CAEL recebe mostra literária elaborada pelos estudantes

 

Corredor Literário, exposição que acontece anualmente no Colégio, reúne trabalhos de alunos da Educação Infantil e do Ensino Fundamental

Por Gian Cornachini
gian@feuc.br

Um cenário composto por desenhos, pinturas, colagens, dobraduras e… muita literatura. Isso é o que pode ser visto no corredor principal do CAEL — e é daí que vem o “Corredor Literário”, nome da atividade. A mostra, que acontece anualmente no mês de abril por conta do Dia do Livro (23 de abril), reúne trabalhos realizados pelos estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental em cima de obras literárias.

Atividades estão expostas nas paredes próximas à Secretaria do CAEL. (Foto: Gian Cornachini)

Atividades estão expostas nas paredes próximas à Secretaria do CAEL. (Foto: Gian Cornachini)

Nesta edição, as crianças tiveram o contato com poemas e contos de grandes nomes da Literatura Brasileira, como Vinicius de Moraes, Monteiro Lobato e Ziraldo. A partir desses autores, os pequenos soltaram a imaginação e ajudaram a criar uma exposição com conteúdos relacionados à temática.

Silvia Cezar, supervisora pedagógica do CAEL, explica a ideia por trás do Corredor Literário: “O objetivo com a atividade é que os nossos alunos desenvolvam a imaginação e sentimentos através da literatura infantil, para que criem o hábito de leitura na infância e tenham contato com autores diferentes”, aponta ela.

Crianças da Educação Infantil fazem apresentações diárias durante a Exposição. (Foto: Gian Cornachini)

Crianças da Educação Infantil fazem apresentações diárias durante a Exposição. (Foto: Gian Cornachini)

O Corredor Literário foi montado ontem, dia 25 de abril, em frente à secretaria do CAEL e no pátio da FEUC. Aberto com apresentações de estudantes da Educação Infantil e do Fundamental I, a mostra ficará disponível para o público até o fim da semana. Ainda durante a mostra, os alunos farão leituras de poemas e contação de histórias para os familiares e responsáveis no horário de saída das aulas. Na próxima semana, a partir do dia 2 de maio, é a vez de os estudantes do Ensino Fundamental II montarem sua exposição literária.

Alunos do Fundamental I contam para os familiares e responsáveis histórias de Ziraldo. (Foto: Gian Cornachnini)

Alunos do Fundamental I contam para os familiares e responsáveis histórias de Ziraldo. (Foto: Gian Cornachnini)

Mais fotos do Corredor Literário 2017 estão disponíveis em nossa página no Facebook. Clique aqui para acessá-la.

CAEL: Educação Infantil comemora Dia do Índio

 

Crianças fizeram trabalhos e comeram alimentos típicos da cultura indígena

Por Gian Cornachini
gian@feuc.br

O Dia do Índio é comemorado, anualmente, em 19 de abril. O CAEL não deixou a data passar despercebida e trabalhou, junto com as crianças da Educação Infantil, os saberes e universo por traz dessa população tão importante para o nosso país. Os pequenos tiveram a oportunidade de conhecer um pouco sobre alimentos típicos da cultura indígena, como a batata doce e o aipim, além de hábitos de vida e de transporte, como o uso de canoas.

Alunos aprenderam sobre os hábitos indígenas e degustaram batata doce e aipim.

Alunos aprenderam sobre os hábitos indígenas e degustaram batata doce e aipim.

“Aproveitamos a data para resgatar e valorizar nossas origens”, disse a professora Silvia Cezar, supervisora pedagógica do CAEL. “O objetivo de trabalharmos essa data foi o de fazer com que as crianças pudessem conhecer a beleza e a diversidade da cultura indígena e sua influência em nós”, explicou ela.

Exposição reúne trabalho das crianças sobre o transporte dos índios.

Exposição reúne trabalho das crianças sobre o transporte dos índios.

Para materializar o conhecimento, os pequenos também se vestiram a caráter, fizeram trabalhos de pintura e desenho ilustrando o transporte nos rios e montaram uma pequena exposição próxima ao portão de entrada da Educação Infantil para todos conferirem a tamanha criatividade desde tão pequeninos.

O álbum completo de fotos do Dia do Índio no CAEL está disponível em nossa página no Facebook. Clique aqui para acessá-lo.

Páscoa no CAEL: além de ovos de chocolate

Alunos da Educação Infantil e do Fundamental I do CAEL fazem apresentação de Páscoa para familiares e responsáveis

Por Gian Cornachini
gian@feuc.br

A Páscoa já passou, mas o aprendizado é para a vida toda. Na quarta-feira da semana passada (dia 12 de abril), estudantes da Educação Infantil e do Fundamental I fizeram uma belíssima apresentação, para os familiares e responsáveis, sobre o sentido da Páscoa. Cada turma ficou responsável por estudar um dos aspectos que envolvem o feriado e a história por trás da data, que celebra a ressurreição de Jesus Cristo, figura importante para o Cristianismo. Por meio de música, dança, jogral e uma peça teatral, os alunos abordaram a importância do amor, da amizade e do ato de compartilhar.

