CAEL promove grande feira contra preconceitos

 

Estudantes apresentaram trabalhos de conscientização acerca do respeito às diferenças e participaram de ações sociais fora do Colégio

Por Gian Cornachini
gian@feuc.br

O Projeto Cultural do CAEL, realizado no dia 28 de junho, movimentou estudantes em prol de uma sociedade mais igualitária e que respeita as diferenças. Com o tema “Construindo pontes, não muros — Valores e Virtudes: preconceito e cidadania”, a atividade teve o objetivo de criar no Colégio uma feira com apresentações de trabalhos dos alunos e peças teatrais que expusesse diferentes preconceitos presenciados ainda nos dias de hoje e a importância de combatê-los. De maneira muito criativa, os estudantes abordaram temas como racismo e a herança africana, violência contra a mulher e feminismo, homofobia e igualdade de gênero.

Feira levou diversas apresentações para a quadra esportiva do CAEL. (Foto: Gian Cornachini)

Feira levou diversas apresentações para a quadra esportiva do CAEL. (Foto: Gian Cornachini)

O grupo de Maria Eduarda Lira Villela, do 1º ano do técnico em Enfermagem, trouxe para o CAEL o debate sobre preconceito religioso. Caracterizada como freira, a jovem chamou a atenção para o ódio entre diferentes religiões: “Falamos sobre católicos, muçulmanos, espíritas, para mostrar que existem pessoas diferentes, que se vestem de maneira diferente, e que mesmo que você não gosta, o importante é aceitar”, defendeu ela.

Grupo de Maria Eduarda (segunda, da esquerda para a direita), abordou o preconceito religioso. (Foto: Gian Cornachini)

Grupo de Maria Eduarda (segunda, da esquerda para a direita), abordou o preconceito religioso. (Foto: Gian Cornachini)

O estudante Yan Victor Vidal Bandeira, do 2º ano do técnico em Química, apresentou com seus colegas um trabalho sobre homofobia. Utilizando chifres de unicórnio — apetrecho apropriado pela comunidade LGBT, durante o Carnaval deste ano, com o intuito de representar um ser assexuado, sem definição de gênero —, o estudante foi direto ao opinar sobre a violência contra gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transgêneros: “Aqui, no Brasil, é ruim ser homossexual. O índice de violência contra homossexuais é muito maior. Queremos mostrar que essas pessoas também são gente, têm direitos, tudo o que nós, heterossexuais, temos. Ser gay não é uma doença!”, ressaltou ele.

Yan Victor: "Aqui, no Brasil, é ruim ser homossexual. O índice de violência contra homossexuais é muito maior". (Foto: Gian Cornachini)

Yan Victor: “Aqui, no Brasil, é ruim ser homossexual. O índice de violência contra homossexuais é muito maior”. (Foto: Gian Cornachini)

Atenta ao fato de que as propagandas contribuem positivamente e negativamente para a opinião pública em relação a diversos temas e aspectos sociais, a aluna Anna Paula dos Santos de Souza, do 2º ano do técnico em Publicidade, pesquisou com seus colegas diferentes campanhas publicitárias que evidenciassem preconceitos e estereótipos. Mulheres seminuas em propagandas de cerveja voltadas para homens, publicidade de produtos de limpeza com imagens de mulheres, a pouca utilização de pessoas negras. Tudo isso foi destacado no trabalho.

Anna Paula sobre influência das propagandas: "Às vezes você está vendendo uma ideia que vai machucar outras pessoas". (Foto: Gian Cornachini)

Anna Paula sobre influência das propagandas: “Às vezes você está vendendo uma ideia que vai machucar outras pessoas”. (Foto: Gian Cornachini)

“Dependendo do país ou da cabeça do profissional que está fazendo a propaganda, ele vai colocar as próprias experiências em seu trabalho, e muitas vezes isso pode ser ruim, pois a publicidade faz bastante a cabeça das pessoas, tanto para comprar um produto quanto para vender uma ideia. E às vezes você está vendendo uma ideia que vai machucar outras pessoas”, apontou Anna Paula.

Realidade fora do Colégio

Além de expor os trabalhos na feira cultural, estudantes também participaram de diversas ações sociais fora do Colégio. O grupo do aluno Jhonathan William do Prado, do 3º ano do técnico em Química, responsável por abordar a temática sobre moradores de rua, visitou pessoas que se encontram nessa situação e entregou-lhes sopa em uma noite fria.

Jonnathan e sua colega do  CAEL entregaram sopa para moradores de rua. (Foto: Arquivo pessoal)

Jonnathan e sua colega do CAEL entregaram sopa para moradores de rua. (Foto: Arquivo pessoal)

“Eu vi uma pessoa que já tinha se alimentado negar a sopa dizendo que poderíamos entregar para outro que ainda não tinha comido. Isso mexeu muito comigo, porque vi que, mesmo precisando no mínimo, eles ainda se preocupam com os outros”, contou Jhonathan, defendendo o respeito aos moradores de rua: “Eles não são qualquer coisa. São gente, iguais a nós, e muitos estão na rua por necessidade, por não ter família ou onde morar. Com eles, aprendemos mais sobre amar o próximo, que é algo que falta muito hoje em dia”.

