Em apoio a alunos e funcionários

 

Acompanhar exames periódicos, medir pressão arterial e prestar primeiros socorros são algumas das ações do posto

Por Tania Neves
emfoco@feuc.br

Enfermeira do Trabalho e supervisora do Centro Médico da FEUC, dona Armelina Guimarães Oliveira diz que o melhor de seu trabalho é poder cuidar de um “dodoizinho” de um aluno choroso que se acidentou na aula de Educação Física e vê-lo sorrir novamente; ou detectar que um determinado funcionário sofre de pressão alta (sem saber) e poder orientá-lo a buscar tratamento antes que seu problema se agrave: “Fico extremamente gratificada quando uma ação minha ou de algum funcionário do setor ajuda a cuidar da saúde de nosso pessoal”, diz a enfermeira. Mas há também o lado difícil, segundo ela: “Periodicamente, vamos aos setores fazer verificação de pressão arterial, como forma de detectar precocemente esses problemas e poder orientar os funcionários, mas muitos resistem por achar que é uma vigilância com a intenção de demitir os que estiverem doentes. Isso chateia a gente, porque não é verdade”, lamenta.

A técnica de enfermagem Amanda Corrêa faz curativo em aluna que ralou o pulso.(Foto: Gian Cornachini)

A técnica de enfermagem Amanda Corrêa faz curativo em aluna que ralou o pulso.
(Foto: Gian Cornachini)

Médica do Trabalho que dá plantão semanal na instituição, a doutora Verônica Assumpção reforça a fala de dona Armelina: “Um dos objetivos da medicina ocupacional é acompanhar os funcionários nos exames periódicos, detectar problemas precocemente e orientar quando necessitarem de tratamento”, explica a médica.

E quando um aluno ou funcionário passa mal na instituição, o que o Centro Médico pode fazer? Segundo a doutora Verônica, apenas aplicar os primeiros socorros, em seguida encaminhando o paciente para algum hospital ou clínica, se necessário. Se um aluno se fere em tombo na aula de Educação Física, por exemplo, é feito um curativo e os pais são avisados do ocorrido: “Nós imediatamente avisamos à coordenação para que entre em contato com a família, é ela quem decide sobre o que será feito em seguida. Se for algo mais grave, até podemos ir agilizando a ida para o hospital, mas avisamos à família”, diz dona Armelina. A enfermeira conta ainda que há alunos que procuram o setor com dor de cabeça, dor de barriga… “No máximo damos um analgésico leve, depois de perguntar se são alérgicos a algo. Medicamentos mais fortes, somente com ordem dos pais e se trouxerem receita”.

A FEUC conta com um seguro escolar que dá atendimento, em clínicas conveniadas, a alunos e funcionários que sofram qualquer tipo de acidente, durante as 24 horas do dia – ou seja: mesmo em eventos ocorridos fora do horário de trabalho e fora da instituição. Mas cobre apenas situações acidentais. O corretor Alessandro Leão explica o que é considerado, neste caso, um acidente: “Se a pessoa sofre uma queda descendo do ônibus e tem uma fratura ou contratura qualquer, é um acidente, então está coberto pelo seguro. Mas se um belo dia ela acorda com dor na coluna, sem ter sofrido um acidente, isso não está dentro da cobertura. Outro exemplo: a pessoa está andando na rua e um corpo estranho entra em seu olho, é um acidente, pode usar o seguro. Já uma conjuntivite que surja de repente não é fruto de um acidente, então não está coberto pelo seguro”, diz ele.

Álvaro Martins, chefe de segurança patrimonial da FEUC, diz que, no caso dos alunos, a referência ao seguro está contida na carteira de estudante. Quanto aos funcionários, os mais antigos têm uma carteirinha com o número 0800 para o qual devem ligar em caso de sinistro, mas há tempos esta carteira não tem sido distribuída aos novos funcionários. Ele estuda um modo de fazer uma divulgação mais ampla do benefício: “O que posso afirmar é que este é um produto muito bom e dá segurança a nossos alunos e funcionários. Nos últimos tempos, foram prestados importantes atendimentos a pessoas que teriam tido dificuldades para se tratar se não fosse essa cobertura”, avalia Álvaro.

Em caso de acidente, ligue para o seguro escolar: 0800 704 9399

Caiu e se lesionou na aula de educação física? Se precisar, pode acionar o seguro. (Foto: Gian Cornachini)

Caiu e se lesionou na aula de educação física? Se precisar, pode acionar o seguro. (Foto: Gian Cornachini)

São três as coberturas contratadas pela FEUC em seu seguro escolar: despesas médicas hospitalares, invalidez total por acidente e morte acidental, com cobertura de até R$ 10 mil por evento. No caso de morte acidental, é pago aos dependentes ou responsáveis pelo segurado o valor integral de R$ 10 mil. Sendo invalidez total por acidente, o valor será definido a partir da tabela de sinistros da seguradora, até o limite de R$ 10 mil. No caso de despesas médicas hospitalares por acidente, o segurado tem direito a custeio do tratamento até o limite de R$ 10 mil.