Em clima de amizade, alunos celebram valores da data comemorativa. (Foto: Gian Cornachini)

Em clima de amizade, alunos celebram valores da data comemorativa. (Foto: Gian Cornachini)

“A Páscoa é uma festa cristã, existe um feriado para isso e as crianças ficam em casa. Então, elas precisam saber o porquê de não terem vindo à escola neste dia, a história por trás da data”, disse Esther Bendelack, coordenadora da Educação Infantil do CAEL. “Mas, o principal de nossa atividade foi trabalhar a troca, e que não precisa, necessariamente, ser de ovos, que são muito caros. Não queremos ensinar o consumismo, mas outros valores, como compartilhar o lanche durante o café da manhã”, explicou.

O álbum de foto da atividade está disponível em nossa página no Facebook. Para vê-lo, clique aqui.

 

Professor de História do CAEL é destaque no YouTube

 

Arão Alves, graduado e pós-graduado na FEUC, faz vídeos para a internet e ajuda estudantes de todo o Brasil a passar no vestibular

Por Gian Cornachini
gian@feuc.br

O fluxo de conhecimento compartilhado por um professor, geralmente, é paralisado por uma questão física: as aulas têm horário de início e fim, assim como o expediente da escola. Mas há quem consiga subverter isso de alguma maneira e ultrapassar esses limites físicos e temporais. Estamos falando do professor Arão Alves, que desde 2000 leciona História no CAEL.

Com bastante experiência em sala de aula, Arão está no CAEL desde 2000. (Foto: Gian Cornachini)

Com bastante experiência em sala de aula, Arão está no CAEL desde 2000. (Foto: Gian Cornachini)

Formado em Ciências Sociais e História pela FEUC, e também pós-graduado por nossa instituição, Arão faz parte de um grupo social que muitos não conseguiriam entrar: os desinibidos. Isso mesmo. Os “sem vergonha” — no bom sentido da expressão. Pronto para experimentar novos caminhos além dos tradicionais, o professor decidiu botar a cara na web e expandir suas aulas para a internet, podendo, assim, ajudar estudantes não só do CAEL, mas de todo o Brasil, a compreender melhor temas importantes de sua área do conhecimento.

O Blog do Professor Arão Alves já existia há 6 anos quando o docente ousou dar um passo além e criar conteúdo em vídeo para o YouTube. Primeiramente, em seu canal pessoal e, recentemente, em um espaço mais profissional chamado “História em Gotas: Sua dose de conhecimento”.

Canal do professor Arão no YouTube. (Imagem: Reprodução)

Canal do professor Arão no YouTube. (Imagem: Reprodução)

“Eu comecei a fazer um blog com o objetivo de passar material para os alunos. Aí eu tive a ideia de fazer vídeos mais curtos e mandava o link para os alunos, para complementar a aula”, conta Arão, que abraçou de vez a ideia de se tornar um professor “youtuber”: “O retorno dos alunos foi sendo muito legal, então eu comecei a aprender sobre edição de vídeo, para fazer melhor”.

O bom trabalho do professor tem rendido muitos depoimentos de pessoas elogiando a qualidade do material, que é capaz de ajudar até mesmo quem sonha em passar no vestibular para uma boa universidade.

Estudante relata experiência com o canal. (Imagem: Reprodução/YouTube)

Estudante relata experiência com o canal. (Imagem: Reprodução/YouTube)

“Você vê a felicidade de uma pessoa, e que foi você quem colaborou com isso. É muito emocionante. Quem é professor, sabe o valor de ajudar a realizar sonhos de pessoas, e que sequer você irá conhecê-las”, diz Arão.

Mas nem todo conhecimento compartilhado na internet é tão bom assim. O professor alerta que vivemos em uma sociedade que se preocupa mais com a estética do que com a qualidade do conteúdo. E isso pode ser bastante perigoso.

“As pessoas têm dificuldade em perceber onde tem qualidade e, às vezes, cai dentro de coisas que não são bem seguras. A internet está cheia de informação. Mas até que ponto essa informação é realmente conhecimento, tem base, ou é apenas uma opinião?”, alerta o professor.

Arão: "As pessoas têm dificuldade em perceber onde tem qualidade e, às vezes, cai dentro de coisas que não são bem seguras". (Foto: Gian Cornachini)

Arão: “As pessoas têm dificuldade em perceber onde tem qualidade e, às vezes, cai dentro de coisas que não são bem seguras”. (Foto: Gian Cornachini)

Segundo ele, o ideal na hora de procurar material online para complementar os estudos é verificar se quem compartilhou a informação é um especialista na área, principalmente porque, para Arão, vivemos um momento complicado de nossa História:

“A História no Brasil está sendo colocada para o canto, desvalorizada por interesses políticos. Aos poucos, é apresentada a nós uma História que agrada e que não tem base científica. E aí você constrói uma memória histórica extremamente problemática”, criticou ele.

