado de alunos que, sem ela, não teriam a chance de cursar a faculdade.

Daniela na Faculdade de Educação: ProUni melhorou a vida dos destinatários da política. (Foto: Tania Neves)

Daniela na Faculdade de Educação: ProUni melhorou a vida dos destinatários da política. (Foto: Tania Neves)

Daniela escolheu duas IES de Campo Grande para seu estudo, uma delas a FEUC, e buscou ouvir bolsistas que ingressaram em 2005 e 2006 (os dois primeiros anos do ProUni) e se formaram entre 2008 e 2009. A maioria absoluta dos entrevistados relatou mudanças positivas: “Entre outras coisas, passaram a ter um trabalho melhor e mais bem remunerado, serviram de estímulo para parentes e amigos também fazerem faculdade e ampliaram seus horizontes sociais”, afirma a professora, reforçando sua convicção de que o ProUni é uma política vitoriosa. E ela contesta os que tacham o programa de neoliberal, por destinar dinheiro público para a educação privada: “Esse dinheiro não é retirado da universidade pública. E, mesmo que fosse usado para reforçá-la, provavelmente não atenderia a esse aluno que o ProUni atende, o aluno trabalhador, da periferia, que quase sempre só consegue estudar à noite e perto de casa”.

O resultado da pesquisa de Daniela será lançado ano que vem no livro “Democratização e acesso à educação superior: o ProUni em curso”, que reúne diversos trabalhos realizados sobre esta política pública de educação em várias partes do Brasil.

Dois lançamentos editoriais

Explorar o estudo da Geografia a partir das manifestações culturais enraizadas nos territórios é a proposta das pesquisas desenvolvidas por esses dois jovens mestres que vieram à FEUC debater seus trabalhos com nossos licenciandos. Leonardo de Castro Ferreira e Leandro Tartaglia são o mais perfeito exemplo do “professor que se importa”, delineado por Daniela Patti em sua palestra: aquele que ouve o aluno, penetra em seu universo e extrai daquela realidade subsídios para problematizar as questões de sua disciplina, fazendo da prática de ensino uma oportunidade de produzir conhecimento em conjunto com os alunos. Ambos transformaram suas dissertações de mestrado em livros – que vale a pena conhecer.

ORGANIZAÇÃO DOS TERRITÓRIOS PELA MÚSICA

Livro Territorios do Funk CariocaTERRITÓRIOS DO FUNK CARIOCA: DO CIRCUITO MARGINALIZADO AO ESPETACULARIZADO, de Leonardo de Castro Ferreira. Editora Multifoco/Mil Palavras. R$ 45. A publicação pode ser adquirida em www.editoramultifoco.com.br.

Conduzindo-se pela ordem espacial, o autor levanta uma discussão sobre a dinâmica de produção/apropriação dos territórios do funk carioca. Trata-se de uma obra de referência para a renovação do pensamento a respeito da geografia, que parte do marco teórico da chamada geografia marginal e outras geografias, com o propósito de trabalhar a música como expressão sociocultural e que também interfere na organização dos territórios.

O USO POLÍTICO-CULTURAL DOS ESPAÇOS

capa - geograffitis - 011014GEOGRAFFITIS: UMA LEITURA GEOGRÁFICA DOS GRAFFITIS CARIOCAS, de Leandro Tartaglia. Editora Multifoco/Luminária Academia. R$ 40. A publicação pode ser adquirida em www.editoramultifoco.com.br.

Partindo de sua trajetória de grafiteiro e o desejo de aliar a geografia com as manifestações artísticas, o autor desenvolve uma envolvente reflexão sobre a origem do grafite e o modo como ele se inscreve no dia a dia da cidade e das pessoas. Leandro apresenta o grafite como uma das mais relevantes manifestações culturais urbanas dos últimos 20 ou 30 anos, destacando a espontaneidade de sua linguagem e sua função no uso político-cultural dos espaços.