É importante que, tão logo sofra um acidente, o segurado ligue para o 0800 e informe sua ocorrência, mesmo que em um primeiro momento ele não pretenda usar o seguro (por exemplo, se tiver um plano de saúde que lhe dá assistência médica). Isso porque ele poderá precisar do seguro depois, para complementar coberturas que seu plano de saúde não oferece, como o reembolso de valores gastos com remédios. Neste caso, é preciso que tenha informado ao seguro que sofreu o determinado acidente que acabou resultando na necessidade dos remédios, e que guarde as receitas médicas e as notas fiscais dos medicamentos, pois tudo isso será exigido pela seguradora.

Morre Wilson Choeri, presidente da FEUC

 
Um de seus fundadores, o professor estava há 22 anos à frente da instituição

Da Redação
emfoco@feuc.br

Morreu na manhã desta terça-feira, aos 87 anos, o professor Wilson Choeri, presidente da Fundação Educacional Unificada Campograndense (FEUC). Seu corpo está sendo velado no Espaço Cultural do Colégio Pedro II, em São Cristóvão. O velório se estenderá até amanhã, quarta-feira, às 12h. Em seguida haverá uma cerimônia restrita à família, depois da qual o corpo será cremado.

Wilson Choeri, presidente da FEUC, durante Aula Inaugural, em março passado (Foto: Gian Cornachini)

Wilson Choeri, presidente da FEUC, durante Aula Inaugural, em março passado (Foto: Gian Cornachini)

Na nossa história, desde o começo

Uma das mais importantes personalidades ligadas à história da Fundação Educacional Unificada Campograndense (FEUC), Wilson Choeri fez parte do grupo que, em 1965, emprestou seus currículos e prestígio para transformar a então Sociedade Universitária Campograndense (SUC) em fundação, e assim garantir o seu futuro como uma instituição de ensino verdadeiramente comprometida com a comunidade.

Choeri foi eleito presidente da instituição pela primeira vez em 1991, e desde então reeleito sucessivas vezes: em dezembro do ano passado foi mais uma vez confirmado no cargo pelos instituidores, iniciando então o seu oitavo mandato no comando da FEUC.

Formado em Ciências Sociais e Estatística, foi professor da UERJ de 1963 (quando ela ainda se chamava UEG – Universidade do Estado da Guanabara) até o começo dos anos 90, e diretor geral do Colégio Pedro II entre 1994 e 2008. Em sua página pessoal no Facebook, o primeiro reitor eleito do Colégio Pedro II, Oscar Halac (ainda não foi nomeado para o cargo pelo MEC), comentou a morte do professor Choeri: “Nesta madrugada nos deixou, momentaneamente, a figura mais polêmica do Colégio Pedro II nas últimas décadas. Amado por muitos, contestado por outros, mas acima de tudo respeitado por suas posições e intelectualidade. Esteve diuturnamente a serviço da UERJ e do Colégio Pedro II mesmo em detrimento de sua vida pessoal. Lamentava-se por isto, mas uma força maior o impelia em direção às realizações que por certo ficarão por várias próximas gerações”.

Na FEUC, ânimo e disposição para conduzir a instituição eram sua marca

E aqui não foi diferente: segundo o superintendente da FEUC, professor Durval Neves da Silva, a dedicação e o amor de Wilson Choeri estão para sempre marcados na história da instituição, à qual ele continuava comparecendo duas vezes dor semana, apesar da idade avançada, com disposição suficiente para inteirar-se dos assuntos cotidianos e sempre contribuir com uma boa análise, propostas de solução e palavras de incentivo nos momentos difíceis. “Todos nos sentimos extremamente consternados com a perda deste grande educador, que foi um dos maiores esteios desta Fundação, sempre nos contagiando com seu ânimo e entusiasmo pelo trabalho bem realizado”, disse o superintendente.

A FEUC disponibilizará um ônibus para levar funcionários nesta quarta-feira ao velório do professor Wilson Choeri, no Colégio Pedro II, em São Cristóvão. O veículo sairá às 8h. O expediente na instituição foi suspenso nesta quarta-feira, e apenas a creche funcionará.

JMJ: FEUC terá dois dias de feriado na semana do evento

Na quinta-feira, dia 25, e na sexta-feira, dia 26, a instituição de ensino não funcionará

Da redação
emfoco@feuc.br

Na semana em que o Papa Francisco vem ao Brasil para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), a Prefeitura do Rio de Janeiro decretou feriados durante o evento, para amenizar o trânsito na cidade e facilitar os deslocamentos do Pontífice. A FEUC decidiu fechar completamente as portas em dois desses feriados: na quinta-feira, dia 25, e na sexta-feira, dia 26. Nesses dois dias, a instituição não irá funcionar. Entre hoje, dia 22, e quarta-feira, dia 24, o atendimento ao público ocorrerá normalmente, mas com horários alterados em alguns departamentos. No sábado, dia 27, também haverá expediente.