Quem quiser ficar por dentro de diversos temas de História, e com a chancela de qualidade de um especialista na área, basta seguir o canal História em Gotas no YouTube (clique aqui para acessá-lo), com vídeos novos todos os sábados, às 18h. E a melhor parte: é de graça e está pronto para ser visto e revisto a qualquer momento e de qualquer lugar.

Semana do Índio no CAEL teve muitas atividades

A partir da apresentação de vídeos, leituras, oficinas de produção de objetos  e até um depoimento pessoal de um indígena, o evento teve o objetivo de abordar  e valorizar as diferenças culturais 

Sarapó fala às crianças sobre sua cultura e exibe objetos de várias tribos

Sarapó fala às crianças sobre sua cultura e exibe objetos de várias tribos

Já na abertura da Semana do Índio, no dia 12, em quatro apresentações feitas para alunos da Educação Infantil e do Ensino Fundamental do CAEL, o índio Sarapó Wakona – da tribo Xucuru Kariri, de Alagoas – despertou interesse dos pequenos com relação ao modo de vida nas aldeias, mas também provocou polêmicas: “Podem rasgar os livros de vocês que falam sobre os índios”, disse ele, defendendo a tese de que os próprios índios é que devem falar às pessoas sobre sua cultura.  “Os livros falam pouco dos índios e falam coisas erradas, antigas, ultrapassadas. Nossa história é viva e continua sendo reinventada sempre”, disse Sarapó.

Desde criança rodando o Brasil para falar de sua cultura

O índio Sarapó tem 33 anos e desde os 10 anos faz este trabalho de divulgação de sua cultura, viajando pelo Brasil como integrante do Projeto Cultural Cara de Índio. Idealizado por caciques de sua tribo, o projeto tem o intuito de levar aos pequenos estudantes uma visão desmistificada da cultura indígena, contestando versões que chegaram a ser senso comum sobre os povos originais – por exemplo, de que são violentos, canibais, preguiçosos. “A história dos brancos diz que índio era preguiçoso, não servia para o trabalho. O que aconteceu de verdade foi que não nos deixamos escravizar”, afirma Sarapó, que exibiu para as crianças e demonstrou o uso de diversos instrumentos e objetos da vida cotidiana de cerca de 20 etnias indígenas brasileiras.

Nas salas de aula, oficinas e brincadeiras inspiradas na cultura indígena

Turminha do Fundamental posa diante do mural com os textos produzidos sobre a Semana do Índio

Turminha do Fundamental posa diante do mural com os textos produzidos sobre a Semana do Índio

A semana seguiu com uma série de atividades sobre o tema sendo desenvolvidas nas turmas, com pesquisas sobre a cultura indígena e manifestações culturais. Incluindo a leitura de muitas obras da literatura infantil mais recente, que aborda de forma respeitosa e reflexiva não somente a cultura indígena: “Quando criticou os livros, Sarapó se referia a velhos livros didáticos, mas hoje temos uma produção, principalmente em literatura infantil, que aborda as diferenças culturais de forma muito interessante. Junto com as crianças, os professores também levantaram vídeos, histórias de diversas tribos e manifestações como danças, rituais, celebrações. E os assuntos foram trabalhados conforme as idades”, conta a professora Esther Bendelack, que coordena a Educação Infantil e divide com a professora Sônia Folena a coordenação do primeiro segmento do Ensino Fundamental.

Destaque para o uso de mandioca, milho e batata doce na alimentação saudável

Outro ponto forte das atividades da Semana do Índio foi o estudo dos alimentos mais consumidos pelas tribos originais, como a mandioca, o milho e a batata doce. Os pequenos conheceram os alimentos in natura, estudaram suas propriedades, e depois acompanharam a preparação de alguns deles, como um incentivo para adotar hábitos alimentares mais saudáveis. O CAEL já desenvolve com os alunos das primeiras séries um projeto chamado “Descascar mais e desembalar menos”, de incentivo ao consumo de alimentos mais naturais e redução dos alimentos processados no cardápio diário.

Ao fim de cada turno nesta terça-feira, os alunos foram embora paramentados com os enfeites e objetos indígenas que prepararam sob a orientação dos professores, ou simplesmente pintados, conforma a tradição indígena.

Veja abaixo algumas fotos das atividades:

Expo X revela talentos da Química e da Publicidade para Febrace e Mostratec

Feira científica do CAEL reuniu trabalhos de todos os cursos técnicos do Colégio com o objetivo de promover a pesquisa e demonstrar o desenvolvimento dos alunos

Por Pollyana Lopes e Gian Cornachini
emfoco@feuc.br

Há 16 anos, estudantes do CAEL se encontram assiduamente em uma grande feira no Colégio, com suas tecnologias, projetos e ideias criativas para facilitar a vida das pessoas, reduzir custos de processos ou promover cultura e ações sociais que impactam positivamente na sociedade. De quebra, dois trabalhos são classificados para a Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace) e a Mostra Técnica de Novo Hamburgo (Mostratec) — prestigiados eventos nacionais de ciência e pesquisa. Entre os dias 26 e 30 de outubro, divididos em dezenas de estandes, os alunos puderam mostrar ao público seus trabalhos. E no último dia do encontro, uma grande surpresa: a presença do curso de Publicidade representando o Colégio na Mostratec de 2016.