Cursos de Computação divulgam vídeos de palestras da XIV FEUCTEC

 

Um vasto conteúdo sobre o evento está disponível na internet, incluindo um boletim informativo especial sobre a 14ª edição da FEUCTEC

Da redação
emfoco@feuc.br

FEUCTEC 2014 NO YOUTUBESe você perdeu a XIV FEUCTEC ou gostou muito de uma palestra e queria revê-la, fique tranquilo. Os cursos de Licenciatura em Computação e Bacharelado em Sistema de Informação (BSI) compartilharam no YouTube uma série de vídeos da semana acadêmica, que aconteceu de 27 a 31 de outubro. Entre os palestrantes de destaque, estiveram presentes o humorista Cezar Maracujá, do canal de vídeos no YouTube “Parafernalha”; os irmãos Marcos e Matheus Castro, famosos por publicar vídeos na internet voltados para o público “nerd”; e Gustavo Nader, diretor de dublagem na empresa global de jogos Blizzard.

As palestras e outros vídeos da semana podem ser conferidos na playlist “XIV FEUCTEC – 2014”, no canal FEUCOMP. Clique aqui para acessá-la.

Foi disponibilizado também o Boletim Informativo FEUCOMP de número 5 em uma edição especial com 51 páginas sobre a FEUCTEC, contendo diversos textos escritos por estudantes que participaram do evento. O periódico é uma publicação on-line dos cursos de computação das FIC veiculada a cada dois meses com o objetivo de informar estudantes, professores e demais interessados sobre eventos da Licenciatura em Computação e BSI, parcerias e novidades a respeito do universo da Tecnologia da Informação. Para acessar a edição 5 do Boletim Informativo FEUCOMP, clique aqui.

DVD Virtual FEUCTEC 2014E se você tiver interesse em baixar todo esse conteúdo, além dos currículos dos palestrantes, fotos do evento, materiais utilizados nas oficinas e vídeos de entrevistas, está on-line o DVD Virtual FEUCTEC 2014. Se preferir apenas visualizar os arquivos sem baixá-los, também é possível. Clique aqui para acessar o DVD Virtual FEUCTEC 2014.

É dada a largada das semanas de ciência e tecnologia da FEUC

 

Primeiro dia do evento contou com palestra de representante da Microsoft e de ator do canal de vídeos ‘Parafernalha’

Por Gian Cornachini
emfoco@feuc.br

Por meio de uma parceria inédita, começaram ontem, simultaneamente, a 15ª Expo X do CAEL e a 14ª FEUCTEC, ambas as semanas de ciência e tecnologia dos cursos técnicos do Colégio e das graduações em informática das FIC. Os dois eventos foram unidos em uma grande feira a fim de divulgar trabalhos inovadores que estudantes do CAEL vêm fazendo durante o ano todo e, também, promover palestras e oficinas sobre diversos temas relacionados ao universo da computação.

Estudante das FIC e representante da Microsoft anuncia Copa de Aplicativos

A semana dos cursos de informática das FIC foi iniciada às 8h30min de ontem, dia 27, com a palestra de Carlos Augusto de Carvalho, estudante do 5º período de Bacharelado em Sistemas de Informação e membro da equipe Microsoft Student Parner (MSP), um dos 20 brasileiros escolhidos pela Microsoft para ser porta-voz da gigante da tecnologia nas universidades. Segundo Carlos, ser um “MSP” é ter um treinamento oficial da Microsoft de graça, cursos de formação em jogos, aplicativos e outras tecnologias, além de acesso a 2 Terabytes de informações da empresa e a produtos com exclusividade.

Carlos Augusto, estudante de BSI nas FIC, é um Microsoft Student Partner, porta-voz da Microsoft nas universidades. (Foto: Gian Cornachini)

Carlos Augusto, estudante de BSI nas FIC, é um Microsoft Student Partner, porta-voz da Microsoft nas universidades. (Foto: Gian Cornachini)

“No momento, a Microsoft está focada no desenvolvimento de aplicativos, tanto mobiles quanto para desktops”, contou Carlos. “Essa semana, terá aqui na FEUC a Copa de Aplicativos local, que é um evento oficial da Microsoft que eu estou organizando”, anunciou o estudante.