Confira abaixo os horários de atendimento dos principais setores da FEUC durante a semana da JMJ:

CAEL
A secretaria do Colégio da FEUC funcionará das 9h às 21h, entre hoje e quarta-feira. No sábado, o atendimento acontecerá das 9h às 15h. A secretaria continua fazendo matrículas de alunos e tirando dúvidas do público. A creche estará funcionando normalmente nos dias em que a instituição abrir.

Secretaria das FIC
Hoje, amanhã e quarta-feira, a secretaria das FIC funcionará das 8h às 21h. No sábado, o horário será das 8h30m às 12h30m. No local, o público poderá fazer análise curricular, renovação de matrícula e os demais serviços habituais relacionados à vida acadêmica.

Coordenação Acadêmica
Devido ao recesso dos alunos das FIC, a coordenação acadêmica funcionará das 8h às 17h nos dias úteis, e das 8h30m às 12h30m no sábado. Os coordenadores dos cursos também estão em recesso e, no momento, não há atendimento deles ao público. A única dúvida que os estudantes podem tirar com a secretaria do setor é sobre atividades complementares. Quem tiver dúvidas a respeito dos horários das aulas do segundo período deve ficar atento aos murais das FIC, onde as grades serão divulgadas a partir do dia 30 deste mês.

Setor de Atendimento
O setor de acolhimento ao público que deseja fazer uma graduação estará aberto das 8h às 22h, entre hoje e quarta-feira. No sábado, o horário será das 8h às 16h.

A Biblioteca já está fechada ao público desde o dia 10 e assim permanecerá até o dia 29, só reabrindo dia 30. Foto de Gian Cornachini

A Biblioteca já está fechada ao público desde o dia 10 e assim permanecerá até o dia 29, só reabrindo dia 30. Foto de Gian Cornachini


Biblioteca da FEUC
A Biblioteca está fechada ao público desde o dia 10 e até o dia 29 deste mês, em virtude do recesso das FIC. O único serviço disponível é o recebimento de livros com entrega atrasada e de monografias.

CEPOPE
A secretaria da Coordenadoria de Extensão, Pós-graduação e Pesquisa, setor responsável também pelos Cursos Livres, estará aberta hoje, amanhã e quarta-feira, das 8h às 21h. Já no sábado, o atendimento acontecerá das 8h às 17h. No setor, é possível tirar dúvidas sobre o início das aulas, os valores e disponibilidade de vagas nos cursos, entre outras informações.

CEMT
A Coordenação de Estágios e Mercado de Trabalho funcionará das 7h30m às 21h, entre hoje e quarta-feira. No sábado, o atendimento será das 8h30m às 12h30m. Nesses dias de funcionamento normal, o público poderá tirar dúvidas sobre estágio, procurar vagas disponíveis e fazer requerimento de carta de apresentação para estágio não obrigatório.

Fundação MUDES
A Fundação MUDES, localizada no pátio do CAEL, sofreu alteração no horário de atendimento. Hoje e quarta-feira, o setor funcionará das 13h às 18h. Amanhã, dia 23, e também na quinta e sexta-feira, dias 25 e 26, a Fundação MUDES não abrirá. Nos dois dias de atendimento na semana da JMJ o setor continuará prestando serviços como cadastro de pessoal para integração no sistema da Fundação, verificação de vagas de estágio dentro do perfil de cada estudante, encaminhamento para oportunidades de trabalho e processos de contratação.

Em caso de dúvidas, é possível entrar em contato com qualquer setor da FEUC pelo telefone (21) 3408-8484, a partir das 8h.

FEUC cede laboratório para trabalho de jornalista espanhol

 

Enviado especial de uma TV espanhola para cobrir no Rio a Jornada Mundial da Juventude, sacerdote jornalista precisava de um local com internet adequada para fazer suas transmissões

Por Gian Cornachini
emfoco@feuc.br

Sacerdote e jornalista espanhol, Evaristo de Vicente Pachés utiliza laboratório de informática da FEUC para transmitir reportagens da JMJ à Espanha. (Foto: Gian Cornachini)

Sacerdote e jornalista espanhol, Evaristo de Vicente Pachés utiliza laboratório de informática da FEUC para transmitir reportagens da JMJ à Espanha. (Foto: Gian Cornachini)

Na segunda-feira, dia 15, a FEUC abriu suas portas para receber o sacerdote e jornalista espanhol Evaristo de Vicente Pachés e ajudá-lo em sua missão no Brasil: com uma semana de antecedência à Jornada Mundial da Juventude (JMJ), o jornalista veio para cobrir o megaevento católico desde seus preparativos e precisou de um “estúdio improvisado” enquanto a infraestrutura de comunicação da JMJ não era franqueada aos correspondentes estrangeiros. A instituição cedeu um laboratório de informática a Evaristo e colocou um funcionário a sua disposição para que ele conseguisse fazer suas transmissões para a Espanha.