Representantes de turmas e professores lotaram o auditório da FEUC na abertura do evento. (Foto: Pollyana Lopes)

Representantes de turmas e professores lotaram o auditório da FEUC na abertura do evento. (Foto: Pollyana Lopes)

Administrações do CAEL e das FIC incentivam os alunos

Na abertura oficial da Expo X, estiveram presentes a diretora do CAEL, Regina Sélia Iápeter; a diretora adjunta, Jane Innocencio da Silva; o coordenador do turno da noite da escola, Paulo Accioly; o coordenador do ensino técnico do CAEL, Carlos Vinícius Nascimento; o diretor das FIC, Hélio Rosa de Araujo; o coordenador acadêmico das FIC, Valdemar Ferreira da Silva; e a represente da Stylus formatura, a maior patrocinadora da feira, Márcia Cristina. Em comum, todos disseram palavras de incentivo e parabenizaram os jovens cientistas.

Professores foram unânimes em parabenizar o esforço e dedicação dos estudantes. (Foto: Pollyana Lopes)

Professores foram unânimes em parabenizar o esforço e dedicação dos estudantes. (Foto: Pollyana Lopes)

A professora Regina destacou o empenho dos estudantes nos trabalhos desenvolvidos: ”Eu tenho certeza que vocês colocaram a alma no trabalho de vocês. A gente pode ver isso na produção de vocês”. Jane reforçou que os frutos do empenho são colhidos ano após ano: “Nós, alunos, professores e coordenadores, formamos uma equipe de muito sucesso. Esse sucesso é tão grande que, a cada ano que passa, a gente tem mais pessoas querendo se juntar a nós. Este ano, talvez, seja o ano em que nós contamos com mais patrocinadores. Isso faz parte do sucesso do trabalho de vocês”.

Como coordenador acadêmico das FIC, Valdemar igualou positivamente a dedicação e o empenho dos estudantes de graduação com o que  viu dos alunos do Ensino Básico. “Vocês não deixam nada a desejar a qualquer aluno do nível superior. Eu acompanho a Expo faz algum tempo e percebo que vocês têm pesquisa, têm estudo. Essa rotina de vocês já é uma vida acadêmica, de alunos que já se apropriam da pesquisa, da investigação, das descobertas”.

Já o coordenador do Ensino Técnico, professor Carlos Vinícius, explicou que a Expo X é filiada a outras feiras técnicas com visibilidade internacional: a Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace) e a Mostra Técnica de Novo Hamburgo (Mostratec): “A nossa feira tem tanta relevância no mercado científico no Brasil que nós fomos escolhidos, entre várias instituições, para ser uma feira afiliada. Essas instituições estão dizendo para nós que os nossos trabalhos têm relevância e que eles querem a gente como parceiros. Isso, mais uma vez, é fruto do trabalho de vocês. Muito obrigado”.

Exposição

Estudantes de Publicidade montaram uma pequena sala de cinema e preparam jogo com temas musicais de grandes produtoras de cinema animado. (Foto: Pollyana Lopes)

Estudantes de Publicidade montaram uma pequena sala de cinema e preparam jogo com temas musicais de grandes produtoras de cinema animado. (Foto: Pollyana Lopes)

Com tantos estandes, a diversidade de trabalhos apresentados foi grande: cerveja artesanal à base de gengibre e hortelã, produzida por estudantes do técnico em Química; robôs de batalha projetados por integrantes de Automação; uma viagem sensorial de alunos de Turismo; além da história do cinema de animação, feita por estudantes do 3º ano de Publicidade. Neste trabalho, Ana Karolyne Cunha dos Santos, Antônio Pereira da Silva, Larissa Timóteo de Menezes, Letícia Ramos Pereira de Almeida, Luzia Costa Correa e Marcele Santos Bittencourt, fizeram uma pesquisa com crianças da família, comparando versões antigas e atuais de filmes animados como “A Fantástica Fábrica de Chocolate” e “Alice no País das Maravilhas”. Para a feira, eles prepararam o ambiente para uma sessão, com direito a pipoca, na qual eram apresentadas montagens das duas versões dos filmes.

“Primeiro nós pensamos em falar sobre a história do cinema, mas como é muita coisa, nós resolvemos focar na história do cinema para crianças. Em como eles tiveram criatividade para reinventar e continuar prendendo a atenção das crianças assistindo e assistindo. E também tem outras questões, por exemplo, como eles inserem o patriotismo estadunidense, sempre tem uma bandeira dos Estados Unidos nos filmes; e o consumismo: sai um filme novo e já tem vários bonecos personagens para vender”, explica Luzia. “Assistindo o dia todo”, reforça Letícia.