Como MSP, Carlos promoverá o evento que vai premiar o primeiro colocado com o videogame XBOX 360, o segundo com um smartphone Nokia Lumia e o terceiro com um mouse sem fio. Ganha quem fizer o melhor aplicativo, e o concorrente não precisa saber de programação. Para isso, Carlos indicou a utilização da ferramenta Windows App Studio (http://appstudio.windows.com/), na qual ele garante que é possível criar um aplicativo em apenas dez minutos e de maneira muito simples.

“A ideia da Copa de Aplicativos é fomentar a criação de apps no Brasil e utilizar ferramentas sem a necessidade de programação. Apesar de ser sem programação, não significa que o app não vai ser legal”, afirmou Carlos, contando a importância de o estudante se lançar na criação de aplicativos: “O mercado de aplicativos é uma verdadeira corrida ao ouro. Na área de T.I, as empresas estão pedindo portfólios de aplicativos que você criou, porque se você é da área de T.I e não criou nenhum ainda, você está por fora”.

Ator e roteirista do ‘Parafernalha’ dá dicas de criação de vídeos para o YouTube

A FEUCTEC, que seguiu com mais palestras durante a manhã e noite de ontem, teve um dos momentos mais aguardados às 20h. Para este horário estava confirmada a presença do ator e roteirista Cezar Maracujá, integrante do canal de vídeos de humor no YouTube “Parafernalha” (o terceiro maior no Brasil, que conta com mais de 5 milhões de assinantes). Cézar foi convidado a dar a palestra “Roteiros e Produções para YouTube”.

Cezar Maracujá deu a palestra 'Roteiros e Produções para YouTube'. (Foto: Gian Cornachini)

Cezar Maracujá deu a palestra ‘Roteiros e Produções para YouTube’. (Foto: Gian Cornachini)

O roteirista explicou que o avanço das tecnologias não dá muito espaço para amadorismo na criação de vídeos para o YouTube, pois antigamente não havia no site parâmetros para comparar a qualidade das produções de seus usuários: “No início do YouTube, a gente filmava com uma webcam e fazia sucesso. Hoje, até uma criança critica o áudio de um vídeo que está ruim, porque a gente tem referência na internet do que está bem feito”, disse Cezar.

Portanto, a primeira dica do ator é se preocupar com a qualidade da imagem e do áudio: “O áudio, eu acho que ainda é o principal, porque se a pessoa não entendeu a fala, perdeu a piada”, observou ele. Outra dica de Cezar foi em relação à originalidade do vídeo. Segundo o roteirista, o ideal é você nunca tentar imitar ninguém, porque os internautas não aprovam isso: “Ou você cria algo totalmente novo ou pega uma coisa que você gosta de um vídeo, outra coisa de outro e cria algo novo, em um novo formato”, ressaltou.

Em relação ao conteúdo, Cezar contou que um dos segredos de sucesso do canal Parafernalha é o tempo de duração dos vídeos e a capacidade de prender o internauta de modo que ele goste e compartilhe nas redes sociais: “Você tem que agarrar a galera logo de início. Se o vídeo não comprar você no início, a galera vai sair, vai pro Facebook conversar…”, observou. “O vídeo também não pode ser muito longo, se não cansa. Nós fazemos esquetes de dois a quatro minutos, estourando. E nesse tempo, você tem que conseguir englobar tudo: um início legal, o meio pode dar uma caída, mas o final tem que ser ‘top’, porque aí a pessoa vai querer compartilhar, porque se o final for ruim, a pessoa esquece de tudo de legal que veio antes e perde a vontade de compartilhar”.

Assista a um dos vídeos do canal ‘Parafernalha’ com a atuação de Cezar Maracujá

Ao fim de sua palestra, Cezar reforçou que a internet é um dos melhores lugares para revelar talentos, cargo que antes estava mais na posse de TVs: “Você não precisa estar na TV para mostrar que é capaz de alguma coisa. Hoje, você tem uma ideia, chama os amigos e faz. Qualquer um pode fazer o que quiser, a hora que quiser e jogar no YouTube. E se a galera curtir, continue fazendo”, concluiu o ator.