Estudantes de Enfermagem visitaram orfanato e levarem doações. (Foto: Gian Cornachini)

Estudantes de Enfermagem visitaram orfanato e levarem doações. (Foto: Gian Cornachini)

Alunos do curso técnico em Enfermagem também promoveram ação social, levando alimentos e objetos arrecadados para o abrigo A Minha Casa, de Campo Grande. Localizado na Estrada do Moinho, nº 135, o orfanato acolhe, atualmente, cerca de 40 crianças que aguardam por adoção. “Ficamos indignadas com a situação atual, triste por [órfão] ser algo que a maioria das pessoas finge que não existe”, apontou Giovanna Souto, do 3º ano do curso, porém contente pela colaboração que seu grupo teve durante a arrecadação: “De um em um, conseguimos formar uma multidão de pessoas que não vão fechar os olhos. Isso já muda o dia de alguém. Imagina se todos nós fizéssemos”, apontou ela.

Lúcia Piorotti, organizadora do Projeto, sobre os estudantes: "Eles estão saindo daqui mais conscientes". (Foto: Gian Cornachini)

Professora Lúcia Piorotti, organizadora do projeto, sobre os estudantes: “Eles estão saindo daqui mais conscientes”. (Foto: Gian Cornachini)

De acordo com a professora de Língua Portuguesa Lúcia Piorotti, organizadora do Projeto Cultural, o objetivo da feira foi alcançado e os estudantes puderam aprender diversos valores e se tornar cidadãos mais críticos: “Os alunos abraçaram o projeto e a gente viu o quanto ficaram entusiasmados, a alegria durante as apresentações. Isso é o que nos incentiva a continuar esse trabalho, pois eles estão saindo daqui mais conscientes”, destacou a professora.

Alunos do Fundamental apresentaram teatro sobre as heranças do negro africano na cultura brasileira. (Foto: Diógenes Rocha)

Alunos do Fundamental apresentaram teatro sobre as heranças do negro africano na cultura brasileira. (Foto: Diógenes Rocha)

O álbum de fotos completo do Projeto Cultural CAEL 2017 está disponível na página da FEUC, no Facebook. Clique aqui para acessá-lo.

Estudantes de Meio Ambiente do CAEL visitam manguezal

 

Atividade de campo na APA de Guapimirim serviu para alunos verem na prática os impactos ambientais na Baía da Guanabara e as medidas para preservação dos manguezais

Grupo posa em frente à placa da APA de Guapimirim

Grupo posa em frente à placa da APA de Guapimirim. (Foto: Gian Cornachini)

Por Gian Cornachini
gian@feuc.br

Das salas de aula para um manguezal em plena Baía de Guanabara. Este foi o destino de estudantes do curso de Meio Ambiente do CAEL, no último dia 14 de junho, em atividade de campo na Área de Proteção Ambiental (APA) de Guapimirim — local que abrange parte dos municípios de Magé, Guapimirim, Itaboraí e São Gonçalo, e que conta com aproximadamente 140 km2, algo como 19,6 mil campos de futebol. Durante um dia todo, os alunos puderam visitar o ecossistema que é considerado, hoje, a área mais conservada de toda a Baía da Guanabara, com nível de preservação próximo ao período anterior à vinda dos portugueses ao Brasil.

Localização da Área de Proteção Ambiental de Guapimirim, na Baía da de Guanabara. (Imagem: ESEC da Guanabara)

Localização da Área de Proteção Ambiental de Guapimirim, na Baía de Guanabara. (Imagem: ESEC da Guanabara)

Pescador Malafaia tira seu sustento a partir de atividades sustentáveis no manguezal, como ecoturismo e palestras de educação ambiental. (Foto: Gian Cornachini)

Pescador Malafaia tira seu sustento a partir de atividades sustentáveis no manguezal, como ecoturismo e palestras de educação ambiental. (Foto: Gian Cornachini)

Recebidos na sede da Estação Ecológica da Guanabara, em Magé, pelo pescador Alaildo Malafaia, os alunos assistiram a vídeos sobre o manguezal da região e a importância de sua preservação. “Toda vez que um grupo vem aqui, é importante, porque sai um soldado da salvação. Nada melhor do que vocês conhecerem esse lugar para respeitá-lo”, disse Malafaia, que preside a Cooperativa Manguezal Fluminense, e que sobrevive, assim como os membros da cooperativa, de atividades econômicas voltadas para o desenvolvimento sustentável da região, como a pesca controlada, o artesanato e o ecoturismo.