Thalya e Maressa apresentaram projeto sobre doação de sangue. (Foto: Pollyana Lopes)

Thalya e Maressa apresentaram projeto sobre doação de sangue. (Foto: Pollyana Lopes)

Além de críticos, alguns trabalhos também manifestaram interesse no bem-estar social. Como o apresentado por Thalya Fidalgo e Maressa Almeida, que estão no 1º ano do Técnico em Enfermagem. O objetivo do projeto foi o de esclarecer todos os aspectos relacionados à doação de sangue. “Nós resolvemos fazer sobre isso, mesmo parecendo ser algo batido, porque a gente quer incentivar as pessoas a doarem. Esse é o nosso objetivo, incentivar, mostrar que não precisa ter medo, que doar sangue é um ato de salvar vidas”, explica Thalya.

Febrace e Mostratec

Os melhores trabalhos apresentados em cada edição da Expo X podem ser avaliados e classificados para a Febrace e a Mostratec. As vagas são poucas — apenas uma para cada feira — mas a criatividade é grande. As alunas Gabriella Lucena, Ana Paula Oliveira Lopes Inacio e Beatriz Farias Costa de Brito, ainda no 2º ano de Química, conquistaram a tão disputada vaga para a Febrace com o projeto “Obtenção de insumos industriais a partir de alumínio reciclado: economia e sustentabilidade”. O objetivo do trabalho foi extrair um sal inorgânico (o aluminato de sódio) de embalagens de alumínio descartadas com a finalidade de utilizá-lo como um coagulante em estações de tratamento de água. Isso significa obter um material mais barato para ser utilizado no processo de decantação — fase em que as partículas orgânicas se agrupam e se separam da água para deixá-la mais pura.

Gabriella e suas amigas do projeto de Química comemoram classificação para Febrace. (Foto: Gian Cornachini)

Gabriella e suas amigas do projeto de Química comemoram classificação para Febrace. (Foto: Gian Cornachini)

“Além de o nosso produto ser extraído de um material que é descartado incorretamente, como latas de bebidas e embalagens à base de alumínio — que levam 100 anos para se decompor — estamos barateando o custo com a obtenção de um aglutinador em aproximadamente 90%”, destacou Gabriella, contente por prosseguir com a tradição do curso de Química de sempre ter um trabalho selecionado para uma feira externa: “Desde que entramos no Colégio, escutamos o nome Febrace e vemos como um desafio a ser ultrapassado. Além de honrarmos o nome do curso, batalhamos muito para descobrir soluções e desenvolver um projeto sustentável e barato”.

Mas a grande surpresa desta edição da Expo X foi o trabalho selecionado para a Mostratec. Fugindo de tradições, a estudante Thaís Paixão de França, do 3º ano de Publicidade, mostrou que seu curso tem potencial para formar alunos capazes de dar asas a grandes ideias. Com o projeto “Educomídia — Desenvolvimento Midiático de Inclusão Cultural e Educacional”, a aluna encantou os professores avaliadores devido ao viés social de sua proposta, que é criar uma rede colaborativa de voluntários da área de educação e arte com o intuito de levar conhecimento e diversidade cultural a regiões periféricas das cidades, disponibilizando, também, esses conteúdos em um portal para estarem acessíveis e gratuitos para qualquer pessoa.

“Os programas educacionais, culturais e exposições são concentrados na área do Centro, da Zona Sul e da Barra da Tijuca, e muita gente não tem condições financeiras ou tempo para ir a esses lugares. A minha iniciativa é de ajudar as pessoas a terem acesso a esses programas através das mídias e por voluntários, que se inscrevem no portal e a gente seleciona as áreas onde eles podem atuar”, explicou Thaís, que contou como a ideia surgiu: “Fui ao evento Hack Day, no Centro, em um programa que ensinava ciência da computação para meninas, e vi que várias garotas eram de comunidade ou da Zona Sul. Só tinha eu da Zona Oeste. Perguntei para as pessoas aqui se sabiam do evento. Ninguém conhecia e disseram que se soubessem, iriam. Então eu quero que essas coisas aconteçam aqui”, ressaltou ela.

Thaís, finalista da Mostratec, durante a apresentação do trabalho de Publicidade para os avaliadores. (Foto: Gian Cornachini)

Thaís, finalista da Mostratec, durante a apresentação do trabalho de Publicidade para os avaliadores. (Foto: Gian Cornachini)

O professor Carlos Vinicius Nascimento, coordenador do ensino técnico do CAEL, comentou a aprovação do projeto de Publicidade que, segundo ele, é algo inédito até o momento: “O curso de Publicidade nunca participou de uma avaliação da Febrace e Mostratec. É uma grande surpresa e, sem dúvida, gratificante. Esse projeto é relevante e muda esse conceito de que tem que ter protótipo para ganhar. A Thaís mostrou que não fez protótipo e levou”, observou.

A mostra de trabalhos finalistas da Febrace acontece entre 15 e 17 de março de 2016, em São Paulo, e a Mostratec no segundo semestre do próximo ano, em Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul.