Expo X é aberta com presidente da FEUC: ‘Cabe a vocês, na área da tecnologia, fazerem um mundo melhor’

A abertura oficial da Expo X aconteceu na manhã de ontem, a partir das 10h, em uma cerimônia que reuniu o presidente da FEUC, professor Durval Neves da Silva; a diretora de Ensino da instituição, professora Arlene da Fonseca Figueira; a diretora do CAEL, a coordenadora do Ensino Médio e o coordenador do Ensino Técnico, Regina Sélia Iápeter, Jane Innocencio e Carlos Vinícius Nascimento, respectivamente; o coordenador dos cursos de informática das FIC, professor Rodrigo Neves; e o assessor da presidência da FEUC, professor Rafael Neves.

A fala inicial de abertura foi do presidente da FEUC, o professor Durval, que contou estar passando por dois sentimentos naquele momento: um de frustração e outro de satisfação. Segundo o professor, o sentimento de frustração é por não ter cursado sua formação de eletrônica no CAEL, e sua satisfação é em ver os estudantes do Colégio mais envolvidos com a ciência e inovação a cada ano: “Vocês, juventude, não só se renovam, mas inovam – que é a grande palavra do mundo do conhecimento hoje”, disse ele.

Professor Durval Neves, presidente da FEUC, discursa em abertura da Expo X. (Foto: Gian Cornachini)

Professor Durval Neves, presidente da FEUC, discursa em abertura da Expo X. (Foto: Gian Cornachini)

Durval lembrou de estudantes que se formaram no Colégio e que hoje estão muito bem empregados, e aconselhou que o conhecimento de cada aluno seja aplicado na transformação do mundo: “O CAEL tem rompido os muros daqui do nosso perímetro institucional e brilhado lá fora. E cabe a vocês, na área de tecnologia, fazerem um mundo melhor, pois a tecnologia não pode fazer da gente estéril na emoção, mas ajudar a buscar alternativas para que o mundo seja cada vez melhor e mais justo”, concluiu o presidente.

A Expo X está com 130 estandes montados no pátio e quadra da FEUC. A visitação é aberta ao público externo, que poderá conferir até sexta-feira trabalhos técnicos e científicos de estudantes do Ensino Fundamental e Médio. Já as atividades e informações sobre palestrantes da FEUCTEC podem ser conferidas no site a seguir: http://www.feucomp.info/feuctec/2014.

Expo X e FEUCTEC começam segunda

 

Uma semana inteira de ciência, tecnologia e inovação dos cursos técnicos do CAEL e das graduações em computação da FIC acontece entre os dias 27 e 31, promovendo exposições de trabalhos, palestras e oficinas

Por Tania Neves
emfoco@feuc.br

Acontecem paralelamente na FEUC, entre os próximos dias 27 e 31 de outubro, dois dos principais eventos de educação e tecnologia da instituição, que juntos devem reunir mais de 6 mil visitantes, entre público interno e externo: a  15ª Exposição de Ciência e Tecnologia (ExpoX),  feira de ciências e inovação dos alunos dos cursos técnicos do CAEL; e a 14ª Feuctec, semana acadêmica dos cursos de Licenciatura em Computação e Bacharelado em Sistemas de Informação da FEUC.

Renato Paiva e Thaylan de Oliveira Paschoa, estudantes do 3º ano de Eletrotécnica, trabalham em projeto de energia alternativa para a Expo X. (Foto: Gian Cornachini)

Renato Paiva e Thaylan de Oliveira Paschoa, estudantes do 3º ano de Eletrotécnica, trabalham em projeto de energia alternativa para a Expo X. (Foto: Gian Cornachini)

ExpoX

É uma das mais tradicionais feiras de ciências da Zona Oeste, atraindo anualmente uma grande quantidade de empresas e caçadores de talentos interessados em conhecer os inventos e experiências desenvolvidos pelos estudantes nos diversos laboratórios dos 12 cursos de nível técnico oferecidos pelo CAEL.