Evaristo é correspondente internacional do canal espanhol 13 TV em Roma, na Itália, e segue as viagens dos papas pelo mundo. Desembarcou no Brasil como enviado especial à JMJ. Formado em Direito, Teologia e Comunicação, o sacerdote trabalha há 13 anos na mídia e já foi radialista, diretor e apresentador de programas televisivos. Há quatro meses na 13 TV, Evaristo conta como funciona o canal religioso: “A 13 TV é mantida por empresários que decidiram fazer uma televisão para a família, com valores religiosos. Eles trabalham para manter a televisão, e a Conferência Episcopal espanhola é quem responde pelos conteúdos religiosos e o idealismo da TV”, explica o jornalista.

Três em um

Jornalista precisa se dividir em três funções: repórter, cinegrafista e editor de imagens. (Foto: Gian Cornachini)

Jornalista precisa se dividir em três funções: repórter, cinegrafista e editor de imagens. (Foto: Gian Cornachini)

Com a política de redução de gastos que acontece nas mídias do mundo inteiro – principalmente na Espanha, atingida também pela crise econômica – é cada vez mais comum multiplicar as funções dos jornalistas. No posto de correspondente internacional, Evaristo atua como repórter, cinegrafista e editor de imagens.

O sacerdote foi o único jornalista enviado ao Brasil pela 13 TV e comenta a dificuldade do canal em manter outros profissionais no exterior: “Minha televisão é privada e procura reduzir os gastos e, ao contrário do que muitos dizem, a Igreja Católica não tem dinheiro para ficar investindo na TV. Ela utiliza o dinheiro que tem para outras coisas”, diz. “A Espanha, por exemplo, tem milhões de pessoas necessitadas. A Igreja está ajudando essas pessoas, que não têm o que comer e onde dormir, e só alguma coisa sobra para investir nas TVs e rádios”, esclarece Evaristo.

Contato com a FEUC

Quando chegou ao Brasil, o jornalista precisava de um lugar com internet mais rápida para enviar suas reportagens à TV espanhola. De acordo com Evaristo, a estrutura da JMJ montada para a imprensa só passará a funcionar na semana em que o Papa Francisco chegar ao Rio de Janeiro: “A 13 TV quis que eu chegasse uma semana antes para que, com a chegada do Papa, eu pudesse preparar notícias diárias sobre o assunto. Mas encontrei-me em grande dificuldade, porque a estrutura para TVs só estará preparada para a semana da JMJ”, revela o sacerdote.

Padre Rafael Nuñez, da igreja São José, no bairro de Campo Grande, encontrou na FEUC um espaço para ajudar seu hóspede espanhol. (Foto: Gian Cornachini)

Padre Rafael Nuñez, da igreja São José, no bairro de Campo Grande, encontrou na FEUC um espaço para ajudar seu hóspede espanhol. (Foto: Gian Cornachini)

O jornalista chegou à FEUC por meio da professora do curso de Letras das FIC Silvia Neves. “Trabalho na FEUC e participo da Capela São José, na Estrada do Campinho, aqui em Campo Grande. O padre Rafael Nuñez, responsável pela capela, recebeu o padre Evaristo no Rio a pedido da 13 TV, para a qual ele já deu entrevistas sobre seu trabalho missionário no Brasil. Como a internet disponível na capela não atendia às necessidades do visitante, o padre Rafael pediu ajuda”, conta a professora, que consultou a instituição sobre a possibilidade de atendê-lo e recebeu resposta positiva. Foi então autorizado o uso de um dos laboratórios de informática pelo padre Evaristo e designado um funcionário do setor de suporte para ajudá-lo no que fosse necessário.

Quem está colaborando com o sacerdote é Vinicius Teixeira de Souza, de 21 anos, auxiliar de suporte técnico. Vinicius ajuda o jornalista com o uso dos equipamentos de informática e na correção de eventuais problemas na rede de internet.

No que poderia ser um grande problema, Vinicius está se saindo muito bem: Evaristo não fala português, mas o jovem estudou o idioma espanhol no Ensino Fundamental durante oito anos. “Está bem tranquilo de falar com ele. Quando não sei, tento usar outras palavras e sinônimos para uma comunicação ‘entendível’ e para que eu possa ajudá-lo no que precisar”, afirma o funcionário.

O auxiliar de suporte técnico Vinicius Teixeira ajuda Evaristo a fazer suas transmissões.(Foto: Gian Cornachini)

O auxiliar de suporte técnico Vinicius Teixeira ajuda Evaristo a fazer suas transmissões.
(Foto: Gian Cornachini)

Contraste Social

Evaristo chegou ao Rio de Janeiro na noite de domingo, dia 14, e voltará à Espanha no dia 28 deste mês. Há poucos dias no país, ainda não conseguiu visitar muitos lugares: “É a primeira vez que venho ao Brasil e, sinceramente, não estou vendo muitas coisas, só as autovias que ligam Campo Grande ao Centro do Rio”, lamenta o jornalista.