 

Cultura de mãos dadas com o esporte e a alegria

 

Olimpíadas do CAEL trazem conhecimento sobre o Rio de Janeiro e muita diversão

Por Gian Cornachini
emfoco@feuc.br

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“Eu vou citar quatro palavras: respeito, gentileza, tolerância e solidariedade. Se nós carregarmos conosco o significado dessas quatro palavras, tudo vai ser dez, vai ser mil. Porque o CAEL tem tolerância zero com violência, e esta semana vai ser especial porque você vai respeitar, vai ser gentil, tolerante e solidário”. Regina Sélia Iápeter, diretora do Colégio, resumiu um pouquinho o papel das Olimpíadas do CAEL durante a abertura do evento, em junho passado. Mas quatro palavras não bastam. Esporte. Estudo. Dança. Pesquisa. Cultura. Arte. Integração. A lista do que as Olimpíadas do CAEL promovem todos os anos é imensa, grande como a energia dos alunos em cada edição, comprometidos a dar o melhor de si nos jogos e abusar da criatividade na mostra de trabalhos. Durante uma semana inteira, a escola virou de ponta-cabeça: não se viam estudantes com caderno na mão preocupados com as provas, mas alunos se divertindo, jogando futebol, vôlei, queimada, torcendo. “A importância do evento é a gente trabalhar valores, o autocontrole, aprender a lidar com as diferenças, incentivar a solidariedade. Buscar sempre o seu melhor e se divertir também”, explicou o professor Luis Claudio Bastos, um dos coordenadores das Olimpíadas.

DSC_0411Mas o evento não se encerrou com as vitórias em cada modalidade esportiva. Em vez de acordar tarde no sábado sem aula, a escola toda voltou para a FEUC, com o objetivo de fazer jus à semana inteira especial que Regina Sélia havia previsto. Às 10h do dia 20 de junho, com os grupos de alunos devidamente divididos e prontos para exibir seus belíssimos estandes, a diretora adjunta Jane Innocencio da Silva Teixeira deu a largada do projeto cultural “CAEL passeando pela história dos 450 anos do Rio de Janeiro”, valorizando o empenho das equipes: “Parabéns aos alunos do CAEL, que sabem apresentar os melhores trabalhos do mundo, especialmente em um sábado de manhã, quando poderiam estar dormindo”, encorajou Jane. Os elogios não eram para menos. Isso porque, além de brilharem na parte esportiva das Olimpíadas, agora os estudantes também estão tendo que trabalhar toda a criatividade com a missão de aprender e compartilhar conhecimento e cultura com a escola e visitantes.

O aniversário do Rio de Janeiro foi inspiração para os alunos cumprirem a missão de trazer para a quadra e pátio da FEUC características, destaques e particularidades de 32 bairros da cidade. “Escolhemos falar dos bairros porque foi um ano típico de falar do Rio de Janeiro. A gente fez um sorteio entre as diversas localidades, incluindo não só os bairros turísticos, mas os da Zona Oeste também, e aproveitamos para falar de Campo Grande, da história da FEUC e do CAEL”, conta Jaqueline Cossatis, supervisora do Ensino Médio e idealizadora do projeto. De acordo com Jaqueline, além da troca de conhecimento, um dos principais objetivos do projeto é fortalecer a formação do aluno: “O projeto envolve todas as disciplinas. Pega a parte histórica, a geografia, e faz ele pensar o espaço urbano. O aluno faz pesquisas, conhece a origem da sua cidade e do próprio lugar onde vive”, destaca Jaqueline.

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A estudante Giulia Vianna, do 3° ano do técnico em Meio Ambiente, foi sorteada com seu grupo para abordar o bairro de Jacarepaguá. Além de toda a parte histórica, Giulia montou com as amigas uma pequena banca de doação de livros, onde qualquer pessoa poderia levar um exemplar. “Em Jacarepaguá tem o Maciço da Pedra Branca, a Cidade de Deus, mas também tem a Bienal do Livro. Então a gente decidiu doar livros, porque hoje em dia as pessoas parecem ler menos. A gente trouxe ficção e até livro religioso para quem se interessar. É para estimular a leitura mesmo”, contou Giulia.

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Quem gostou da ideia foi a professora aposentada Cecília Rocha, avó da estudante Ana Gabriele, do 1º ano de Meio Ambiente. Cecília foi à exposição para conferir a mostra de trabalhos dos alunos, acabou levando um livro para a casa e ainda deu algumas dicas para as meninas: “Achei ótima essa ideia. E posso dar uma sugestão? Esse cartaz poderia estar mais no alto, porque está muito escondidinho, então as pessoas podem não saber que vocês estão distribuindo livros”, recomendou ela. Essa troca de ideias faz valer a proposta de mudar para o sábado o projeto cultural, que é dar oportunidade para estudantes, professores, visitantes e familiares também participarem da constante construção do conhecimento.

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Fantasiados ou preparando um prato típico, o fato é que a criatividade rolou solta. No improvisado calçadão de Copacabana, os vendedores de DVDs. Diretamente da Urca, as antigas noites cariocas, com “visita” especial de Carmem Miranda (veja foto ao lado). No estande de Guaratiba, o cheiro de peixe grelhado. De Padre Miguel, o samba. E samba ao vivo com a participação de integrantes da escola mirim Estrelinha da Mocidade! Aliás, os convidados surpresa foram ponto alto do evento, levando muita animação à escola, assim como fez o funkeiro Mc Bob Rum, representando o bairro de Santa Cruz. Já estamos ansiosos pelo próximo ano!