Nesta edição serão apresentados cerca de 130 projetos nos mais de 100 estandes que a ExpoX dividirá com a Feuctec. Entre os destaques há um projeto de robótica que visa a dar mais segurança ao trabalho de equipes em áreas contaminadas ou radioativas, eliminando os riscos para a vida humana; e outro que permite captar energia elétrica do intenso calor produzido pelas indústrias em suas atividades, transformando um nocivo efeito colateral em possibilidade de economia e sustentabilidade.

Fernanda Peres, Bruno Renovato e Juliana Figueiredo, alunos do 3º ano de Edificações, apresentam protótipo de bloco feito com microcelulose. (Foto: Gian Cornachini)

Fernanda Peres, Bruno Renovato e Juliana Figueiredo, alunos do 3º ano de Edificações, apresentam protótipo de bloco feito com microcelulose. (Foto: Gian Cornachini)

Ao longo dos últimos 14 anos, diversos projetos exibidos pelos estudantes na ExpoX foram selecionados para importantes feiras científicas de nível estadual, nacional e internacional, como a Expotec-CEFET, a Febrace-USP e a Intel-ISEF (EUA). Na edição de 2012 desta última feira científica internacional, realizada em Pittsburgh, o então aluno do curso Técnico em Química Marcos Vinícius Silva Amorim recebeu menção honrosa da Sociedade Americana de Química pela pesquisa “Do lixo ao luxo: síntese de materiais nanoestruturados (MOF-5) a partir de garrafas PET”, em que conseguiu desenvolver um tipo de polímero a partir de  garrafas PET, inovação capaz de impactar tanto na redução da poluição ambiental (por meio da reciclagem) quanto na redução de custos da indústria, a partir de um novo insumo que pode ser usado na fabricação de plásticos e materiais da construção civil, entre outras.

FEUCTEC

A 14ª edição da Feuctec abordará o tema “Jogos eletrônicos e mídias digitais”, nos turnos de manhã, tarde e noite, com apresentação de palestras, oficinas, minicursos, expositores, maratonas de programação e copa de aplicativos apoiada pela Microsoft.

Entre as oficinas, destacam-se “Modelagem de Personagens no Zbrush”, em que se aprenderá a criar personagem para jogos eletrônicos utilizando a ferramenta; “Desenvolvimento de Games com a ferramenta GameMaker” e “Copa de Apps – Criando aplicativos para Windows e Windows Mobile”, em que será possível aprender a criar jogos eletrônicos sem o uso de linguagens de programação – e quem criar algum App durante a oficina poderá inscrevê-lo na Copa e concorrer a um Nokia Lumia 530 e um Xbox 360.

Visitantes externos interessados em participar devem se inscrever pelo site www.feucomp.info/feuctec/2014. A inscrição custa R$ 25 e dá direito às palestras e às oficinas, assim como um certificado de participação.

Da Expo X para a FEBRACE

 

Estudante do 3º ano de Química vence 14ª edição da Expo X em seu curso e tem projeto escolhido para feira nacional

Por Gian Cornachini
emfoco@feuc.br

A Expo X, feira de ciência e tecnologia do CAEL, chegou neste ano à 14ª edição e apresentou mais de 200 novos trabalhos. Dos dias 4 a 8 de novembro, estudantes do Ensino Fundamental e Médio mostraram ao público de quase 2 mil pessoas ideias que podem contribuir para o bem-estar da sociedade e a preservação do planeta.

Larrysa recebe medalha da diretora do CAEL no fim da Expo X

Larrysa recebe medalha da diretora do CAEL no fim da Expo X. (Foto: Gian Cornachini)

Larrysa de Morais, de 17 anos, estudante do 3º ano do técnico em Química, foi a vencedora da disputa em seu curso e a escolhida pelo Colégio para representar o CAEL na Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (FEBRACE) de 2014. A jovem conquistou os avaliadores com o projeto “Bioplástico Indicador de Deterioração de Alimentos”. Seu trabalho prevê a utilização de um plástico biodegradável na fabricação de vasilhas que mudariam de cor em contato com substâncias ácidas, o que sinalizaria a deterioração dos produtos nelas acondicionados e evitaria que se consumissem alimentos estragados.