Mesmo assim, o pouco que conheceu foi suficiente para o sacerdote ter a atenção chamada para a desigualdade social do país: “Estive em Copacabana e na Glória. Fico impressionado com o contraste entre as duas situações: bairros muito bons e caros, que impressionam e onde vivem pessoas com muitas possibilidades; e outros bairros contrários. A palavra que os descreve é ‘precários’. Neles, vivem pessoas que têm só a roupa do corpo e algo para comer, nada mais”, observa o jornalista.

Apesar desse contraste social, Evaristo notou algo que já é um clichê das percepções estrangeiras sobre o Brasil: a felicidade das pessoas: “Percebi uma diferença entre o Brasil e a Europa, no caso da situação econômica da população. As pessoas que eu conheci e tenho falado nos diferentes lugares do Rio de Janeiro são felizes, sejam as mais ricas ou as mais pobres”, conta o sacerdote, que não poupou elogios: “Todos são muito felizes, tranquilos, amáveis, cordiais, afetuosos e carinhosos. Isso eu não tinha conhecido”, concluiu Evaristo.

Sorria! Você está sendo identificado

 

A parada é obrigatória: ninguém entra ou sai da FEUC sem ser identificado. Tudo por segurança

Por Gian Cornachini
emfoco@feuc.br

Começou com um grito. A vítima, assustada, desesperou também o homem na rua que tentava abusá-la. Assustado, o rapaz correu para dentro do prédio na tentativa de se esconder. Mas ele só não contava quer seria parado pelas catracas e seguranças da FEUC.

A história não é recente. Quem a conta é Odilon Ramalho Costa, profissional responsável pela portaria há três anos: “Se aquele homem tivesse entrado aqui, poderia, talvez, ter tentado abusar de outras pessoas”, observa.

A gerência administrativa está investindo na segurança da instituição. Dificilmente tem acontecido casos de pessoas não identificadas tentando entrar na FEUC. As catracas que param todas as pessoas — a fim de que sejam identificadas — representam, hoje, uma das tecnologias de segurança mais importantes da FEUC. E vale a pena entender como esse sistema funciona.

Todos os dias, cerca de 4 mil pessoas entram e saem da instituição. Há dias, ainda, em que são contabilizados 400 visitantes. Em 2008, era impossível gerenciar esse fluxo de estudantes, funcionários e da comunidade externa. A FEUC era aberta e qualquer um podia transitar sem reconhecimento prévio. “A gente não tinha como controlar isso. A entrada era livre. Muitos rostos eram decorados, mas não dava para saber, por exemplo, se o aluno com uniforme era mesmo do CAEL”, conta Álvaro Martins, chefe da segurança.

As catracas eletrônicas utilizam o sistema de identificação biométrica: somente quem é cadastrado consegue liberá-las. (Foto: Gian Cornachini)

As catracas eletrônicas utilizam o sistema de identificação biométrica: somente quem é cadastrado consegue liberá-las. (Foto: Gian Cornachini)

Em 2009, a situação começou a mudar. Foi realizada uma pesquisa no mercado para saber o que poderia ser feito para investir na segurança da FEUC. E foi aí que entraram em cena as primeiras catracas instaladas na portaria.  Para liberá-las, era necessário utilizar um cartão magnético. Todos os alunos e funcionários tinham seu próprio cartão. Mas havia um problema nesse sistema: se uma pessoa passasse o cartão para outra, ela conseguiria liberar a catraca. “Não deu certo. Tinha, também, aluno que esquecia seu cartão em casa e usava o do amigo. A gente não conseguiu garantir que não entrassem estranhos”, diz Álvaro.

Uma nova pesquisa foi feita no final de 2009 para encontrar um produto que mais se adequasse à segurança que a instituição buscava. “Encontramos catracas que funcionavam a partir de biometria. Foi a melhor solução”, afirma Álvaro. O sistema biométrico funciona a partir da impressão digital. Cada pessoa tem um desenho diferente nas polpas dos dedos e, portanto, somente quem é cadastrado consegue liberar as catracas através do escaneamento deles. No começo de 2011, esse sistema já estava implantado e, com ele, surgiu um novo problema: houve estranhamento e resistência ao sistema. “Alguns alunos o achavam desnecessário. Não conseguiam ver que oferecia mais segurança”, lembra o porteiro Odilon. “Também teve reclamação de pais de estudantes que queriam entrar sem identificação, alegando já serem conhecidos”, conta.