Malafaia: "Nada melhor do que vocês conhecerem esse lugar para respeitá-lo". (Foto: Gian Cornachini)

Malafaia: “Nada melhor do que vocês conhecerem esse lugar para respeitá-lo”. (Foto: Gian Cornachini)

Malafaia levou o grupo de estudantes a uma área do manguezal que tem entrada permitida. No local, os alunos puderam materializar o conhecimento que aprenderam na Estação Ecológica, como os diferentes tipos de árvores encontrados somente nos manguezais (mangue branco, preto e vermelho), e entender melhor a importância desse tipo de ecossistema.

Estudantes puderam visitar área de manguezal e ver espécies de perto. (Foto: Gian Cornachini)

Estudantes puderam visitar área de manguezal e ver espécies de perto. (Foto: Gian Cornachini)

Típico de áreas de maré em zonas tropicais e subtropicais, os manguezais são formados em locais onde há a mistura de água doce dos rios com a água salgada do mar, como as saídas de um rio, baías e lagoas costeiras. No Brasil, é considerado um dos mais complexos e importantes ecossistemas devido à característica de desempenhar várias funções, como abrigo para dezenas de espécies de animais — entre as mais famosas, o caranguejo —; como filtro biológico, retendo material poluente e limpando as águas; como filtro do ar, retendo até cinco vezes mais gás carbônico que outras florestas da região; e como fonte de alimento e sustento humano.

Professor Roberto Camello idealizou atividade de campo para completar ainda mais a formação dos alunos. (Foto: Gian Cornachini)

Professor Roberto Camello idealizou atividade de campo para completar ainda mais a formação dos alunos. (Foto: Gian Cornachini)

O professor Roberto Camello, quem ministra aulas de Direito Ambiental para o curso de Meio Ambiente do CAEL, decidiu desenvolver essa atividade de campo com os estudantes com o intuito de analisarem o impacto da ação humana na natureza e as medidas de preservação de áreas ambientais importantes: “O conhecimento que os alunos adquiriram em sala de aula, eles vivenciaram na atividade de campo, e isso facilita muito o aprendizado. Eles puderam ver todas as ações de mobilização para redução dos impactos ambientais e, como técnicos em meio ambiente, entender as atribuições do profissional em áreas de preservação e na educação ambiental”, explicou o professor.

Os manguezais são formados em locais onde há a mistura de água doce dos rios com a água salgada do mar. (Foto: Gian Cornachini)

Os manguezais são formados em locais onde há a mistura de água doce dos rios com a água salgada do mar. (Foto: Gian Cornachini)

Os estudantes Augusto Dias Neto, do 2º ano, e Ana Gabrielle Rocha de Oliveira, do 3º ano, aprovaram a visita técnica: “Foi uma experiência nova. Descobri muitas coisas e vi o quanto as pessoas que estão lá se importam com o meio ambiente”, contou Augusto. “A atividade não acrescentou apenas conhecimento científico, mas social. Vimos o pessoal da região se unindo para cuidar de lá, e também o quanto um pescador, com muito conhecimento, pôde passar informações que não sabíamos. Foi uma atividade que foi além e investiu no social”, ressaltou Ana Gabrielle.

O álbum de fotos completo da atividade de campo está disponível na página da FEUC, no Facebook. Clique aqui para acessá-lo.

CAEL recebe palestra sobre drogas com sargento do Proerd

 

Militar falou por cerca de 2 horas com estudantes do 9º ano do Fundamental e 1º ano do Médio sobre os diferentes tipos de drogas e seus riscos à saúde

Por Gian Cornachini
gian@feuc.br

O 2º Sargento Luciano, da PMERJ, alertou sobre os problemas envolvidos no uso de drogas. (Foto: Gian Cornachini)

O 2º Sargento Luciano, da PMERJ, alertou sobre os problemas envolvidos no uso de drogas. (Foto: Gian Cornachini)

O Programa Educacional de Resistência às Drogas (Proerd), presente em todos os estados brasileiros desde 2002, atua no esclarecimento e prevenção ao uso de drogas por crianças e adolescentes. A partir de palestras ministradas por um policial militar treinado, os jovens são orientados no Proerd a evitar o contato com os diferentes tipos de droga, com o objetivo de ficar longe do vício, do crime e de acidentes. Foi com este intuito que o 2º Sargento Luciano, da Polícia Militar do Estado do Rio Janeiro (PMERJ) e integrante do Proerd, veio ao CAEL hoje, dia 21 de junho, para conversar com os estudantes. Abaixo, você confere um resumo das informações repassadas aos alunos pelo militar:

O que são drogas?

Todas as substâncias que, não sendo alimento, em contato com o organismo causam alteração na mente e/ou no corpo.

Qual é a pior droga?

Nem o crack, maconha, cigarro ou álcool. De acordo com o 2º Sargento Luciano, “a pior droga que existe é aquela que você experimenta pela primeira vez”, pois, segundo ele, “é a porta de entrada para drogas mais fortes”.