Para a jovem, a vaga na FEBRACE foi o começo de um sonho realizado: “Fiquei muito contente e emocionada. Pretendo ser pesquisadora na área de bioquímica e levar esse projeto adiante, até que chegue às prateleiras dos supermercados”, conta Larrysa.

O coordenador do Ensino Técnico do CAEL, professor Carlos Vinícius do Nascimento, avalia a importância de estudantes da instituição se destacarem rumo às feiras de ciência externas: “A gente acaba firmando cada vez mais o incentivo à pesquisa, à descoberta, prática que deve estar sempre em sintonia com a dinâmica de um curso técnico”, explica o professor.

Para Larrysa, um dos papeis da escola é promover esse tipo de incentivo à ciência: “Há jovens com ideias incríveis para mudar o mundo ou melhorar a qualidade de vida das pessoas, e a escola deve investir e apoiar seus alunos na realização de seus projetos”, aponta ela.

A mostra e premiação dos finalistas da FEBRACE acontecerá em março de 2014, no campus da Universidade de São Paulo (USP), na capital paulista.

Expo X chega ao fim com avaliação positiva dos organizadores

 

Com muitos projetos inovadores e de qualidade, a mostra científica dos alunos do CAEL recebeu um grande público durante a semana – somente os visitantes externos foram quase 1.900

Da Redação
emfoco@feuc.br

Professor Carlos Vinicius anunciou os vencedores no encerramento da 14ª Expo X. (Fotos: Gian Cornachini)

Professor Carlos Vinicius anunciou os vencedores no encerramento da 14ª Expo X. (Fotos: Gian Cornachini)

A 14ª edição da Expo X foi encerrada na sexta-feira passada com muita festa e empolgação durante a divulgação dos projetos vencedores de cada curso. Ao longo da semana, cerca de 200 trabalhos técnicos e científicos foram apresentados pelos alunos do Fundamental II e do Ensino Médio, movimentando a quadra de esportes e o pátio da FEUC durante os três turnos do dia. Além de boa parte da comunidade escolar, a Expo X recebeu quase 1.900 visitantes externos, que se encantaram com a variedade e a qualidade dos experimentos científicos apresentados pelos alunos.

Veja também:
- Expo X tem início com mostra do Ensino Fundamental
- Expo X reúne trabalhos do Ensino Fundamental até sexta

Para o supervisor do Ensino Técnico do CAEL, Carlos Vinícius do Nascimento, todo o cansaço que se via no semblante de professores e coordenadores foi compensado pelos excelentes resultados da mostra: “Nossos visitantes externos elogiaram muito, a qualidade dos projetos vem crescendo ano após ano, sempre superando nossas expectativas. Trabalhamos muito para realizar uma bonita feira, e o cansaço está sendo plenamente compensado por isso que vimos aí”, disse.

Muita festa, suspense e empolgação no anúncio dos vencedores

A entrega de medalhas, na tarde de sexta-feira, foi um espetáculo à parte. Como sempre, houve muita comemoração por parte de quem foi premiado e algum choro no rosto de quem apenas chegou perto. Mas a empolgação da torcida foi constante. Na verdade, um pouco mais intensa na entrega das medalhas do curso noturno de Edificações. E totalmente “descontrolada” quando chegou a vez de serem anunciados os vencedores do técnico em Publicidade. Tanto que a diretora, Regina Sélia, resolveu “provocar” os alunos, estendendo além da conta o suspense. Sempre que o professor Carlos Vinícius ameaçava dizer os nomes, ela tomava a palavra para anunciar que “Segunda-feira tem aula normal, viu?”, ou oferecia o microfone a algum outro professor: “Jane, você tem algum recado para dar?”. Enquanto isso, a torcida esquentava ainda mais _ e explodiu em gritos de comemoração quando saiu o resultado.

Integrantes da equipe 'Be You' comemoram com pulos, choro e muita animação o 1º lugar na disputa entre o curso de Publicidade e Propaganda.