Foi questão de tempo para que a comunidade da FEUC se acostumasse com o sistema. Os visitantes passaram a ser identificados, fornecendo RG, telefone e indicando o setor onde pretendem ir. Até mesmo os pais que pagam as mensalidades de seus filhos precisam se identificar todas as vezes que entram na instituição. Em breve, será fornecido para todos os visitantes um cartão magnético para facilitar suas entradas, ou seja, após o cadastro, eles poderão passar pelas catracas utilizando cartões com seus dados pessoais registrados. O objetivo é liberar os porteiros para que se dediquem ao atendimento ao público “Quanto menos tempo perderem administrando o portão de visitantes, mais eles se atentarão à entrada e saída de pessoas do local. Vai dar mais agilidade ao processo de atendimento ao público”, afirma Álvaro.

Flavia Martins, mãe de Miguel, do Pré II, aprova as medidas de segurança: “Sinto mais confiança em deixar meu filho aqui, pois ninguém, além de mim e do meu esposo, pode pegar meu filho”, analisa ela.

Sem perder a ternura (e a paciência) jamais

 

Há 23 anos atrás do guichê da Tesouraria, Antônio Damasceno, o Tonhão, conquista a todos com sua simpatia e dedicação ao trabalho

Tania Neves
emfoco@feuc.br

 

Há quem diga que o atual hit na voz de Roberto Carlos é somente uma adaptação. Os supostos versos originais, de autoria de um tal Antônio Damasceno de Freitas, seriam algo como “O cara que atende você toda hora/Que até corta a multa se você demora/Que está todo o tempo atrás do guichê/Com uma palavra gentil pra você/E mesmo se você reclama/Ele diz que te ama/Esse cara sou eu”. Mas é pura lenda. Embora o Tonhão da Tesouraria seja mesmo O Cara, ele não precisa “cantar” isso: os outros o fazem por ele.

Tonhão no guichê em que trabalha há mais de duas décadas: sempre com um sorriso no rosto e muito bom humor. (Foto: Gian Cornachini)

Tonhão no guichê em que trabalha há mais de duas décadas: sempre com um sorriso no rosto e muito bom humor. (Foto: Gian Cornachini)

“É o cara mais legal com quem eu já trabalhei. Vê-lo em ação é uma verdadeira aula”, opina Érica Motta, auxiliar de tesouraria como Tonhão e há três meses sua companheira do outro lado do guichê. “Desde que cheguei, ele me recebeu muito bem, a mim e a meu filho, que também estuda aqui”, completa a colega, enxugando as lágrimas de emoção.

Damasceno, de 45 anos, ganhou o apelido de Tonhão no ato de sua contratação, há quase 23 anos, da então Diretora Administrativa, dona Arith. “Ela perguntou se eu tinha apelido, respondi que me chamavam de Tuninho. E ela foi enfática: ‘Um homem desse tamanho, Tuninho? Tinha que ser Tonhão’. E aí pegou”, lembra o auxiliar de tesouraria, que sempre atuou nessa mesma função.

Antes de aportar por aqui, porém, ele fez de quase tudo. Trabalhou em loja de tintas, aviário, sapataria, numa petroquímica e até na manutenção de um trio elétrico na Bahia. “Uma vez que resolvi contar, constatei que já fiz 27 coisas diferentes”, diz ele, revelando que de modo geral teve mais sucesso na função de vendedor: “O segredo é ter uma boa conversa, conhecer bem o produto que está vendendo e se interessar de verdade pelo cliente”.

Na Tesouraria da FEUC ele aplica exatamente essa fórmula: conhece como ninguém a instituição e as características do “produto” – no caso, os cursos; interage com alunos e pais a ponto de algumas vezes ser convocado como conselheiro ou ombro amigo; tem um discurso entusiasmado e extremamente respeitoso com todos. Todos mesmo. “Até quem chega às vezes com meia-dúzia de pedras nas mãos ele trata com extrema delicadeza, aí quebra a pessoa”, conta Cláudia Alves, que trabalhou por 2 anos com Tonhão e hoje atua no Financeiro.

O Cara explica: “Tem gente que chega aqui estressada, por causa dos diversos problemas da vida, e fala grosso. Já fui xingado, destratado. Se eu responder na mesma moeda, vira briga. Então procuro entender e aplicar um tom de voz totalmente oposto ao que recebi. Isso sensibiliza e restaura a paz”, ensina.

A fã mirim Isabel Villar e Tonhão, que era Tuninho: estatura inspirou mudança no apelido do auxiliar de tesouraria. (Foto: Gian Cornachini)

A fã mirim Isabel Villar e Tonhão, que era Tuninho: estatura inspirou mudança no apelido do auxiliar de tesouraria. (Foto: Gian Cornachini)

As razões principais de queixas em seu guichê, segundo Tonhão, têm a ver dinheiro, claro. “Há quem reclame que a faculdade está cara, diz que vai se transferir para um concorrente mais barato. Nesses casos, eu convido a uma reflexão: primeiro peço para comparar nossa qualidade com a dos concorrentes, depois lembro casos de alunos que fizeram a besteira de trocar a FEUC por outra instituição e voltaram arrependidos”, conta.