Quais são os tipos de drogas?

Existem drogas lícitas (permitidas por lei) e ilícitas (cuja comercialização é proibida), e elas são divididas em três classificações, de acordo com seu efeito. São elas as estimulantes, como a cafeína, a nicotina e a cocaína, que aumentam a atividade cerebral; as depressoras, como o álcool, os antidepressivos e a morfina, que diminuem as atividades cerebrais, deixando o indivíduo mais devagar; e as perturbadoras, como a maconha, o LSD e o chá de cogumelo, que distorcem as atividades cerebrais e os sentidos, causando alucinações.

Quais são os tipos de drogas?

Há quatro classificações para usuários de drogas. São elas os usuários recreativos, aqueles que consomem de uma maneira muito episódica um produto tóxico, mantendo suas atividades e funções sociais e profissionais sem comprometimento; os usuários ocasionais, aqueles que têm uso de drogas mais repetitivo, mas onde o equilíbrio sócio-familiar e escolar ainda não foram comprometidos; os usuários semi ocasionais, aqueles onde um ou mais sinais alertam fragilidade; e os usuários dependentes, que são aqueles em que seu mundo passa a girar ininterruptamente em torno da droga, tendo todas as outras relações sociais comprometidas.

Quais os efeitos das drogas no organismo?

- Álcool: afeta o fígado, o sistema digestório, cardiovascular e os membros inferiores, causando doenças como hepatite alcoólica, cirrose, gastrite, hipertensão, problemas no coração e problemas circulatórios.

- Cigarro: a fumaça do cigarro contém mais de 4,7 mil substâncias tóxicas que comprometem o sistema respiratório, causando pneumonia, enfisema pulmonar, derrame cerebral e até mesmo câncer, pois 48 substâncias do cigarro são altamente cancerígenas.

- Cocaína: o usuário tem uma sensação de grande prazer, euforia e de poder. Ela gera dependência e altas doses levam à overdose, convulsão e morte.

- Crack: feita de uma mistura da sobra da cocaína com bicarbonato de sódio, pode ser cinco vezes mais forte que a cocaína. Os efeitos começam em torno de cinco segundos e duram até 10 minutos, e seu uso está associado à insônia, depressão, taquicardia e convulsões.

2º Sargento Luciano: "Pode parecer que álcool não é droga, mas é. E é a maior causa de morte no trânsito". (Foto: Gian Cornachini)

2º Sargento Luciano: “Pode parecer que álcool não é droga, mas é. E é a maior causa de morte no trânsito”. (Foto: Gian Cornachini)

Quais os motivos que levam os jovens a usar drogas?

De acordo com o 2º Sargento Luciano, muitos jovens acabam experimentando algum tipo de droga por curiosidade, por sofrer pressão em casa, por achar que muitos fazem o mesmo, para se divertir, para esquecer os problemas, por medo de dizer “não” aos amigos ou por não se sentirem bem consigo mesmos.

No entanto, para ele, um dos grandes estimulantes ao uso são os amigos que já fazem uso de drogas: “Procurem não andar com gente que faz coisa errada. A vida lá fora não é legal. Já presenciei acidente, troca de tiro, assassinato. Fiquem longe disso”, alertou ele, lembrando: “Pode parecer que álcool não é droga, mas é. E é a maior causa de morte no trânsito”.

Estudantes do CAEL arrecadam alimentos para orfanato

 

Grupo também levou sapatos, brinquedos e outros objetos para ajudar as crianças do abrigo A Minha Casa, de Campo Grande

Por Gian Cornachini
gian@feuc.br

Alunos do curso técnico em Enfermagem do CAEL levaram hoje, dia 21 de junho, alimentos e objetos arrecadados para o abrigo A Minha Casa, de Campo Grande. A ação social fez parte do Projeto Cultural desenvolvido este ano no Colégio e que tem como tema “Construindo pontes, não muros — Valores e Virtudes: preconceito e cidadania”. Localizado na Estrada do Moinho, nº 135, o orfanato acolhe, atualmente, cerca de 40 crianças que aguardam por adoção.

Alunas posam em sala educacional do abrigo "A Minha Casa", após entrega do material arrecadado. (Foto: Gian Cornachini)

Alunas posam em sala educacional do abrigo “A Minha Casa”, após entrega do material arrecadado. (Foto: Gian Cornachini)

“Estamos fazendo a nossa feira cultural e, este ano, surgiu a ideia de fazer esse trabalho social por conta da discriminação que pessoas de diferentes grupos sofrem, como idosos e órfãos”, explicou a professora de Língua Portuguesa Lúcia Piorotti, que acompanhou o grupo de estudantes até o abrigo para fazer a entrega do material arrecadado. “Vir a esse orfanato é uma forma de mostrar a realidade fora da escola, e num país marcado pela desigualdade social e violência, precisamos implantar projetos para reestruturação social, cultural e educacional. E a gente vê que consegue atingir os objetivos ao ver o brilho no olho dos alunos fazendo esse trabalho”, completou a professora, animada após a entrega.

