A distância cada vez mais perto

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Núcleo de Educação a Distância da FEUC se apresenta e convida professores a elaborar cursos especializados

Por Gian Cornachini
emfoco@feuc.br

Flexibilizar o horário e ganhar tempo para os estudos. Parece quase impossível levando em conta a rotina exaustiva de grandes centros urbanos, com engarrafamentos quilométricos e horas perdidas. Mas uma solução para quem não pode ou não quer se deslocar rotineiramente para instituições de ensino tem ganhado mais adeptos. A Educação a Distância (EaD), que hoje representa 15% das matrículas de graduação (de acordo com dados do Censo da Educação Superior de 2013), só cresceu. Em dez anos, o número de cursos aumentou 25 vezes. E a FEUC vem se preparando para também contribuir com a sua qualidade neste cenário. “Levar a nossa educação a distância é levar a mesma educação de 55 anos de tradição, mas de maneira diferente”, destacou Vladimir Gonçalves, coordenador do Núcleo Integrado de Educação a Distância (NIEAD) da FEUC, durante evento realizado em 7 de dezembro para celebrar o Dia Nacional da Educação a Distância (que acontece em 27 de novembro) e, também, apresentar aos professores da casa o processo de implementação da modalidade de ensino na instituição.

Coordenador do NIEAD, Vladimir quer levar a qualidade dos 55 anos da FEUC à EaD. (Foto: GIan Cornachini)

Coordenador do NIEAD, Vladimir quer levar a qualidade dos 55 anos da FEUC à EaD. (Foto: GIan Cornachini)

Segundo o professor, que também é coordenador do bacharelado em Administração das FIC, as vantagens de ingressar em um curso a distância são muitas: mobilidade, aprendizagem colaborativa, flexibilidade de horário, a mesma certificação dos cursos presenciais… Ou seja, o aluno consegue gerenciar seu tempo de aplicação aos estudos, aproveitando-se da facilidade em acessar os conteúdos de qualquer computador ou tablet conectado à internet, em qualquer lugar do mundo, garantindo ainda um certificado igual ao de quem frequentou as aulas presencialmente.

Outra vantagem apresentada por Vladimir é a de poder fazer cursos de extensão a distância – que geralmente têm carga horária pequena. Ele apontou que é possível que qualquer professor, com um conteúdo específico que domina, desenvolva um curso de extensão a fim de aprofundar conhecimentos específicos com os estudantes. E, no momento, são nesses cursos que a EaD da FEUC tem focado, enquanto aguarda liberação do MEC para começar a ofertar pós-graduações a distância. “O professor sempre tem uma ideia na mente que ele pode trabalhar, e a ideia é que ele possa pensar num curso e ser tutor dele. E a gente topa fazer essa ideia acontecer”, convidou Vladimir.

Aline Rosa, professora do curso de Sistemas de Informação, fez uma pós-graduação a distância na UFF e incentivou os docentes a também adentrarem neste novo campo que está por vir na FEUC: “Os professores que nunca fizeram um curso a distância, passem por isso. Muitos alunos não podem estar presentes, e a gente precisa conquistá-los, porque o sucesso de um curso está em cativar o aluno, com o material, atenção e retorno do que está sendo feito.”

Professora Aline Rosa, que já cursou EaD, incentiva os docentes. (Foto: Gian Cornachini)

Professora Aline Rosa, que já cursou EaD, incentiva os docentes. (Foto: Gian Cornachini)

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