Embora de modo geral as mensalidades sejam pagas diretamente nos bancos, a facilidade de poder quitar na tesouraria num horário mais estendido – entre 8h e 21h – e com cartão de débito é um atrativo. Com a vantagem de que, havendo apenas um dia de atraso, o auxiliar de tesouraria tem o poder de cobrar o valor sem acréscimo, o que não aconteceria no banco. Casos excepcionais ele encaminha à direção para negociação. “Certa vez uma aluna chegou aqui com o formulário de trancamento de matrícula na mão, dizendo que passava por terríveis dificuldades e só lhe restava interromper o curso. Na mesma hora rasguei o formulário e a orientei a pedir parcelamento da dívida. Tempos depois, quando se formou, ela veio me agradecer, disse que se eu não tivesse feito aquilo ela nunca teria concluído a faculdade. Fiquei feliz”.

Casado há 5 anos com Roberta e pai de Rebeca, de 12 anos (do primeiro casamento) e Ana Luiza, de 2 anos, Tonhão fora do trabalho gosta de curtir a família e se dedicar a ações sociais da igreja evangélica que frequenta. “A única coisa que não gosto muito, mas faço sempre, é passear no shopping. Afinal, tenho que agradar minhas meninas”. Ele é ou não é O Cara?

 

Ano começa com novidades por todos os lados

 

Implantação de Plano de Cargos e Salários dos funcionários administrativos, Programa de Iniciação Científica nas FIC e novos laboratórios no CAEL são algumas das novidades para este ano

Da Redação
emfoco@feuc.br

Firme no compromisso assumido há pouco mais de 20 anos de promover o crescimento da FEUC com sustentabilidade e baseado no tripé aluno respeitado, empregado satisfeito e melhoria da infraestrutura, a atual gestão tem uma série de ações importantes previstas para este ano de 2013. Entre elas destacam-se a implantação do Plano de Cargos e Salários dos funcionários administrativos e de apoio; a ampliação e melhoria das condições de acessibilidade dos prédios; a priorização, nas novas contratações, de candidatos com deficiências ou limitações, mas habilitados ao trabalho.

Evando da Cruz Silva, de 18 anos, que está em período de testes no setor de Suporte de Informática, é um exemplo dessa política. Em seu primeiro emprego com carteira assinada, o jovem, que tem uma deficiência no braço direito, está eufórico com a oportunidade conquistada: “Encho a boca para dizer que trabalho na FEUC. Apesar da deficiência, não há nada que eu não possa fazer, quero crescer nessa área e ser um futuro Vitão”, disse ele, referindo-se ao funcionário Victor Abreu.

Evando em ação na desmontagem de um computador: ‘não há nada que eu não possa fazer’. (Foto: Gian Cornachini)

Evando em ação na desmontagem de um computador: ‘não há nada
que eu não possa fazer’. (Foto: Gian Cornachini)

Iniciação científica, revista de Letras e muito mais

Nas FIC, há várias atividades previstas para movimentar os cursos. A principal delas, abrangendo todas as graduações, é o Programa de Iniciação Científica, que envolverá alunos e professores no desenvolvimento de projetos. Cada professor orientador acompanhará grupos de até quatro alunos, que receberão bolsa de 20% de desconto nas mensalidades para se dedicar a pesquisas relacionadas a suas futuras monografias. “O objetivo é incutir no graduando o espírito da pesquisa”, diz o vice-coordenador Acadêmico, professor Valdemar Silva.

Individualmente, os cursos também planejam novidades. Letras já tem tudo preparado para lançar a revista “Letras na FEUC”, no segundo semestre. A chamada para apresentação de artigos será feita ainda em março ou no máximo em abril. “As edições não terão temas específicos, os artigos poderão abordar qualquer assunto de interesse dos estudos de língua e literaturas”, explica a coordenadora Arlene da Fonseca.

Na História, a coordenadora Vivian Zampa destaca uma nova fase da pesquisa dos documentos sobre a história de Campo Grande feita no Fundo do Conselho Ultramarino: “Vamos partir agora para transcrever os documentos já selecionados e montar um roteiro de fontes para futuras pesquisas. Quem sabe até buscar um patrocínio para a publicação desse roteiro, que seria de grande valia para pesquisadores interessados nesse período da história do bairro”, diz.

“Como estabelecer uma relação com o universo do ensino básico que não seja unicamente a presença do discente que realiza o estágio orientado?” Partindo dessa pergunta, o curso de Ciências Sociais decidiu criar o Laboratório de Pesquisa e Ensino de Sociologia (Lapes), com o objetivo de construir uma interlocução com escolas de Ensino Médio da rede pública da região e desenvolver ferramentas de ensino e pesquisa no campo de Ciências Sociais. “Sobretudo nos grupos que se aproximam da conclusão do curso, percebemos um conjunto de dúvidas, assim como grande disposição e entusiasmo em buscar respostas. O Lapes vem para auxiliar nesse movimento”, diz a coordenadora Célia Neves.