Integrantes da equipe ‘Be You’ comemoram com pulos, choro e muita animação o 1º lugar na disputa entre o curso de Publicidade e Propaganda.

O anúncio dos vencedores de Química também foi muito festejado, sobretudo a indicação de Larrysa de Morais – que ficou com o primeiro lugar – para representar o CAEL na Febrace.

Confira abaixo a lista dos premiados e as fotos dos primeiros colocados em cada curso na 14ª edição da Expo X:

 

ADMINISTRAÇÃO

1º lugar: Braile em Embalagens (3º ano)
Adriano, Caroline, Gustavo Barros, Gustavo Henrique, Rafael Nascimento, Rodrigo

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2º lugar: Sensor de Ônibus (1º ano)
Monique, Joice, Fernanda, Ana Victória, Mayara, Maria Paula, Myrela, Deborah, Eva

3º lugar: Localizador de Ônibus (2º ano)
Alisson, Ana Carolina, Andreza, Matheus Souza, Thalles, Thayná, Priscila Nunes

 

AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL

1º lugar: Sensor de Passagem de Água (SPA)
Daniel, Michel, Matheus e Hugo

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2º lugar: BRO
Juan, Gabriel Alexander, Fabrício, Gabriel Costa, Renan

3º lugar: Sensores 88
Renan Sossai, João Victor, Pedro, Rodrigo, Victor Lemos, Lúcio de Lucas

 

ELETRÔNICA

1º lugar: Berço Inteligente
Leonardo Peres, Felipe Elias, Jéssica

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2º lugar: Sistema de Segurança
Igor Fernandes, Eduardo Mendes, Lucas Ribeiro

3º lugar: Robô de Tele Presença
Renan, Gabriel, Kailan, Antônio, Pedro Paulo

 

EDIFICAÇÕES (DIURNO)

1º lugar: Novo Modelo de Cabine para PMs
Nathálya, Raquel e Verônica

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2º lugar: Fogão Inteligente
Gabrielle, Matheus, Jhulie, Rayssa, Mariana, Layna, Tamires, Virgílio, Gabriel, Anderson, Victor

3º lugar: Tijolo de Microcelulose
Pedro, Fernanda, Kawai, Moisés, Daniel, Yuri, Darlon, Bruno, João, Juliana

 

EDIFICAÇÕES (NOTURNO)

1º lugar: Agregado Inteligente
Alana, Anderson, Bruno, Caroline, Guilherme, Luan, Patrick e Roberto

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2º lugar: Bitola Regulável
Ana, Leonardo, Mariana, João Pedro, Laryssa, Luciana, Lorrany, Rhayane, Lohara

3º lugar: Fator Água Cimento
Marcos Aurélio, Evandro, Fernando, Alex, Willian, Juliana, Rodolfo, Yasmim, Gláucia e Juliana Rodrigues

 

ENFERMAGEM

1º lugar: Nutrição Anabólica – Projeto Maromba
Amanda, Danielle, Carina, Thamiris, Maria Clara

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2º lugar: Doe Sangue
Lilian Santos, Amanda Aparecida, Bianca C, Caroline dos Santos, Eduardo Correa, Evely Lamego, Fernanda, Mayara Genuário

3º lugar: Autista
Débora, Mayara Ferreira, Milena

 

ELETROTÉCNICA

1º lugar: SEIC – Sistema de exaustão (2º ano)
Jaime Augusto, Thiago Lima, Alexander Fully

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2º lugar: Tomada USB
Adrianna Luisa, Weverton Pessoa, Anne Caroline, Matheus Crespo, Jonathas Silva

3º lugar: SSNA
Diego Franco, Jader Fonseca

 

INFORMÁTICA

1º lugar: Smart Table e Sensor Inteligente
Luiz Henrique, Igor Rehen, João Victor, Jéssica Bessa

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2º lugar: Sistema de Reconhecimento de Semáforo (SRS)
Alexandre Ribeiro, Augusto Bastos, Juliana Carrati, Thais Carrati