Ainda no CAEL, estudantes juntam material arrecadado para levar ao orfanato. (Foto: Gian Cornachini)

Ainda no CAEL, estudantes juntam material arrecadado para levar ao orfanato. (Foto: Gian Cornachini)

A aluna Giovanna Souto, do 3º ano do curso, contou sobre a percepção que teve ao ficar mais próxima da realidade de crianças órfãs: “Ficamos indignadas com a situação atual, triste por ser algo que a maioria das pessoas finge que não existe”, apontou ela, porém contente pela colaboração que seu grupo teve durante a arrecadação: “Parece pouco se apenas um de nós doar, ajudar. Mas, de um em um, nós conseguimos formar uma multidão de pessoas que não vão fechar os olhos. Se apenas uma pessoa fizer algo bom ao próximo, isso já muda o dia de alguém. Imagina se todos nós fizéssemos”, ressaltou Giovanna.

As amigas Isabele Santos, Isabelle Brandão e Giovanna Souto posam com faixa do Projeto Cultural, no abrigo A Minha Casa. (Foto: Gian Cornachini)

As amigas Isabele Santos, Isabelle Brandão e Giovanna Souto posam com faixa do Projeto Cultural, no abrigo A Minha Casa. (Foto: Gian Cornachini)

As amigas Isabelle Brandão e Isabele Santos, também do 3º ano, concordaram com a fala de Giovanna e acrescentaram seu ponto de vista: “É importante falar desse assunto, porque as crianças são o nosso futuro. Hoje, estamos fazendo essa ação, mas amanhã serão elas”, disse Isabelle Brandão. “E também aprendemos a ser uma pessoa melhor, ter amor ao próximo, buscando, a cada dia, olhar para as necessidades do outro”, afirmou Isabelle Santos.

CAEL: Alunos de administração visitam fábrica da Nestlé, em SP

 

Atividade extracurricular proporcionou uma noção empírica de uma grande empresa

Por Gian Cornachini
gian@feuc.br

Imagine uma grande fábrica, repleta de uma enorme linha de produção de… chocolates! Se você pensou na Fantástica Fábrica de Chocolate, chegou bem perto. Na verdade, trata-se da fábrica de chocolates da Nestlé, localizada em Caçapava, no interior de São Paulo – destino em que nossos estudantes do curso técnico em Administração do CAEL se aventuraram, ontem, dia 27 de abril. Os alunos percorreram mais de 300 quilômetros (4h30min de viagem por trecho) para ver, de perto, o processo industrial de uma empresa de grande porte.

Estudantes aprenderam sobre o processo da fabricação de chocolates. (Foto: Alessandra de Souza) Estudantes aprenderam sobre o processo da fabricação de chocolates. (Foto: Alessandra de Souza)

O tour Nestlé Chocolover foi um verdadeiro desafio de dar água na boca. Os estudantes puderam ver o passo a passo da fabricação de chocolates e bombons, entender como funcionam as plantações de cacau e ter dimensão de como é o processo organizacional, desde o cacau moído até a embalagem, para obter um produto a partir de uma linha de produção em série.

CAEL - Visita tecnica na Nestle Chocolates 8

Coordenadora do curso aproveitou para fazer um registro divertido na fábrica. (Foto: Arquivo Pessoal/Alessandra de Souza)

A coordenadora do curso, professora Alessandra Cardoso de Souza, explica a motivação de realizar a atividade com os alunos: “A importância dessa visita é a de agregar valores pessoais e profissionais aos nossos alunos, além de motivá-los para o exercício futuro da profissão nas áreas afins”, explicou a professora. “Queríamos que eles visualizassem, na prática, a teoria aprendida em sala de aula, sobre um processo de produção através de um trabalho de excelência”, observou.

E foi exatamente isso que os estudantes conseguiram extrair da atividade, como afirma Mariana Aguiar, do 3º ano do técnico em Administração: “Fomos super bem-recepcionados, e podemos ver toda a produção da fábrica, coisa que eu, pelo menos, nunca havia visto. E a primeira coisa que eu fiz quando saímos de lá foi falar para uma amiga sobre a produção em série que estudamos no 1º ano, e que lá era muito mais mecanizada do que manual”, contou a aluna.

Por motivos de segurança, não foi permitido fotografar dentro da fábrica, onde acontece o processo industrial. Mas foi liberado a fotografia em alguns dos espaços. O álbum completo da visita você confere em nossa página no Facebook, clicando aqui.