Na Geografia, o coordenador Luiz Mendes informa que dará continuidade na definição do Rio da Prata como área de estudo do curso: “Principalmente nas áreas de Geografia Agrária (ruralidades do urbano), Meio Ambiente, Socioeconomia e Geografia Física, que engloba Geomorfologia, Geologia e Recursos Hídricos”, diz ele, ressaltando que um dos objetivos será verificar as bases de dados socioeconômicos e educacionais existentes para a região.

Já o coordenador Alzir Fourny Marinhos apostará as fichas da Matemática na oferta de mais e melhores cursos de extensão ao longo do ano, assim como na manutenção e ampliação do projeto Desbloqueando, de aulas de reforço para a comunidade, que dá ao graduando sua primeira experiência como professor. “Mas nosso foco em 2013 será mesmo nos cursos de extensão, importantes para incrementar a formação de nossos alunos”.

Preocupados com os resultados ruins no Enade, a coordenadora de Pedagogia, Maria Lícia Torres, e o vice-coordenador de Computação, Rodrigo Neves, voltarão seus esforços primeiramente para uma preparação de longo prazo dos alunos para a prova de 2014. Outras ações virão a seguir, como a reestruturação de disciplinas e promoção de eventos acadêmicos. “Com a reestruturação de nosso Núcleo de Estudos em Sistema de Informação, buscaremos parcerias com empresas para levar atividades de extensão à comunidade”, diz Rodrigo.

Mais laboratórios, viagens e apoio pedagógico às turmas

No CAEL teremos a montagem do laboratório de Alimentos, Bebidas e Hospedagem, do curso de Turismo, e o laboratório de Pneumática, do curso de Automação Industrial. O estúdio de Fotografia já está prontinho para uso do curso de Publicidade. E o programa de Cultura Internacional vai propor nova viagem ao exterior com os alunos em 2013. Na Educação Infantil (a partir do Maternal II) e no primeiro segmento do Ensino Fundamental a novidade é a entrada no Sistema Uno de Ensino, adotado primeiramente nos outros segmentos. “Esse sistema, que apresentou bons resultados nas turmas em que foi aplicado, agora estará à disposição das demais séries”, explica Esther Bendelack, coordenadora da Educação Infantil. “Além do material didático de alto nível, os professores passam a ter à disposição consultores especialistas para dar apoio nas dificuldades pedagógicas que enfrentarem no dia a dia”. No Colégio Magali, o que encantou os pais neste começo de ano foi o perfil no Facebook (www.facebook.com/ColegioMagaliFeuc) criado para que eles acompanhem parte das atividades de seus filhos na escola. “Além de postar fotos das atividades realizadas, também vamos usar o canal para manter a família informada sobre programações futuras. Acredito que ganharemos muito em entrosamento”, avalia Silvia Cezar, diretora adjunta e coordenadora.

Professor Choeri à frente da FEUC por mais um mandato

Membros dos Conselhos Estatutários foram escolhidos no final do ano passado

Tania Neves
emfoco@feuc.br

Membros dos Conselhos Estatutários foram escolhidos no final do ano passado (Foto: Gian Cornachini)

Membros dos Conselhos Estatutários foram escolhidos no final do ano passado (Foto: Gian Cornachini)

 

No último dia 12 de dezembro, os instituidores da FEUC reuniram-se para eleger os novos integrantes dos Conselhos Estatutários para o triênio de 2013/2015. No Conselho Diretor, o professor Wilson Choeri foi reeleito para o cumprimento de seu oitavo mandato à frente da instituição. O professor Hélio Rosa de Araujo assumiu a Direção Administrativa, sendo substituído na Direção de Ensino pela professora Arlene da Fonseca. E o professor Durval Neves da Silva foi confirmado como Diretor Superintendente.

Na medida em que os instituidores insistiram pela candidatura do professor Choeri, evocando sua forte liderança e grande prestígio junto a toda comunidade acadêmica e demais empregados, o presidente decidiu aceitar o desafio, apesar de declarar que está à disposição para promover a alternância, pois sempre coloca a FEUC em destaque: “Ela ficará e as pessoas passarão”, destacou o presidente, reconhecido por sua coragem de empreender e disposição de realizar.

Com larga folha de serviços prestados às FIC, a professora Arlene mostrou-se exultante em sua estreia como membro do Conselho Diretor, dizendo-se pronta para servir e contribuir, com seu trabalho na Direção de Ensino, para que as três instituições interligadas – FIC, CAEL e Colégio Magali – dialoguem cada vez mais e, por meio de projetos modernos e bem estruturados, ajudem a pôr sempre mais em evidência o nome da FEUC.

Os conselhos Deliberativo e Fiscal também tiveram seus novos representantes e suplentes eleitos. Figuram entre eles professores do CAEL e das FIC, integrantes da mantenedora e personalidades ilustres da comunidade campo-grandense, todos escolhidos em reconhecimento pelos serviços prestados à instituição e à sociedade.