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Pães, livros, músicas e conhecimento

 

Professora de espanhol do CAEL aposta em cafés literários para incentivar os alunos a aprenderem de forma lúdica

Por Pollyana Lopes
emfoco@feuc.br

Com apenas um tempo por semana, as aulas de espanhol são repletas de conteúdo. Para escapar um pouquinho da rotina das aulas formais e se aproximar mais dos alunos, porém, a professora Natália Coelho introduziu em suas turmas uma novidade: o café literário, realizado ao final de cada bimestre. A ideia é que os alunos cantem, leiam poesias, dancem músicas em espanhol e interajam entre si e com a “maestrina”. Além, é claro, de saborearem diferentes tipos de pães, bolos e salgados.

Refrigerantes, misto quente, sucos de caixinha, pães e bolos estão no cardápio dos cafés. (Foto: Pollyana Lopes)

Refrigerantes, misto quente, sucos de caixinha, pães e bolos estão no cardápio dos cafés. (Foto: Pollyana Lopes)

Natália, que estudou nas FIC, conta que conheceu essa metodologia com o professor Adriano Oliveira Santos, que fazia cafés literários depois das provas. “Ele foi meu orientador na graduação e na pós. Um grande amigo e um professor perfeito. Eu me espelho nele para trabalhar e sempre dá certo”, conta. Ela também explica suas motivações para tocar a iniciativa: “Como eu só tenho um tempinho de aula por semana, decidi fazer este projeto para termos um momento de aprendizagem diferenciado do formal. Neste café, além de todas as informações transmitidas, batemos papo, tiramos fotos e é uma forma para eu me aproximar dos meus alunos e eles de mim. Dá super certo! Começamos um bimestre mais relaxados e dispostos para aprender melhor, fora que é uma delícia!”, empolga-se.

Os estudantes, apesar de nem sempre prepararem algo para apresentar no evento, aprovam a iniciativa. Paola Maia, do 1º ano do técnico em Informática, comenta o café: “É legal, dá tempo de conversar e a gente sai da rotina de pegar apostila, ficar quieto e assistir a aula. A última vez foi melhor porque teve dança e duas pessoas cantaram. E também dá mais intimidade com a professora. Ela abre espaço para a gente conversar com ela”, diz.

Apesar de ter gostado da edição do evento que teve mais apresentações, Paola se justifica da mesma maneira que a maioria dos colegas quando questionada sobre o porquê de não ter preparado nenhuma apresentação. “Só lembrei ontem à noite e tinha que fazer outro trabalho, por isso não deu tempo de preparar nada”, alega.

Mesmo assim, isso não é desculpa para cancelar a atividade. Os alunos improvisam, dançam “Macarena”, cantam músicas da novela para adolescentes “Rebelde” e apresentam os times espanhóis. E, mesmo no improviso, alguns se destacam.

Aluno do 2º ano do técnico em Administração, João Pedro Consoli foi instigado pela turma a ler uma de suas poesias. Esquivando-se do espanhol e da exposição de seus escritos próprios, ele entoou um rap crítico e ritmado chamado “O que separa os homens dos meninos”, do rapper Sant: “É minha vida e o beat em cima / Ó, imagina. Eu já passei por cada coisa, mano / Explica o que é divórcio pra uma criança de 3 anos / Sem rumo e sem plano / Minha família é minha coroa, se tu entende o que eu tô falando”.

Alunos do 2º ano de Administração improvisaram com apresentação stand up e cantando “Rebelde”. (Foto: Pollyana Lopes)

Alunos do 2º ano de Administração improvisaram com apresentação stand up e cantando “Rebelde”. (Foto: Pollyana Lopes)

O jovem do rap elogia a iniciativa do sarau e apresenta outra explicação para a tímida adesão dos colegas: “Eu acho que é vergonha. Eu mesmo, a maioria das coisas que eu escrevo, só o meu irmão lê”, revela.

Mas a professora insiste em promover a literatura e o conhecimento em ambientes menos formais. Quando um estudante questiona “se é literário, cadê o livro?”, enfática, ela esclarece: “Desde quando a literatura se prende em papel? Ela não se prende apenas no papel ou em um momento da história”. Literatura não é só papel, e aula não é só “cuspe e giz”. É com esse espírito que Natália continua organizando os cafés literários, para que os alunos aprendam, às vezes, sem perceber.

Capoeira como ferramenta pedagógica e transformadora

 

Ao som do berimbau e regada com histórias da cultura afro-brasileira, mestre Anisio aposta na capoeira para exercitar e integrar seus alunos

Por Gian Cornachini
emfoco@feuc.br

Mestre Anisio: “Eles sabem o básico e ninguém se machuca”. (Foto: Gian Cornachini)

Mestre Anisio: “Eles sabem o básico e ninguém se machuca”. (Foto: Gian Cornachini)

Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela Unesco desde 2014, a roda de capoeira também integra as atividades semanais do maior patrimônio da Educação Infantil do CAEL: as crianças que, num gingado aqui e num movimento ali, respondem disciplinarmente às instruções do mestre Anisio do Nascimento Neto — chamado carinhosamente entre os pequeninos de “Tio Capoeira”.

