CAEL Investe na Saúde de Alunos e Professores

Problemas na fala, como gagueira e troca de fonemas, e dificuldades para o aprendizado são sinais que merecem atenção de educadores. Até a simples falta de atenção às aulas pode revelar problemas de saúde.

Para evitar que dificuldades como essas atrapalhem o aprendizado de crianças e jovens, o CAEL conta com uma fonoaudióloga para cuidar dos alunos e orientar pais e professores.

“Muitas vezes, os pais não percebem que a dificuldade que a criança enfrenta é motivada por questões como problemas de audição, má respiração”, explicou a fonoaudióloga Daniele Anjo, coordenadora de saúde da educação infantil da FEUC.

Para garantir a saúde dos alunos, ela visita as turmas e observa as crianças durante o recreio para ver se apresentam alguma alteração. “Observo a respiração, a mastigação. Muitas vezes, os pais vêm me procurar por orientação do professor. Faço, então, exames como avaliações audiológicas (audiometria tonal, vocal, teste da orelhinha, imitanciometria e timpanometria) para ver se há algum problema e, nos casos positivos, encaminhamo para o tratamento”, disse Daniele Anjo, destacando que uma vez por ano todas as crianças passam por exames.

Mas a preocupação não é apenas com a saúde das crianças. Alunos das Faculdades Integradas Campo-Grandenses, professores e funcionários do CAEL, do Colégio Magali e da FEUC também contam com o serviço.

“Os professores e alunos dos cursos de licenciatura, além da avaliação médica, recebem orientações sobre cuidados com a voz, sobre como identificar problemas e como proceder nessa situação, entre outros coisas.”

A especialista também atende a comunidade local no Centro Médico da FEUC.

Em abril, Daniele Anjo coordenou a terceira edição da “Campanha Nacional da Voz ”, realizada na instituição.

Durante o evento, foi ministrado um curso de capacitação e treinamento com o objetivo de esclarecer e informar os alunos dos cursos técnicos em Enfermagem, Patologia Clínica e Formação de Professores.

Nos estandes, os visitantes esclareceram dúvidas e se informaram sobre como prevenir futuras alterações de voz. “Orientamos, avaliamos e informamos diversas pessoas que foram muito receptivas e interessadas”, disse a fonoaudióloga.

Estiveram presentes na campanha mais de 1.300 profissionais e estudantes das áreas de saúde, educação e recursos humanos.

Durante a campanha foram feitas 80 avaliações de voz, 100 avaliações audiológicas e 40 aplicações de flúor.


Colaboração: Daniele Anjo - Fonoaudióloga
Matéria de Andréa Antunes
Colaboradora do Informativo FEUC


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