CAEL recebe mostra literária elaborada pelos estudantes

 

Corredor Literário, exposição que acontece anualmente no Colégio, reúne trabalhos de alunos da Educação Infantil e do Ensino Fundamental

Por Gian Cornachini
gian@feuc.br

Um cenário composto por desenhos, pinturas, colagens, dobraduras e… muita literatura. Isso é o que pode ser visto no corredor principal do CAEL — e é daí que vem o “Corredor Literário”, nome da atividade. A mostra, que acontece anualmente no mês de abril por conta do Dia do Livro (23 de abril), reúne trabalhos realizados pelos estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental em cima de obras literárias.

Atividades estão expostas nas paredes próximas à Secretaria do CAEL. (Foto: Gian Cornachini)

Atividades estão expostas nas paredes próximas à Secretaria do CAEL. (Foto: Gian Cornachini)

Nesta edição, as crianças tiveram o contato com poemas e contos de grandes nomes da Literatura Brasileira, como Vinicius de Moraes, Monteiro Lobato e Ziraldo. A partir desses autores, os pequenos soltaram a imaginação e ajudaram a criar uma exposição com conteúdos relacionados à temática.

Silvia Cezar, supervisora pedagógica do CAEL, explica a ideia por trás do Corredor Literário: “O objetivo com a atividade é que os nossos alunos desenvolvam a imaginação e sentimentos através da literatura infantil, para que criem o hábito de leitura na infância e tenham contato com autores diferentes”, aponta ela.

Crianças da Educação Infantil fazem apresentações diárias durante a Exposição. (Foto: Gian Cornachini)

Crianças da Educação Infantil fazem apresentações diárias durante a Exposição. (Foto: Gian Cornachini)

O Corredor Literário foi montado ontem, dia 25 de abril, em frente à secretaria do CAEL e no pátio da FEUC. Aberto com apresentações de estudantes da Educação Infantil e do Fundamental I, a mostra ficará disponível para o público até o fim da semana. Ainda durante a mostra, os alunos farão leituras de poemas e contação de histórias para os familiares e responsáveis no horário de saída das aulas. Na próxima semana, a partir do dia 2 de maio, é a vez de os estudantes do Ensino Fundamental II montarem sua exposição literária.

Alunos do Fundamental I contam para os familiares e responsáveis histórias de Ziraldo. (Foto: Gian Cornachnini)

Alunos do Fundamental I contam para os familiares e responsáveis histórias de Ziraldo. (Foto: Gian Cornachnini)

Mais fotos do Corredor Literário 2017 estão disponíveis em nossa página no Facebook. Clique aqui para acessá-la.

CAEL: Educação Infantil comemora Dia do Índio

 

Crianças fizeram trabalhos e comeram alimentos típicos da cultura indígena

Por Gian Cornachini
gian@feuc.br

O Dia do Índio é comemorado, anualmente, em 19 de abril. O CAEL não deixou a data passar despercebida e trabalhou, junto com as crianças da Educação Infantil, os saberes e universo por traz dessa população tão importante para o nosso país. Os pequenos tiveram a oportunidade de conhecer um pouco sobre alimentos típicos da cultura indígena, como a batata doce e o aipim, além de hábitos de vida e de transporte, como o uso de canoas.

Alunos aprenderam sobre os hábitos indígenas e degustaram batata doce e aipim.

Alunos aprenderam sobre os hábitos indígenas e degustaram batata doce e aipim.

“Aproveitamos a data para resgatar e valorizar nossas origens”, disse a professora Silvia Cezar, supervisora pedagógica do CAEL. “O objetivo de trabalharmos essa data foi o de fazer com que as crianças pudessem conhecer a beleza e a diversidade da cultura indígena e sua influência em nós”, explicou ela.

Exposição reúne trabalho das crianças sobre o transporte dos índios.

Exposição reúne trabalho das crianças sobre o transporte dos índios.

Para materializar o conhecimento, os pequenos também se vestiram a caráter, fizeram trabalhos de pintura e desenho ilustrando o transporte nos rios e montaram uma pequena exposição próxima ao portão de entrada da Educação Infantil para todos conferirem a tamanha criatividade desde tão pequeninos.

O álbum completo de fotos do Dia do Índio no CAEL está disponível em nossa página no Facebook. Clique aqui para acessá-lo.

Páscoa no CAEL: além de ovos de chocolate

Alunos da Educação Infantil e do Fundamental I do CAEL fazem apresentação de Páscoa para familiares e responsáveis

Por Gian Cornachini
gian@feuc.br

A Páscoa já passou, mas o aprendizado é para a vida toda. Na quarta-feira da semana passada (dia 12 de abril), estudantes da Educação Infantil e do Fundamental I fizeram uma belíssima apresentação, para os familiares e responsáveis, sobre o sentido da Páscoa. Cada turma ficou responsável por estudar um dos aspectos que envolvem o feriado e a história por trás da data, que celebra a ressurreição de Jesus Cristo, figura importante para o Cristianismo. Por meio de música, dança, jogral e uma peça teatral, os alunos abordaram a importância do amor, da amizade e do ato de compartilhar.