3º lugar: Lixo Eletrônico: Maneiras de Reutilizá-lo
Lucas Alexandre, Carlos Victor, Filipe de Souza, João Pedro, Patrick Caetano, William Romano

 

MEIO AMBIENTE

1º lugar: Carregador Solar Abastecido por Energia Solar
Beatriz Santana, Karine Ribeiro, Giulia Vianna, Gabriell Souza, Rayssa Oliveira, Camila Kelem, Arthur Crinstian

2º lugar: Condomínio Autossustentável
Beatriz Ferreira, Camila Moura, Elton Silvestre, Hian Gabriel e João Victor

3º lugar: Controle Biológico
Lívia Gouvêa e Samara Ruzza

 

PETRÓLEO E GÁS

1º lugar: Detector de Chama e Gás (2º ano)
Bruno Ferreira, Jean Carlos, Jéssica de Castro, Larissa Alves e Ruan Carlos

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2º lugar: Mapa de Risco para Deficientes Visuais (2º ano)
Beatriz Teixeira, Márcia Alayne, Isabelle dos Santos, Giovanna Brayner, Thainá Araujo

3º lugar: Sistema de Aquecimento de Poço (2º ano)
Beatriz Helena, Gabriela de Souza e Pietra Pereira

 

PUBLICIDADE

1º lugar: Be You
Beatriz, Bruna, Evelyn Signor, Leticia Souza, Loren, Marcio, Matheus Henrique, Tayná Ferreira

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2º lugar: Comunicação na guerra
Aléxia, Camila Dias, Fabiana, Fernanda, Victoria, Yanca

3º lugar: Praia Limpa
Gabriel, Gilberto, Luiz, Mariana, Richard, Vinicius, Yasmim, Yuri

 

QUÍMICA

1º lugar: Bioplástico Indicador de Deterioração de Alimentos
Larrysa de Morais Alves da Cruz

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2º lugar: Bioplástico Repelente e Antimicrobiano à Base de Amido
Beatriz Oliveira de Farias, Igor Resende Barbosa, Mariana Muniz da Paz, Murilo Canella Tunholi, Natalia Maia Agostinho dos Santos, Tamara de Albuquerque Gonçalves, Vinícius Coelho Berbert

3º lugar: Tinta a Óleo: Como Colorir a Vida sem Colocá-la em Risco?
Aymée Ninck Figueiredo, Fernanda Rodrigues Machado, Matheus Rodrigues Calixto

 

TURISMO

1º lugar: Experimento Gourmet (3º ano)
Camila Nunes, Camila Lacerda, Gabriella Gomes, Ana Beatriz Santos, Eduardo Sousa, Keviny Barbosa, Lohana Almeida

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2º lugar: Chefftur Brasil (2º ano)
Carolina Carvalho, Gabriele Dias, Geovanna Silva, Giulianna Menezes, Isabela Vieira, Nathalia, Jéssica Priscila

3º lugar: Compactour (1º ano)
Alana Gabina, Alícia Oliveira, Ana Carolina Fernandes, Douglas Fonseca, Julie Alana, Tiago Alexandre

 

PÓS-MÉDIO QUÍMICA

1º lugar: Fabricação de Etanol a Partir de Frutas Cítricas
Charles Jorge Santos Rodrigues, Luis Cláudio Rezende dos Anjos, Nathália Volsi, Pamella Alves Santos, Raquel Rodrigues de Almeida, Michelle de Pinho Santos

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2º lugar: A Importância da Amostra no Processo de Exportação de Minério de Ferro
Angélica de Queiroz Martins, Douglas Silva Rodrigues, Fernando Vitor Ferreira de Moraes, Higor de Mattos Lino, João Paulo Rosa Reis, Luiz Obinon Alves dos Santos, Jonab Soares Cordeiro Júnior

3º lugar: Produção de Biodiesel Através da Mamona
Beverli Granha de Oliveira, Jennifer Sodré da Silva, Natiele da Silva Fernandes, Raphael Barbosa Christie, Thayná da Cruz Pedroso Assis, Alan Davies Dias, Laís Cabral Alves