“A capoeira, no tempo da escravidão, era considerada uma luta. Mas, para ela se manter viva durante todos esses anos, ela foi se tornando uma dança, que já não é lutada, mas jogada”, explica o mestre Anisio, que já dedicou 40 de seus 54 anos de idade à capoeira. Formado em Pedagogia e, atualmente, pós-graduando em Educação Especial nas FIC, mestre Anisio vem cada vez mais se apropriando de seu hobby e tornando-o um trabalho cultural, pedagógico e transformador para as crianças: “A gente desenvolve aqui no CAEL uma capoeira pedagógica, uma ferramenta para socializar e integrar os alunos, e para contar uma história que não foi contada”, diz ele. “Nosso objetivo aqui é fazer exercícios, despertar a lateralidade, a coordenação motora, a flexibilidade. E, também, que as crianças vejam o berimbau e associem à cultura afro-brasileira, floresçam o conhecimento da nossa música e conheçam a história de nossos antepassados”, completa o mestre, revelando a finalidade educadora das rodas de capoeira no Colégio: “Queremos que eles sejam adultos diferentes, sem preconceito, mais solidários e conhecedores de sua própria cultura”.

Quem ainda não viu uma aula de capoeira no CAEL ficará encantado ao notar a disciplina dos pequenos alunos e o respeito que eles têm aos comandos do mestre Anisio. Parados cada um em um ponto pré-determinado do pátio, basta o professor ditar os golpes que todos os colocam em prática simultaneamente. “Eles sabem o básico da capoeira: a ginga, cocorinha, negativa, queda de quatro e roleta. E ninguém se machuca, porque a finalidade não é acertar o adversário, mas de se alongar e ter disciplina”, lembra o mestre, que em seguida forma duplas para jogarem a capoeira ao som de um berimbau tocado ao vivo por Anisio, enquanto cada um espera ansiosamente a sua vez.

Olimpíadas do CAEL agitam escola

 

Logo no primeiro dia, estudantes suam a camisa jogando ou torcendo

Por Pollyana Lopes
emfoco@feuc.br

Começaram hoje as Olimpíadas do CAEL! A animação tomou conta da quadra da FEUC, que recebeu os alunos da Educação Infantil, do Fundamental e do Médio para a abertura do evento. A diretora do Colégio, Regina Sélia Iápeter, destacou o espírito de coletividade propiciado pelas atividades das Olimpíadas: “Eu vou citar quatro palavras: respeito, gentileza, tolerância e solidariedade. Se nós carregarmos conosco o significado dessas quatro palavras, tudo vai ser dez, vai ser mil. Porque o CAEL tem tolerância zero com violência, e esta semana vai ser especial porque você vai respeitar, vai ser gentil, tolerante e solidário”, motivou a professora.

Estudantes de todas as turmas lotaram a quadra na abertura do evento. (Foto: Pollyana Lopes)

Estudantes de todas as turmas lotaram a quadra na abertura do evento. (Foto: Pollyana Lopes)

Após a breve fala de Regina, o estudante do 3º ano do ensino técnico em Química Gustavo Ribeiro Guimarães circulou o espaço carregando a tocha olímpica até acender a pira. Depois, foi a vez de Luísa Almeida de Oliveira Costa, aluna do 3º ano de Turismo, fazer o juramento do atleta, repetido por todos.

Para animar o público presente, a diretora adjunta, Jane Innocencio da Silva Teixeira, narrou, com muitas brincadeiras e torcida, a partida de futebol entre os professores e os alunos do CAEL.  O empate de 1 x 1 deixou transparecer a essência dos jogos, como observou o coordenador da parte esportiva das Olimpíadas, professor Luis Claudio Bastos: “A importância do evento é a gente trabalhar valores, o autocontrole, aprender a lidar com as diferenças, incentivar a solidariedade. Buscar sempre o seu melhor e se divertir também”, disse.

Time dos professores escolheu o professor Miguel Louro (último à direita) como capitão. (Foto: Pollyana Lopes)

Time dos professores escolheu o professor Miguel Louro (último à direita) como capitão. (Foto: Pollyana Lopes)

Os jogos continuam até o dia 24, quarta-feira da próxima semana, com uma programação especial no sábado, dia 20, quando serão apresentados os trabalhos desenvolvidos pelos alunos no projeto “CAEL passeando pela história dos 450 anos do Rio de Janeiro”. Serão retratados os pontos turísticos e os bairros que compõem a cidade. Aberta à comunidade, a exposição ficará disponível para visitação de 10h às 14h, em diferentes espaços da instituição.

Torcidas marcaram presença com bolas de ar e instrumentos musicais. (Foto: Pollyana Lopes)

Torcidas marcaram presença com bolas de ar e instrumentos musicais. (Foto: Pollyana Lopes)