Em clima de amizade, alunos celebram valores da data comemorativa. (Foto: Gian Cornachini)

Em clima de amizade, alunos celebram valores da data comemorativa. (Foto: Gian Cornachini)

“A Páscoa é uma festa cristã, existe um feriado para isso e as crianças ficam em casa. Então, elas precisam saber o porquê de não terem vindo à escola neste dia, a história por trás da data”, disse Esther Bendelack, coordenadora da Educação Infantil do CAEL. “Mas, o principal de nossa atividade foi trabalhar a troca, e que não precisa, necessariamente, ser de ovos, que são muito caros. Não queremos ensinar o consumismo, mas outros valores, como compartilhar o lanche durante o café da manhã”, explicou.

O álbum de foto da atividade está disponível em nossa página no Facebook. Para vê-lo, clique aqui.

 

Professor de História do CAEL é destaque no YouTube

 

Arão Alves, graduado e pós-graduado na FEUC, faz vídeos para a internet e ajuda estudantes de todo o Brasil a passar no vestibular

Por Gian Cornachini
gian@feuc.br

O fluxo de conhecimento compartilhado por um professor, geralmente, é paralisado por uma questão física: as aulas têm horário de início e fim, assim como o expediente da escola. Mas há quem consiga subverter isso de alguma maneira e ultrapassar esses limites físicos e temporais. Estamos falando do professor Arão Alves, que desde 2000 leciona História no CAEL.

Com bastante experiência em sala de aula, Arão está no CAEL desde 2000. (Foto: Gian Cornachini)

Com bastante experiência em sala de aula, Arão está no CAEL desde 2000. (Foto: Gian Cornachini)

Formado em Ciências Sociais e História pela FEUC, e também pós-graduado por nossa instituição, Arão faz parte de um grupo social que muitos não conseguiriam entrar: os desinibidos. Isso mesmo. Os “sem vergonha” — no bom sentido da expressão. Pronto para experimentar novos caminhos além dos tradicionais, o professor decidiu botar a cara na web e expandir suas aulas para a internet, podendo, assim, ajudar estudantes não só do CAEL, mas de todo o Brasil, a compreender melhor temas importantes de sua área do conhecimento.

O Blog do Professor Arão Alves já existia há 6 anos quando o docente ousou dar um passo além e criar conteúdo em vídeo para o YouTube. Primeiramente, em seu canal pessoal e, recentemente, em um espaço mais profissional chamado “História em Gotas: Sua dose de conhecimento”.

Canal do professor Arão no YouTube. (Imagem: Reprodução)

Canal do professor Arão no YouTube. (Imagem: Reprodução)

“Eu comecei a fazer um blog com o objetivo de passar material para os alunos. Aí eu tive a ideia de fazer vídeos mais curtos e mandava o link para os alunos, para complementar a aula”, conta Arão, que abraçou de vez a ideia de se tornar um professor “youtuber”: “O retorno dos alunos foi sendo muito legal, então eu comecei a aprender sobre edição de vídeo, para fazer melhor”.

O bom trabalho do professor tem rendido muitos depoimentos de pessoas elogiando a qualidade do material, que é capaz de ajudar até mesmo quem sonha em passar no vestibular para uma boa universidade.

Estudante relata experiência com o canal. (Imagem: Reprodução/YouTube)

Estudante relata experiência com o canal. (Imagem: Reprodução/YouTube)

“Você vê a felicidade de uma pessoa, e que foi você quem colaborou com isso. É muito emocionante. Quem é professor, sabe o valor de ajudar a realizar sonhos de pessoas, e que sequer você irá conhecê-las”, diz Arão.

Mas nem todo conhecimento compartilhado na internet é tão bom assim. O professor alerta que vivemos em uma sociedade que se preocupa mais com a estética do que com a qualidade do conteúdo. E isso pode ser bastante perigoso.

“As pessoas têm dificuldade em perceber onde tem qualidade e, às vezes, cai dentro de coisas que não são bem seguras. A internet está cheia de informação. Mas até que ponto essa informação é realmente conhecimento, tem base, ou é apenas uma opinião?”, alerta o professor.

Arão: "As pessoas têm dificuldade em perceber onde tem qualidade e, às vezes, cai dentro de coisas que não são bem seguras". (Foto: Gian Cornachini)

Arão: “As pessoas têm dificuldade em perceber onde tem qualidade e, às vezes, cai dentro de coisas que não são bem seguras”. (Foto: Gian Cornachini)

Segundo ele, o ideal na hora de procurar material online para complementar os estudos é verificar se quem compartilhou a informação é um especialista na área, principalmente porque, para Arão, vivemos um momento complicado de nossa História:

“A História no Brasil está sendo colocada para o canto, desvalorizada por interesses políticos. Aos poucos, é apresentada a nós uma História que agrada e que não tem base científica. E aí você constrói uma memória histórica extremamente problemática”, criticou ele.

Quem quiser ficar por dentro de diversos temas de História, e com a chancela de qualidade de um especialista na área, basta seguir o canal História em Gotas no YouTube (clique aqui para acessá-lo), com vídeos novos todos os sábados, às 18h. E a melhor parte: é de graça e está pronto para ser visto e revisto a qualquer momento e de qualquer lugar.

Seletro aproxima estudantes do mercado de trabalho

A 6ª Semana dos cursos Técnicos em Automação Industrial e Eletrotécnica do CAEL trouxe temas relevantes e visão de mercado aos estudantes

Por Pollyana Lopes

Aconteceu, nos dias 13 e 14 deste mês, a 6ª Semana dos cursos Técnicos em Automação Industrial e Eletrotécnica do CAEL, a Seletro VI. O evento é mais uma das atividades desenvolvidas pela escola no sentido de debater temas atuais e relevantes para suas áreas de formação, e de aproximar os estudantes do mercado de trabalho. Nas palestras, foram discutidos temas como Sistemas de Posicionamento Dinâmico Offshore, Energias Alternativas e os Sistemas de Interface Homem Máquina.

Luiz Fernando Freire atualmente trabalha em um empresa de automação e falou sobre softwares de Sistemas de Supervisão e Aquisição de Dados. (Foto: Pollyana Lopes)

Luiz Fernando Freire atualmente trabalha em um empresa de automação e falou sobre softwares de Sistemas de Supervisão e Aquisição de Dados. (Foto: Pollyana Lopes)

O objetivo do evento, como explica o professor e coordenador do Técnico em Eletrotécnica, Diógenes Rocha, é apresentar, aos estudantes, a visão de profissionais experientes sobre o mercado. “O objetivo é justamente orientar, mostrar a vida profissional aos estudantes para que eles tenham uma noção do que eles vão encontrar lá fora, do que realmente faz aquele profissional, do que é exigido dele, quais atribuições ele recebe, e quais qualificações são importantes”.

A iniciativa é enaltecida pelos palestrantes. “Eu acho muito bacana essa troca de conhecimento, e deveria ser uma coisa constante. O aluno não precisa se deslocar para fazer uma orientação profissional com psicólogo se na escola ele tem uma semana em contato com diversos profissionais, de diversas áreas, para poderem orientar os jovens”, comentou Artur Cesar de Oliveira Ribeiro, engenheiro de Automação e Controle, que falou sobre Energias Alternativas.

Artur Cesar trouxe, para mostrar aos estudantes, o protótipo de placa de energia solar, que o professor Diógenes Rocha exibe orgulhoso. (Foto: Pollyana Lopes)

Artur Cesar trouxe, para mostrar aos estudantes, o protótipo de placa de energia solar, que o professor Diógenes Rocha exibe orgulhoso. (Foto: Pollyana Lopes)

Artur também defendeu a importância de sua área justificando que o país precisa diversificar a matriz energética para modos de produção com menos impactos ambientais. O tema despertou o interesse de estudantes como Erickson Rafael Villa de Oliveira, do 3º ano de Informática que, ao final da palestra, foi conversar com o palestrante sobre as placas de energia solar que ele viu em Campo Grande e sobre modos mais eficientes de utilizá-las. “Eu me interesso bastante pelo tema energia alternativa, ainda mais para analisar o aspecto político delas no Brasil”, declarou.

Mais um palestrante que aprova e estimula eventos como a Seletro é Luiz Antônio Pereira de Azevedo, que é engenheiro de Sistemas de Computação e trabalha em uma empresa petrolífera com ênfase em aplicações offshore e só este ano conseguiu um espaço na agenda para, enfim, aceitar o convite da professora Kattia Medeiros, Coordenadora dos Cursos Técnicos em Eletrônica e Automação. “Eu não tive, na minha época, essa oportunidade de alguém vir e fazer uma palestra sobre o mercado de trabalho. Então eu acho muito importante tentar passar um pouco da minha experiência, da minha vivência, para os alunos que estão prestes a entrar nesse mercado”, revelou.

Luiz Antônio destacou, em sua fala, a importância da postura profissional ética e pró-ativa dentro no ambiente corporativo. (Foto: Pollyana Lopes)

Luiz Antônio destacou, em sua fala, a importância da postura profissional ética e pró-ativa dentro no ambiente corporativo. (Foto: Pollyana Lopes)

Luiz Antônio também destacou um aspecto importante para os estudantes do CAEL: “A formação em nível técnico é fundamental. Na minha visão, hoje, o Brasil precisa de mais técnicos, não de muitos engenheiros”, avaliou.

A Seletro VI contou, ainda, com um churrasco de confraternização animado e informal, como encerramento.